quinta-feira, 28 de abril de 2011

Movimento para Hospital Regional em Guarapuava


Uma comissão composta por representantes sindicais, coleta de mais assinaturas em abaixo-assinado iniciado em 7 de abril de 2011 reivindicando a implantação de um Hospital Regional em Guarapuava e a ampliação do debate nos 20 municípios sob a jurisdição da 5° Regional de Saúde. Esta foi a deliberação da plenária popular realizada na noite de quarta-feira (27), na Câmara de Vereadores em Guarapuava.
A tônica dos pronunciamentos girou em torno da união de esforços por parte das lideranças políticas locais e regionais para que o município tenha um hospital que seja capaz de atender a demanda regional.
Provocada pela notícia divulgada na tribuna da Câmara pelo vereador Gilson Amaral de que mais um dos hospitais de Guarapuava estava prestes a encerrar suas atividades por causa da situação financeira, essa possibilidade levou a Comissão de Saúde a percorrer os hospitais do município.
No seu pronunciamento na plenária, Antenor Gomes de Lima expôs as conversas mantidas com a Provedoria do Hospital São Vicente e com as diretorias do Santa Tereza e Semmelweis (Colônia Vitória). De acordo com o vereador do PT, embora os três hospitais enfrentem dificuldades, nenhum deles cogitou qualquer possibilidade de encerramento das atividades.
Antenor, porém, lembrou que por ocasião dos comentários à época de que o Hospital Estrela do Belém fecharias as portas a Comissão de Saúde procurou a diretoria. “Nos garantiram que a dificuldade financeira estava sendo provocada pelo atraso do Governo em relação aos recursos do SAS (Serviço de Atendimento à Saúde) e que tão logo o recurso fosse repassado a situação voltaria ao normal”, disse Antenor. “Tranquilizamos a comunidade, mas da noite para o dia o Estrela do Belém fechou”, observou o vereador.
De acordo com Maria José, hoje Guarapuava possui 2,2 leitos para cada mil habitantes quando e média estadual é de 2,8 leitos para cada mil habitantes, uma situação que foi agravada com o fechamento do Estrela de Belém.
Para profissionais da saúde, além da falta de leitos, o número reduzido de hospitais provoca o desemprego de profissionais da área da saúde e a queda na qualidade do atendimento já que a demanda é maior do que as unidades hospitalares existentes tem capacidade de atender.
Chamada pelo Movimento Sindical e sob a coordenação da CUT-Regional a plenária reuniu representantes do Sindicato dos Servidores Públicos e Professores Municipais (Sisppmug), Sindicato dos Professores da Unicentro (Adunicentro), Sindicato da Construção Civil, da Madeira e do Mobiliário, APP-Sindicato, Associações de Moradores, professores, acadêmicos do curso de enfermagem, profissionais de saúde, estudantes de cursos técnicos do Colégio Estadual Ana Vanda Bassara, entre outras participações.
Sadi Federle que compõe a Comissão de Saúde junto com Antenor e Maria José também estava presente.
Texto: RedeSuldeNoticias – Foto: Divulgação
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