quarta-feira, 6 de abril de 2016

Polícia está na cola dos 'parceiros' de rapaz suspeito de assalto ao Madero



By: INTERVALO DA NOTICIAS
Texto: PARANÁ ONLINE Imagem: Gerson Klaina


A Policia Civil afirma que Patrick Struns, de 19 anos, é um dos envolvidos no assalto ao restaurante Madero, que aconteceu na noite de domingo (3). O rapaz foi preso na segunda-feira (4), por tráfico de drogas, mas acabou reconhecido por funcionários e clientes que estavam no restaurante na hora do crime.
Segundo o delegado Pedro Felipe, da Delegacia de Furtos e Roubos (DFR), a suspeita sobre o rapaz ficou mais forte depois da prisão. "Tínhamos o identificado com o retrato falado e aconteceu de ele ser preso por outro crime. Ele foi reconhecido tanto por foto, quanto por voz e também pessoalmente", disse.
Patrick foi preso por policiais do 5º Distrito Policial (DP) depois de uma abordagem no bairro Cajuru. Com ele, os policiais encontraram drogas, munições de pistola 9 milímetros e um carregador.
No dia do crime, pelo menos quatro homens estariam envolvidos, conforme informou o delegado. Três entraram no restaurante e um teria dado cobertura do lado de fora.
Na fuga, quando a PM chegou, um dos assaltantes saiu do restaurante ferido e morreu em um confronto com policiais em um terreno próximo. Ao contrário do que foi noticiado, de que o homem teria sido baleado por um dos seguranças do resultante, a Polícia Civil divulgou imagens que mostram que o bandido foi ferido com uma faca.
Os policiais procuram agora pelo terceiro rapaz, que também teria o primeiro nome Patrick, e que conseguiu fugir, mas que ainda não foi identificado oficialmente. "O que temos, até o momento, é apenas o retrato falado. Ele estaria de boné na hora do crime". O quarto bandido, que estava no carro, não foi sequer visto pelas testemunhas, mas os policiais também tentam identificá-lo.
Defesa
A advogada Sandra Cavalcante, que representa Patrick Struns, afirma que o rapaz não esteve envolvido no assalto. "Ele realmente é muito parecido com o retrato falado, o que pode ter confundido as vítimas, mas temos provas como imagens de câmeras de segurança, que mostram que ele estava em casa na hora do crime", disse.
Segundo a advogada, a pressa por querer dar uma resposta à sociedade pode ter feito com que a polícia errasse na informação. "Não há dúvidas de que precisa haver uma resposta, mas os fatos precisam ser melhor investigados e apurados, porque nesse momento não podemos acusar e nem defender ninguém".

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