segunda-feira, 25 de abril de 2016

'Tem que rir, porque chorar não dá mais', diz presa por tráfico no Acre



By: INTERVALO DA NOTICIAS
Texto: G1 Imagem: G1


Durante apresentação na Delegacia de Investigação Criminal (DIC), a suspeita de tráfico de drogas Maria Amanda Freitas Gama, de 20 anos, não conteve o riso e caiu na gargalhada ao assumir ser dona de 42,5 quilos de maconha e mais R$ 4,2 mil em dinheiro apreendidos na quarta-feira (20) nas ruas Bodocó e Guajará, localizadas no Bairro Cidade Nova, em Rio Branco. "Tem que rir, porque chorar não dá mais", disse entre risos.
A presidiária do semiaberto, Fábia Pereira da Silva, de 35 anos, também deve ser indiciada pelo crime. As duas mulheres foram presas com outros dois homens, que, segundo o delegado Sérgio Lopes, após serem ouvidos pela polícia foram liberados. Além deles, um menor foi apreendido.
"É minha mesmo. Se é minha, eu assumo", diz Maria Amanda. Já Fábia nega envolvimento com o ilícito. "Simplesmente estava na minha casa dormindo, quando eles [policiais] chegaram lá, me pegaram e trouxeram para cá [delegacia]. Não pegaram nenhum flagrante na minha casa", alegou Maria Amanda.
Fábia é monitorada por tornozeleira eletrônica e já tem passagem pela polícia por tráfico de drogas. Ela diz que já pagou pelo que fez e que agora está em liberdade, mas que dessa vez, teria voltado "por causa dos outros".
O delegado Sérgio Lopes afirma que a polícia acredita que existam outras pessoas envolvidas neste caso por conta da grande quantidade de drogas. "As investigações vão continuar, para que a gente possa identificar outras pessoas envolvidas com essa quadrilha", diz.
Entenda o caso
Uma denúncia anônima ajudou o Batalhão de Operações Especiais (Bope) a prender quatro pessoas e apreender um menor de 17 anos com 42,5 quilos de maconha e R$ 4,2 mil em dinheiro.
Das quatro pessoas presas, somente Maria Amanda Freitas Gama, de 20 anos, e Fábia Pereira da Silva, de 35 permaneceram presas e o menor apreendido.
A ação ocorreu na manhã desta quarta-feira (20), nas ruas Bodocó e Guajará, localizadas no Bairro Cidade Nova, em Rio Branco. A denúncia informava que as casas eram usadas como ponto de venda de drogas.

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