Mostrando postagens com marcador RICARDO SALLES. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador RICARDO SALLES. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2022

Apoiadores dizem nas redes que Bolsonaro evitou guerra da Rússia

By: INTERVALO DA NOTICIAS
Texto: METROPOLES Imagem: Alan Santos
Bolsonaristas têm usado as redes sociais nesta terça-feira (15/2) para dizer que o presidente Jair Bolsonaro evitou a guerra entre a Rússia e a Ucrânia. O mandatário brasileiro desembarcou nesta terça às 15h58 (horário local) em Moscou. Ele tem encontro agendado com o presidente russo, Vladimir Putin, na quarta-feira (16/2).
Algumas das postagens, em tom de brincadeira, tiveram amplo alcance. O ex-ministro do Meio Ambiente Ricardo Salles foi um dos propagadores das publicações.
“Biden e o mundo ocidental agradecendo Bolsonaro por ter convencido Putin a desistir da invasão, talkey?!?”, escreveu Salles, em tom de ironia no Twitter.
Continua depois da publicidade
Outra postagem compartilhada por Salles faz uma montagem que atribui à CNN a informação de que o presidente Jair Bolsonaro evitou “a 3ª Guerra Mundial”. Em nota, a emissora afirmou não ter noticiado o exposto pelo ex-ministro.
Mais cedo, a Rússia anunciou a retirada de parte da tropa que está próxima à Ucrânia. Segundo o comunicado feito pelo porta-voz do Ministério da Defesa russo, a retirada não seria nada fora da “rotina”, uma vez que concluíram o treinamento.
O porta-voz do Kremlin, Dmitri S. Peskov, considerou que o envio de mais de 100 mil soldados à fronteira com a Ucrânia desde a ascenção da crise diplomática é apenas algo “rotineiro” e classificou as declarações de países ocidentais como “exageradas”, segundo o The New York Times.
“É nosso direito realizar exercícios onde quisermos em nosso território; não precisa ser discutido com ninguém”, disse Peskov. Ele acrescentou que a Rússia sempre teve a intenção de que, quando os exercícios terminassem, “as tropas voltassem para seus quartéis. Isto é o que está acontecendo desta vez também, não há nada novo”.
Após seguidos sinais de que uma invasão militar estaria às vésperas de ocorrer, a Rússia sinalizou, na segunda-feira (14/2), que o caminho diplomático para resolver a crise com a vizinha Ucrânia ainda tem chances de prosperar.
Continua depois da publicidade
O chanceler da diplomacia russa, Serguei Lavrov, avaliou que “há possibilidade” de “resolver os problemas”, mas que espera “contrapropostas sérias” de países ocidentais que tentam esfriar o clima. Em uma reunião televisionada com o presidente do país, Vladmir Putin, os representantes russos simularam uma discussão apaziguadora sobre o tema.
Agenda de Bolsonaro
Na viagem internacional à Rússia, devem ser tratados assuntos relacionados ao agronegócio e à defesa. A Rússia é a maior fornecedora de fertilizantes ao Brasil. Uma reunião sobre o tema com produtores e exportadores de fertilizantes será realizada na tarde de quarta-feira.
Como a titular do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, foi diagnosticada com Covid-19 no início da semana passada, o ministro de Minas e Energia, almirante Bento Albuquerque, e o almirante Flávio Rocha, deverão conduzir a reunião.
Também integram a comitiva o chanceler Carlos França e os ministros-generais Braga Netto (Defesa), Luiz Eduardo Ramos (Secretaria-Geral da Presidência) e Augusto Heleno (GSI).
MATÉRIAS RELACIONADAS:
 
 
 
 
 
 
 
 

PARTICIPE DO NOSSO GRUPO NO WHATSAPP. 

GRUPO - CLIQUE AQUI.

GRUPO 1 - CLIQUE AQUI.

GRUPO 2 - CLIQUE AQUI.

CURTA AQUI NOSSA PÁGINA NO FACEBOOK

OS COMENTÁRIOS NÃO SÃO DE RESPONSABILIDADES DO INTERVALO DA NOTICIAS. OS COMENTÁRIOS IRÃO PARA ANALISE E SÓ SERÃO PUBLICADOS SE TIVEREM OS NOMES COMPLETOS.

FOTOS PODERÃO SER USADAS MEDIANTE AUTORIZAÇÃO OU CITAR A FONTE

quinta-feira, 24 de junho de 2021

Cai o ministro Ricardo Salles, do Meio Ambiente

By: INTERVALO DA NOTICIAS
Texto: G1 Imagem: Divulgação
O presidente Jair Bolsonaro exonerou o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles. A exoneração foi publicada nesta quarta-feira (23) em edição extra do "Diário Oficial da União" e informa que a exoneração foi a pedido de Salles.
No mesmo decreto, Bolsonaro nomeou Joaquim Alvaro Pereira Leite como novo ministro do Meio Ambiente. Até então, Leite ocupava o cargo de secretário da Amazônia e Serviços Ambientais do ministério.
Antes de integrar o governo, o novo ministro do Meio Ambiente foi conselheiro da Sociedade Rural Brasileira (SRB), uma das organizações que representam o setor agropecuário no país. 
Continua depois da publicidade
Nesta terça (22), ao participar de uma cerimônia no Palácio do Planalto, na qual o governo anunciou o Plano Safra 2021-2022, Bolsonaro elogiou Salles.
"Prezado Ricardo Salles, você faz parte da história. O casamento da Agricultura com o Meio Ambiente foi um casamento quase que perfeito. Parabéns, Ricardo Salles. Não é fácil ocupar seu ministério. Por vezes, a herança fica apenas uma penca de processos", declarou Bolsonaro.
No Palácio da Alvorada, em conversa com apoiadores nesta quarta, Bolsonaro foi questionado sobre a saída de Salles. E respondeu: "Ele pediu para sair. Ele pediu para sair, então, ele que tem que falar sobre [o assunto] porque ele pediu para sair." 
A gestão de Ricardo Salles no Ministério do Meio Ambiente foi marcada por uma série de polêmicas.  
Uma das polêmicas de Salles envolve a reunião ministerial de 22 de abril de 2020, no Palácio do Planalto.
Na reunião, Ricardo Salles sugeriu a Bolsonaro que o governo aproveitasse que a atenção da imprensa estava voltada para a pandemia da Covid-19 para "ir passando a boiada" na área ambiental, alterando regras.
Além disso, Ricardo Salles é alvo de inquérito, autorizado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a pedido da Procuradoria Geral da República (PGR), por supostamente ter atrapalhado investigações sobre a maior apreensão de madeira da história.
A suspeita foi apresentada pela Polícia Federal. Ao Supremo, a PF disse haver "fortes indícios" de que Ricardo Salles participa de um esquema de contrabando ilegal. Salles nega ter cometido irregularidades.
No Ministério do Meio Ambiente, Salles também entrou em atrito com o Instituo Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) quando o órgão divulgou dados de desmatamento. 
Continua depois da publicidade
Pronunciamento
Em manifestação no Palácio do Planalto após o pedido de demissão, Salles relacionou medidas que adotou à frente da pasta e reclamou das críticas.
"Experimentei ao longo destes dois anos e meio muitas contestações, tentativas de dar a essas medidas caráter de desrespeito à legislação, o que não é verdade", declarou.
Segundo ele, a sociedade espera "respeito" ao setor produtivo e à iniciativa privada. Salles destacou a necessidade de o Brasil ampliar as obras de infraestrutura e "continuar sendo o grande líder do agronegócio".
O ex-ministro defendeu uma transição "serena". "Para que se faça da maneira mais serena possível, apresentei meu pedido de exoneração", disse.
Cobrança internacional
Desde que Bolsonaro assumiu o governo e nomeou Salles no cargo de ministro do Meio Ambiente, o Brasil tem sido cobrado internacionalmente a adotar medidas de proteção do meio ambiente.
A cobrança já partiu de países como Estados Unidos, Alemanha e Noruega 
Ainda no período eleitoral, Bolsonaro dizia que não nomearia no cargo de ministro do Meio Ambiente algum "xiita ambiental".
Também na campanha, Bolsonaro disse que se eleito iria tirar o Brasil do Acordo de Paris, mas, depois, afirmou que não iria retirar. 

CURTA AQUI NOSSA PÁGINA NO FACEBOOK

OS COMENTÁRIOS NÃO SÃO DE RESPONSABILIDADES DO INTERVALO DA NOTICIAS. OS COMENTÁRIOS IRÃO PARA ANALISE E SÓ SERÃO PUBLICADOS SE TIVEREM OS NOMES COMPLETOS.

FOTOS PODERÃO SER USADAS MEDIANTE AUTORIZAÇÃO OU CITAR A FONTE