segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026

Homem foi preso Irati por estupro, pelo crime cometido em Prudentópolis

By: INTERVALO DA NOTICIAS
Texto: INTERVALO DA NOTICIAS  Imagem: Polícia Civil 
A prisão aconteceu em Irati nesta sexta (06).
A prisão foi uma ação conjunta da Polícia Civil e da Polícia Militar de Prudentópolis, sendo um homem de 49 anos, suspeito de um crime de estupro ocorrido no último dia 18 de janeiro, em Prudentópolis.
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O crime ocorreu por volta das 06:00 hrs, nas proximidades da rodoviária municipal. 
Na ocasião, a vítima foi abordada pelo suspeito, mediante agressões físicas e ameaças, que consumou o abuso sexual.
Após os trabalhos investigativos e troca de informações entre a Polícia Civil, Polícia Militar e Polícia Penal, o suspeito que já possui histórico por crimes sexuais e havia saído recentemente do sistema prisional, que foi identificado e teve sua prisão preventiva representada pela Autoridade Policial.
O homem foi encaminhado para o sistema prisional e está a disposição da Justiça.

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NOTA DE FALECIMENTO EM IPIRANGA VIA FUNERÁRIA IMBITUVENSE - João Airton Colodel

By: INTERVALO DA NOTICIAS
Texto: INTERVALO DA NOTICIAS  Imagem: Divulgação 
Nota de falecimento na nossa região em Ipiranga, via funerária Imbituvense e do Plano Familiar IMBPAS 
NOME: João Airton Colodel aos 77 anos 
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VELÓRIO: Capela municipal de Ipiranga 
SEPULTAMENTO: A partir das 17:30 hrs, para o cemitério municipal de Ipiranga nesta segunda (09)
Nossos sentimentos para à família 

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domingo, 8 de fevereiro de 2026

Ela pagou com a vida. Os empresários pegaram só mais 04 anos de cadeia. Morreu Yasmin Amorim, menina com câncer que teve R$ 2,5 milhões destinados ao tratamento desviados por empresários

By: INTERVALO DA NOTICIAS
Texto: G1/PR Imagem: Divulgação
Yasmin Amorim, de 12 anos, morreu nesta sexta-feira (6) em Cascavel, no oeste do Paraná. Ela era portadora de um tipo de câncer agressivo chamado neuroblastoma e ficou conhecida depois que empresários desviaram R$ 2,5 milhões do tratamento dela.
A informação foi confirmada pela família de Yasmin. Atualmente, ela estava internada no Hospital do Câncer de Cascavel.
Nas redes sociais, a mãe de Yasmim, Daniele Aparecida Campos, informou que a filha teve uma piora no estado de saúde na madrugada desta sexta-feira. Por isso, uma corrente de oração estava marcada para acontecer em frente ao hospital por volta das 20h, mas a menina não resistiu. 
Yasmin convivia com a doença desde 2018, quando tinha cinco anos.
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"Ela tinha um tumor no pescoço e no tórax, iniciou o tratamento, graças a Deus foi um sucesso o tratamento dela. Ela entrou em remissão, não tinha mais células cancerígenas e em 2020, infelizmente, ela teve uma recidiva, a doença voltou", contou a mãe.
Daniele relembra que foi iniciado um novo tratamento de quimioterapia associado ao transplante de medula óssea. Novamente curada, a menina voltou a ter uma vida normal. Mesmo após cirurgias, fisioterapia e transplante de medula, a doença retornou.
Por isso, em 2024, a família buscou na Justiça o custeio de um tratamento com medicamentos importados, avaliados em cerca de R$ 2,5 milhões. Com isso, foi determinado que o governo do Paraná custeasse o medicamento chamado Danyelza. 
Após a apresentação de três orçamentos, a empresa Blowout Distribuidora, Importação e Exportação Eireli foi escolhida para fornecer os remédios. No entanto, a empresa subcontratou outra importadora, que não entregou os medicamentos de forma completa.
O hospital recebeu apenas uma ampola do medicamento Danyelza, quando eram necessárias seis. Outro medicamento, chamado Leukine, também foi entregue parcialmente: das 60 caixas previstas, apenas 10 chegaram, além de versões genéricas.
Na época, a Polícia Civil solicitou o bloqueio das contas das empresas envolvidas. As investigações apontaram que as contas estavam praticamente sem saldo. Segundo a polícia, os responsáveis pelas empresas já tinham antecedentes por crimes de estelionato.
Enquanto a Justiça tentava recuperar os valores desviados, o governo do Paraná chegou a autorizar uma nova compra emergencial da medicação. Yasmin concluiu a primeira fase do tratamento no fim de 2024, sem resposta significativa.
Em 2025, a menina iniciou a segunda fase, mas não conseguiu concluir o protocolo. Por isso, a doença avançou. 
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Empresários condenados
Lisandro Henrique Hermes e Polion Gomes Reinaux responsáveis pela compra da medicação, foram condenados por estelionato. As penas somam quatro anos, nove meses e cinco dias de prisão em regime inicialmente fechado. Eles estão presos desde agosto do ano passado. Um terceiro denunciado foi absolvido.
Segundo a sentença, os réus usaram a reputação de suas empresas para ganhar a confiança das vítimas e se aproveitaram da estrutura pública para obter vantagem indevida.
A juíza afirmou que as consequências do crime foram graves, uma vez que o atraso no tratamento fez com que a menina precisasse usar morfina a cada uma hora para suportar as dores enquanto aguardava o remédio.
 “Apesar de a sentença ser importante ao condenar os réus por estelionato, entendemos que ela ainda pode ser reformada para incluir crimes mais graves, diante da dimensão do caso”, afirmou Allan Lincoln, assistente de acusação.

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