By: INTERVALO DA NOTICIAS
Texto: PLURAL – Imagem: Divulgação A conta de luz no Paraná pode ficar significativamente mais cara a partir de 24 de junho. Segundo a proposta preliminar de Revisão Tarifária Periódica (RTP) de 2026, apresentada pela Companhia Paranaense de Energia (Copel) e colocada em consulta pública pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), o aumento médio seria de cerca de 19% para consumidores residenciais e pode chegar a até 51% para parte do setor industrial, dependendo da classe de tensão.
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A distribuidora atende cerca de 5,29 milhões de unidades consumidoras em 394 dos 399 municípios do estado, com receita anual estimada em torno de R$ 16 bilhões. Privatizada pelo governo Ratinho Júnior (PSD), a empresa, que cortou milhares de postos de trabalho, defende o reajuste alegando que os recursos serão usados em “melhorias” no sistema de energia do Paraná.
Como a revisão funciona e quem será mais atingido
Diferente dos reajustes anuais, que apenas atualizam tarifas com base na inflação e em custos não gerenciáveis, a Revisão Tarifária Periódica é um ciclo aprofundado a cada cinco anos para a Copel. Nesse processo, a Aneel reassume custos operacionais, investimentos na rede, metas de eficiência e a forma de remunerar os ativos da distribuidora, o que impacta diretamente o lucro dos acionistas.
Diferente dos reajustes anuais, que apenas atualizam tarifas com base na inflação e em custos não gerenciáveis, a Revisão Tarifária Periódica é um ciclo aprofundado a cada cinco anos para a Copel. Nesse processo, a Aneel reassume custos operacionais, investimentos na rede, metas de eficiência e a forma de remunerar os ativos da distribuidora, o que impacta diretamente o lucro dos acionistas.
A nota técnica indica um impacto médio de 19,15% a 19,20% nas tarifas residenciais urbanas (classe B1) no Paraná, com percentual ligeiramente menor para áreas rurais. Para o setor de alta tensão, que inclui indústrias, grandes comércios e sistemas de irrigação, a média proposta gira em torno de 19,55%, mas algumas classes sofreriam saltos bem mais brutais: até 51,21% para a classe A2 e 45,24% para a A3, o que pode afetar competitividade e custos de produção em cadeias econômicas sensíveis.
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Por que a tarifa deve subir?
A Aneel aponta como principais fatores que pressionam a proposta:
- Aumento de custos de transmissão, ou seja, o uso do sistema de linhas de alta tensão que conecta usinas às subestações;
- Encargos setoriais, como a Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), que financia subsídios e programas de expansão;
- Retirada de componentes financeiros de tarifas de processos anteriores, que venham sendo repassados gradualmente ao consumidor;
Além desses itens técnicos, está em jogo uma nova lógica de rentabilidade da Copel pós‑privatização. Com a empresa passando a buscar maior lucro para investidores, parte da pressão aparece mitigada via tarifa, não via corte de margem.
Impactos da privatização
A privatização da Copel, concluída em agosto de 2023 sob o governo Ratinho Júnior (PSD), foi acompanhada por promessas de modernização, maior eficiência e investimentos em infraestrutura. Na prática, porém, consumidores paranaenses vêm registrando reajustes sucessivos nas faturas desde a transição da companhia.
A Aneel aponta como principais fatores que pressionam a proposta:
- Aumento de custos de transmissão, ou seja, o uso do sistema de linhas de alta tensão que conecta usinas às subestações;
- Encargos setoriais, como a Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), que financia subsídios e programas de expansão;
- Retirada de componentes financeiros de tarifas de processos anteriores, que venham sendo repassados gradualmente ao consumidor;
Além desses itens técnicos, está em jogo uma nova lógica de rentabilidade da Copel pós‑privatização. Com a empresa passando a buscar maior lucro para investidores, parte da pressão aparece mitigada via tarifa, não via corte de margem.
Impactos da privatização
A privatização da Copel, concluída em agosto de 2023 sob o governo Ratinho Júnior (PSD), foi acompanhada por promessas de modernização, maior eficiência e investimentos em infraestrutura. Na prática, porém, consumidores paranaenses vêm registrando reajustes sucessivos nas faturas desde a transição da companhia.
A Aneeel continua autorizando revisões e atualizações periódicas, dentro do contrato de concessão. A tese defendida pelas empresas é de que esses valores cobrem investimentos em modernização, expansão e redução de perdas técnicas.
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Como participar da consulta pública
A Consulta Pública nº 005/2026 ficará aberta entre 8 de abril e 22 de maio, período em que a sociedade pode enviar contribuições sobre a proposta de reajuste da Copel.
A Consulta Pública nº 005/2026 ficará aberta entre 8 de abril e 22 de maio, período em que a sociedade pode enviar contribuições sobre a proposta de reajuste da Copel.
As manifestações podem ser feitas:
Pela página da consulta no site da ANEEL (Consulta Pública nº 005/2026).
Por e‑mail, para os endereços:
cp005_2026pt@aneel.gov.br - para o tema Perdas Técnicas;
cp005_2026et@aneel.gov.br - para o tema Estrutura Tarifária.
cp005_2026rv@aneel.gov.br - para o tema Revisão Tarifária.
Além disso, está prevista uma audiência pública presencial no dia 29 de abril, em Curitiba, com local ainda a ser confirmado.
Após essa etapa, caberá à diretoria da Aneel decidir se aprova, modera ou reduz parcialmente os índices propostos pela Copel. Se mantido em grande parte, o reajuste passa a valer a partir de 24 de junho de 2026, afetando milhões de unidades consumidoras.
Pela página da consulta no site da ANEEL (Consulta Pública nº 005/2026).
Por e‑mail, para os endereços:
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Além disso, está prevista uma audiência pública presencial no dia 29 de abril, em Curitiba, com local ainda a ser confirmado.
Após essa etapa, caberá à diretoria da Aneel decidir se aprova, modera ou reduz parcialmente os índices propostos pela Copel. Se mantido em grande parte, o reajuste passa a valer a partir de 24 de junho de 2026, afetando milhões de unidades consumidoras.
Com informações do Plural.
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