By: INTERVALO DA NOTICIAS
Texto: CORREIO BRAZILIENSE – Imagem: AFP e Divulgação
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Com o enredo Meu Deus, meu Deus. Está extinta a escravidão?, a escola
lembrou os 130 anos da abolição da escravatura, mas também fez uma clara
referência à reforma trabalhista, com uma das alas desfilando com
carteiras de trabalho chamuscadas e com buracos de bala. Com isso, a 12ª
colocada do carnaval do Rio em 2017 mereceu elogios entusiasmados de
opositores ao atual governo e críticas ferozes de quem discorda do
discurso levado à passarela.De autoria do carnavalesco Jack Vasconcelos, o desfile terminou com Temer caracterizado de vampiro — Vampiro Neoliberalista era o nome do adereço — e foi bastante crítico com os manifestantes anti-Dilma: houve patos amarelos e uma ala denominada Manifestoches Manipulados, em que pessoas vestindo a camisa da Seleção Brasileira eram guiadas por cordas amarradas em grandes mãos que pairavam sobre suas cabeças.
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