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INTERVALO DA NOTICIAS
Texto: INTERVALO DA NOTICIAS – Imagem: Élio Kohut
(Intervalo da Noticias) Segundo a
Policia Militar, foram três ocorrências registradas sobre fraudes eletrônicas em
Prudentópolis nesta sexta (07).
A primeira ocorrência, a solicitante compareceu na 4ª CIA, para noticiar que foi vítima de
estelionato praticado por meio virtual.
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Ela relatou que possui ações trabalhistas a
receber do Estado, sendo representada por um escritório de advocacia, situado em Irati.
Que nesta data, recebeu uma mensagem via WhatsApp, de um homem que se passou por seu advogado. O autor informou que os valores da ação estariam prestes a ser
liberados, mas que seria necessário o pagamento prévio de custas processuais.
Induzida em
erro, a vítima compartilhou a tela de seu celular e realizou uma transferência via PIX no valor
de R$ 3.499,99.
Na sequência, o autor solicitou o contato de outro familiar alegando que
ainda restavam taxas pendentes.
A solicitante forneceu o contato de sua filha, que por sua
vez, recebeu uma ligação via WhatsApp, na qual um interlocutor se identificou como juiz.
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Sob
a orientação do estelionatário e também com a tela do celular compartilhada, a vítima
acessou sua conta no Mercado Pago, contratou um empréstimo referente a todo o seu limite
disponível, R$ 1.066,00, onde enviou o valor via PIX, chave aleatória.
O autor tentou solicitar
contatos de outros familiares para obter mais quantias em dinheiro, momento em que a
vítima desconfiou da ação e entrou em contato diretamente com o escritório de advocacia,
que negou qualquer solicitação de pagamento, confirmando tratar-se de um golpe.
Imediatamente após os fatos, as vítimas compareceram às suas instituições financeiras e
efetuaram o bloqueio das contas envolvidas.
Diante do exposto, ela foi
orientada quanto aos procedimentos cabíveis, sendo confeccionado este boletim para
registro e apuração, com as imagens dos comprovantes das transações e prints das conversas
foram anexadas a este documento.
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A segunda ocorrência foi registrada por volta das 19:30 hrs, onde uma equipe foi acionada para ir até uma pizzaria.
O solicitante relatou
que nesta data, uma pessoa que se identificou como Allan entrou em contato telefônico
com a Pizzaria, apresentando-se falsamente como fornecedor de bebidas e oferecendo
determinados produtos para venda.
Acreditando tratar-se de um fornecedor, o solicitante
realizou a negociação e adquiriu bebidas pelo valor total de R$ 1.480,00.
No momento da entrega, compareceu ao estabelecimento o proprietário das bebidas,
informando que somente realizaria o descarregamento das mercadorias após a confirmação
do pagamento.
Nesse momento, o solicitante percebeu que havia sido vítima de possível
golpe, uma vez que o homem que havia realizado a negociação e se identificado como
Allan não era o proprietário das bebidas, que aparentemente, teria se passado por fornecedor
para intermediar fraudulentamente a negociação.
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A terceira ocorrência foi registrada por volta das 19:15 hrs, onde o solicitante de 52 anos, que relatou ter
sido vítima de estelionato por meio virtual; que nesta data, por volta das 10:30 hrs, recebeu
uma mensagem do banco através do aplicativo da instituição financeira de que a conta do
solicitante havia sofrido uma tentativa de invasão, que por esse motivo teria sido
bloqueada.
Logo em seguida recebeu uma ligação e na sequência mensagens via WhatsApp, que uma pessoa se identificou como representante do banco, o qual tentou
mediante orientações instalar no celular do solicitante um programa que seria para proteção
da conta.
Ainda foi induzido pelo golpista a compartilhar a tela de seu
aparelho celular e o código de verificação de seu cartão.
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Após a ação de instalação do
programa não ser bem-sucedida, o solicitante desconfiou se tratar de um golpe e
interrompeu o contato, e ao verificar o aplicativo do banco notou que haviam sido realizadas
duas compras através do citado cartão, sendo uma em duas parcelas de R$ 2.549,88 e outra
de R$ 49,88.
Ressalta-se que o solicitante não tinha mais informações dessas compras,
visto já ter solicitado o bloqueio da conta, a fim de evitar mais compras.