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INTERVALO DA NOTICIAS
Texto: JORNAL RAZAO – Imagem: Divulgação O
caso da morte brutal do pequeno Moisés Falk Silva, de apenas 4 anos, em
Florianópolis, ganhou novos contornos nesta quinta-feira (28). Segundo
informações reveladas inicialmente pela NSC TV e confirmadas pelo
Jornal Razão, o padrasto da criança fez uma busca inquietante em um
aplicativo de inteligência artificial no mesmo dia em que o menino
morreu:
“O que acontece se ficar enforcando muito uma criança?”
A pergunta foi registrada no celular do suspeito e incluída no
inquérito da Polícia Civil. A IA respondeu dizendo que “enforcar uma
criança é extremamente perigoso e nunca deve ser feito, nem de
brincadeira”, explicando os possíveis efeitos no organismo.
A consulta foi feita no dia 17 de agosto, poucas
horas antes do menino ser levado desacordado ao hospital, já em parada
cardiorrespiratória, com lesões graves no corpo. O conteúdo foi
considerado pela polícia como um indício claro de premeditação e crueldade.
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Com a conclusão do inquérito, tanto o padrasto quanto a mãe da criança foram indiciados por homicídio qualificado, com duas qualificadoras:
- Meio cruel;
- Contra menor de 14 anos;
- Contra menor de 14 anos;
O caso agora está sob responsabilidade da 36ª Promotoria da Capital, e o promotor André Otávio Vieira de Mello avaliará se oferece denúncia, solicita novas diligências ou pede arquivamento.
O que dizem os laudos
O laudo necroscópico aponta que Moisés morreu por choque hemorrágico causado por traumatismo abdominal, provocado por instrumento contundente.
O documento reforça o que os médicos e socorristas já haviam relatado ao receber o menino no hospital:
- Mordida na bochecha
- Manchas roxas no abdômen
- Marcas de pancadas nas costas
O corpo de Moisés já apresentava sinais de agressões anteriores,
segundo informações médicas. E essa não foi a primeira vez que ele
chegou a uma unidade de saúde com sinais de maus-tratos.
Registros anteriores ignorados
Como o Jornal Razão já havia revelado, em 22 de maio, Moisés foi levado à UPA Sul da Ilha com múltiplas lesões e transferido ao Hospital Infantil Joana de Gusmão, onde passou por exames com resultados alarmantes:
- CPK em 2.587 (o normal seria até 200)
- Lipase em 1.275
- Lactato em 20,9
- CID T74.4 – Síndrome de Maus-Tratos
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Mesmo assim, ele teve alta e voltou para casa com o mesmo padrasto. A mãe, Larissa de Araújo Falk, de 24 anos, registrou boletim de ocorrência tentando culpar uma babá, e chegou a declarar à polícia que “torcia para que não fosse agressão”.
A Delegacia da Criança abriu inquérito. O hospital notificou as autoridades. O Conselho Tutelar foi acionado.
E ninguém afastou o agressor.
O dia do crime
Segundo a polícia, o crime ocorreu por volta das 15h30 do dia 17 de agosto.
O padrasto afirmou em depoimento que percebeu que a criança estava
“estranha” e foi até a casa da vizinha, uma enfermeira, para pedir
ajuda. A mulher tentou reanimação ainda durante o trajeto até o MultiHospital, no Sul da Ilha, mas o menino chegou sem vida.
Testemunhas disseram que o padrasto apresentou um comportamento “frio” e até tentou simular um desmaio na frente da mãe da criança. Larissa estava no trabalho, segundo ela mesma relatou à polícia.
A equipe médica, ao constatar o estado da criança, acionou imediatamente a Polícia Civil.
Prisão e desdobramentos
O casal foi preso em flagrante naquele mesmo dia.
A mãe foi solta na audiência de custódia, com base no argumento de que está grávida. O padrasto, de 23 anos, continua preso preventivamente.
Com a inclusão da pesquisa feita na IA, o inquérito da Polícia Civil reforça a tese de que Moisés sofria maus-tratos de forma contínua, com conhecimento e omissão por parte da mãe.
Símbolo de uma tragédia anunciada
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Seu nome agora se tornou símbolo de tudo o que falhou:
- Um diagnóstico oficial de maus-tratos
- Exames laboratoriais alarmantes
- Boletins de ocorrência
- Avisos ao Conselho Tutelar
- Inquérito em andamento
E nenhuma medida protetiva foi tomada.
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