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sábado, 7 de junho de 2025

Professora morreu em sala de aula em Curitiba; Ela foi sepultada em Imbituva e é o 2º caso em menos de uma semana

By: INTERVALO DA NOTICIAS
Texto: RIC TV Imagem: Divulgação
A professora Rosane Maria Bobato morreu aos 67 anos após passar mal dentro da sala de aula do Colégio Estadual Santa Gemma Galgani, no bairro Barreirinha, em Curitiba. Esse é o segundo caso em menos de uma semana na capital paranaense.
De acordo com a RICtv, a causa da morte da professora foi um infarto dentro da sala de aula. Rosane chegou a ser socorrida pela coordenação da escola, mas acabou morrendo no local. 
Bobato será sepultada na cidade de Imbituva na nossa região. As aulas no colégio foram canceladas em sinal de luto pela perda da professora.
Não foi divulgado mais detalhes sobre o sepultamento. 
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Morte de professora em sala de aula causa comoção 
A morte de Rosane comoveu alunos e colegas de trabalho que publicaram diversas homenagens nas redes sociais. O sindicato dos professores esteve na escola para prestar socorro e solidariedade.
“A partida da professora Rosane nos comove em um momento de grande consternação e luto pelo falecimento de outra docente, a professora Silvaneide Monteiro Andrade, que morreu nas dependências do Colégio Cívico-Militar Jayme Canet, em Curitiba, na última sexta-feira (30).
Neste momento de dor e consternação, prestamos nossa solidariedade e sinceras condolências aos(às) familiares, amigos(as), alunos(as) e ex-alunos(as),colegas de trabalho, comunidade escolar e todos(as) que tiveram o privilégio de conviver com o exemplo da professora Rosane, sua história e sua paixão pela educação” escreveu a APP Sindicato
Em nota, a Secretaria de Estado da Educação do Paraná (Seed) lametou a morte da educadora e disse que vai reforçar o programa de proteção da saúde dos docentes nos próximos dias.
“A Secretaria de Estado da Educação do Paraná manifesta profundo pesar pelo falecimento da professora Rosane Maria Bobato, ocorrido nesta quinta-feira (05), em Curitiba.
Lotada na Escola Estadual Santa Gemma Galgani, a professora passou mal durante o expediente, recebeu atendimento emergencial na unidade escolar, mas acabou falecendo.
A Seed-PR se solidariza com familiares, amigos, colegas e toda a comunidade escolar neste momento de dor, e informa que está prestando todo o suporte necessário à família da servidora e aos colegas da equipe escolar.
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A Secretaria também vai reforçar nos próximos dias o programa Bem Cuidar, de proteção da saúde dos docentes. Um novo protocolo vai promover atendimentos aos professores em todos os municípios, com realização de exames de rotina, e também será implementado um 0800 para acolhimento psicológico e orientações.
A iniciativa vai redobrar os cuidados e a atenção à saúde física e mental dos profissionais da educação. A Secretaria reafirma seu compromisso e preocupação com uma educação humanizada e segura”, disse a nota.
Segundo caso de morte de professora em uma semana  em Curitiba
Esse é o segundo caso de morte de professora em menos de uma semana em Curitiba. No dia 30 de maio, Silvaneide Monteiro Andrade, de 56 anos, morreu enquanto trabalhava no Colégio Estadual Jayme Canet, localizado no bairro Xaxim.De acordo com a Secretaria Estadual de Educação do Estado do Paraná (Seed-PR), a educadora sofreu um mal súbito durante o expediente.

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quinta-feira, 6 de junho de 2024

Governo Ratinho Jr. pede a prisão da presidente do sindicato de professores por greve no Paraná

By: INTERVALO DA NOTICIAS
Texto: CARTA CAPITAL Imagem: Divulgação
A Procuradora-Geral do Estado do Paraná pediu, nesta terça-feira 4, a prisão da professora Walkiria Olegário Mazeto, presidente da APP-Sindicato  entidade que representa os professores das escolas públicas do estado.
Segundo pedido feito pelo órgão, representante jurídico do governo Ratinho Jr (PSD), Walkiria descumpriu ordem judicial ao manter a greve dos professores contra a privatização de escolas estaduais do Paraná.
O pedido ainda requer que seja arbitrada multa diária, no valor de 10 mil reais em desfavor de Walkiria, caso a presidente do sindicato continue “incitando o movimento paredista de professores”.
O órgão ainda pede multa diária no valor de 100 mil reais em desfavor da entidade sindical, aplicável desde o dia 3 de junho, após uma determinação judicial para interromper a greve. 
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“Em razão do não cumprimento da ordem judicial da qual tinha ciência inequívoca e que suspendeu o movimento grevista na data de 01 de junho de 2024 (cujo início seria em 03 de junho de 2024), mantendo todos os atos paredistas, incitando cidadãos verbalmente e através das redes sociais à adesão à greve, e, ainda, com isto, gerando danos ao patrimônio público que serão objeto de pedido de ressarcimento oportunamente”, diz o pedido.
O órgão ainda alega que o sindicato tem disseminado notícias falsas e induzido alunos menores de idade a se engajar com a luta.
A disputa entre professores e o governo de Ratinho Jr. teve início após o início da tramitação, na Assembleia Legislativa do Paraná, do projeto que passa a administração das escolas públicas do estado para empresas privadas.
O PL, chamado de “Parceiros da Escola”, tem como função principal repassar a verba que seria direcionada às escolas públicas para uma empresa que vai decidir como gastar esse dinheiro. Sob violência de policiais contra professores, o projeto foi aprovado em sessões realizadas na segunda e na terça-feira e agora segue para a sanção do governador.
Especialistas e professores apontam diversos problemas do projeto, entre eles a ausência da obrigatoriedade de transparência dos gastos das empresas, o que facilitaria a corrupção. 
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Em nota, a APP-Sindicato classificou o pedido como truculento, autoritário e sem fundamento.
“Tudo isso só confirma as atitudes antissindicais e ilegais deste governo, além de sua truculência contra o funcionalismo público, o autoritarismo e o abuso de poder desproporcional do Estado contra a organização dos(as) trabalhadores(as) da educação”, diz o texto.
A entidade informa, ainda, que está “tomando todas as medidas políticas e jurídicas necessárias para o cancelamento imediato desta proposição que não possui qualquer fundamento legal”. O sindicato cita uma ação em conjunto com a OAB e deputados estaduais contra a solicitação.
Até o momento, nenhuma decisão judicial foi tomada após o pedido de prisão da sindicalista. 
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