sexta-feira, 29 de dezembro de 2017

Vice-prefeito de Rio Azul afirma que carga de arroz comprada por ele possuía nota fiscal



By: INTERVALO DA NOTICIAS
Texto: RÁDIO NAJUÁ Imagem: Policia Civil


O vice-prefeito de Rio Azul, Renato Hrinczuk (PP), envolvido em uma suspeita de receptação de parte de uma carga de arroz que fora desviada de seu destino, foi ouvido pela reportagem da Najuá nesta quarta (27), quando ele apresentou sua versão dos fatos.
O advogado Fabrizzio Matte Dossena defende que seu cliente adquiriu o arroz de uma empresa que se apresentou oferecendo uma nova linha de mercadorias. Renato, que é comerciante, explica que um homem surgiu em seu estabelecimento fazendo-se passar por vendedor de arroz. “Falei para ele que compraria o arroz se ele tivesse a nota”, sustenta o vice-prefeito de Rio Azul.
Conforme ele, o suposto representante comercial dessa nova linha de mercadorias alegou que possuía a nota fiscal do produto e, assim, o convenceu a adquirir 400 fardos de arroz, o que equivale a 12 toneladas do produto. “Não sabia que o produto tinha algum problema. A nota foi apresentada na hora de descarregar o arroz. Fiquei com o arroz e paguei o arroz à vista para ele”, conta.
Renato alega que foi vítima de estelionato, pois na ocasião da compra da carga de arroz, a nota fiscal apresentada não teria nenhum indício de ser “fria”. “Levo as coisas corretamente e comprei porque tinha nota; se não tivesse, não teria comprado”, defende.
O vice-prefeito de Rio Azul afirma que vai representar criminalmente contra a pessoa que vendeu o arroz para ele, acusando-o de estelionato. As notas estariam em nome de uma empresa do interior de São Paulo.
Renato permaneceu detido por dois dias na Delegacia de Roubos e Furtos de Cargas (DRFC), em Curitiba, e foi liberado antes do Natal. Ele não chegou a ser transferido para a Delegacia de Rebouças, como o próprio delegado da DRFC, Ademair da Cruz Braga Júnior, cogitava na semana passada.
Empresário também vai processar vendedor por estelionato
Procurado pela reportagem da Najuá, o empresário iratiense Rodrigo Opata, que também teve seu nome envolvido no caso, não quis gravar entrevista. Ele disse apenas que também entrará com um processo contra o vendedor da mercadoria por estelionato.

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