By: INTERVALO DA NOTICIAS
Texto: TERRA – Imagem: Divulgação
Meirelles afirmou que entregou a quantia em espécie a Jayme Careca,
entregador do doleiro Alberto Youssef, que informou que o valor seria
destinado para o presidente da Casa. O empresário, delator na Operação
Lava Jato, é ex-sócio de Youssef .
Durante o relato, Meirelles contou que, a pedido de Youssef, recebeu
três transferências em 2012 de uma empresa do lobista Júlio Camargo,
totalizando US$ 5,1 milhões.
O delator alegou que não sabia o destinatário do dinheiro, mas que,
dias depois, em um almoço informal, Youssef disse que os US$ 5,1 milhões
seriam destinados a Cunha.
"Uma semana após a operação, almoçando com o Alberto, nesse mesmo dia
eu vi o Julio (Camargo) saindo do escritório dele, fomos almoçar e ele
me disse: 'Você nem imagina a pressão que eu estava sofrendo'. E disse
que era do então investigado, Eduardo Cunha", afirmou.
Meirelles afirmou que pediu autorização ao juiz Sérgio Moro para buscar
os extratos da transação bancária na China para que a documentação
fosse entregue à Procuradoria, depois da aclosão na mídia das delações
de Camargo e Youssef, que mencionavam esse pagamento de propina a Cunha.
O presidente da Casa é investigado pela suspeita de manter contas
bancárias secretas no exterior e de ter mentido sobre a existência dela
em depoimento à CPI da Petrobras e de não ter declarado no Imposto de
Renda. Cunha nega ter a conta.
Meirelles disse não ter feito nenhum depósito diretamente em contas de
Cunha e relatou não saber se ele tem ou não conta no exterior.
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