sexta-feira, 15 de maio de 2026

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Prudentópolis - Paraná

Prudentópolis e região. Paraná recebe alerta de tempestade para este final de semana

By: INTERVALO DA NOTICIAS
Texto: G1/PR  Imagem: Divulgação
Este alerta de perigo de tempestades no final de semana. Válido para o sábado (16) e o domingo (17), ele avisa sobre a possibilidade do dobro de chuvas e ventos de até 100 km/h em 310 cidades da faixa central e na faixa norte do estado. 
Todas as cidades da nossa região estão neste alerta. 
Segundo o Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar), na faixa norte as pancadas de chuva, acompanhadas de trovoadas, podem ocorrer a qualquer hora do dia, com volumes de precipitação que podem ser expressivos em algumas cidades. 
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Nas demais regiões paranaenses, o tempo também fica instável, com muitas nuvens e chuvas ocasionais.
O órgão também prevê que o fim de semana vai continuar sendo chuvoso na maior parte do estado.
No sábado (16), a presença de um sistema de baixa pressão, combinado com a circulação dos ventos em diferentes níveis da atmosfera, contribuem para a manutenção de um cenário instável em todo o Paraná. 
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Ao longo do dia, há condições para ocorrência de chuvas e trovoadas, com maior destaque para o setor oeste e norte, onde as precipitações devem ser mais intensas. As temperaturas variam pouco ao longo do dia.
No domingo (17), o cenário torna-se ainda mais instável em todo o estado. O sistema de baixa pressão avança em direção ao oceano, organizando as instabilidades e favorecendo a formação de áreas de chuva e trovoadas em todo o estado.
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Segundo o Simepar, a condição de tempo mais fechado e instável se mantém ao longo do dia, com potencial para episódios de chuva mais abrangente (com valores mais expressivos no Oeste, Noroeste e Norte). 
As temperaturas máximas permanecem baixas durante o período.
Com informações do G1/PR.

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Estado e Guamiranga vão pavimentar estrada municipal com aporte de R$ 4,9 milhões

By: INTERVALO DA NOTICIAS
Texto: INTERVALO DA NOTICIAS Imagem: Divulgação 
Em convênio com a Secretaria de Infraestrutura e Logística do Paraná (SEIL), a Prefeitura de Guamiranga na nossa região, vai pavimentar 3.828,61 metros da Estrada Rio Bonito, na zona rural do município. 
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O investimento estimado é de R$ 4.924.070,00, com R$ 4.521.220,83 de recursos do Estado e R$ 402.849,17 de contrapartida municipal.
São dois segmentos da estrada, separados por uma outra via municipal que segue até a cidade, com extensão de 1.063,13 metros e 2.765,48 metros. Eles terão sub-base de macadame hidráulico, base brita graduada e capa de concreto asfáltico usinado a quente (CAUQ). Também está prevista a implantação de sistema de drenagem de águas, sinalização horizontal, sinalização vertical e tachas refletivas.
O prazo de execução é de 180 dias (seis meses) após início dos trabalhos no trecho. 
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A prefeitura já publicou o edital da obra, com sessão pública marcada para 15 de junho. Caberá ao município, além da contratação, administrar o andamento da obra, com fiscalização dos serviços pelo Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR).

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'Taxa das blusinhas’: o que muda após Lula vetar as taxas sobre compras internacionais de até US$ 50

By: INTERVALO DA NOTICIAS
Texto: G1/PR Imagem: Divulgação
O governo federal anunciou o fim da chamada taxa das blusinhas, nome dado ao imposto de importação de 20% cobrado sobre compras internacionais de até US$ 50 feitas por meio do programa Remessa Conforme.
A iniciativa foi formalizada em uma Medida Provisória (MP) assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e em uma portaria do Ministério da Fazenda, divulgadas no “Diário Oficial da União” nesta terça-feira (12). A isenção entrou em vigor após a publicação.
Especialistas ouvidos pelo g1 afirmam que o fim do imposto deve ter impacto imediato nos preços. Na prática, a medida afeta diretamente compras internacionais feitas em plataformas como Shein, Shopee e AliExpress.  
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"O efeito tende a ser imediato, com produtos importados — muitos deles vindos da China — ficando mais baratos sem a incidência desse imposto”
, diz Marcos Praça, diretor de análise da ZERO Markets Brasil.
“Isso se soma à valorização do real frente ao dólar, já que grande parte desses produtos é cotada na moeda americana”, acrescenta. Como mostrou o g1, o dólar fechou a R$ 4,89 nesta terça-feira, no menor nível em mais de dois anos, acumulando queda de 10,81% em 2026.
O especialista em comércio exterior Jackson Campos afirma que a medida deve valer para cargas que chegarem ao Brasil já nesta quarta. 
“Com o fim do imposto de importação, a cobrança ficará restrita ao ICMS [Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços]. Com isso, o preço final tende a cair imediatamente. Os e-commerces também vão se ajustar rapidamente para retirar a cobrança no momento da compra”, afirma.
A mudança na prática
Jackson Campos explica o que muda nos cálculos. Veja o detalhamento abaixo. 
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Como era a cobrança com a taxa das blusinhas
👗 EXEMPLO: uma compra de US$ 50 passava a custar US$ 60 com o imposto de importação de 20%. Depois, com a cobrança de 17% de ICMS sobre esse valor, o total chegava a US$ 72,29 — ou R$ 354 pela cotação do dólar desta terça.
Como fica com o fim da taxa das blusinhas
👗EXEMPLO: sem o imposto de importação de 20%, uma compra de US$ 50 terá apenas a cobrança do ICMS de 17% (ou de 20%, em alguns estados). Como o imposto estadual é calculado “por dentro”, o total da compra será de US$ 60,24 — ou cerca de R$ 295.
🔎 O imposto “por dentro” significa que o ICMS já faz parte do preço final da compra. Por isso, nesse caso, os US$ 50 são divididos por 0,83 — e não apenas acrescidos em 17%. É que o imposto também incide sobre ele mesmo. Assim, o total chega a US$ 60,24.
Ou seja, na prática, um mesmo produto pode cair de R$ 354 para R$ 295 com o fim da taxa das blusinhas.
Impacto para a indústria nacional
O economista-chefe da consultoria Análise Econômica, André Galhardo, avalia que, embora o fim da “taxa das blusinhas” beneficie os consumidores, a medida tende a prejudicar empresas brasileiras.
Segundo ele, o imposto criado em 2024 funcionava como uma proteção para a indústria nacional, especialmente o setor de moda, ao dificultar a entrada de produtos importados mais baratos e estimular o consumo de itens produzidos no Brasil. 
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“Do ponto de vista macroeconômico, a medida ajudava a defender empregos nacionais e foi relevante para o país”, afirma.
“Não por acaso, países da União Europeia e os próprios Estados Unidos também passaram a taxar remessas de pequeno valor recentemente, justamente para tentar reduzir essa enxurrada de produtos asiáticos baratos, principalmente eletrônicos, roupas e acessórios”, acrescenta.
Empresas brasileiras criticaram a decisão anunciada nesta terça-feira pelo governo e classificaram a medida como um “grave retrocesso econômico” e um “ataque à indústria e ao varejo nacional”. 

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