sábado, 30 de agosto de 2025

‘O que acontece se enforcar?’: padrasto perguntou ao ChatGPT antes de matar criança de 04 anos em Florianópolis

By: INTERVALO DA NOTICIAS
Texto: JORNAL RAZAO Imagem: Divulgação 
O caso da morte brutal do pequeno Moisés Falk Silva, de apenas 4 anos, em Florianópolis, ganhou novos contornos nesta quinta-feira (28). Segundo informações reveladas inicialmente pela NSC TV e confirmadas pelo Jornal Razão, o padrasto da criança fez uma busca inquietante em um aplicativo de inteligência artificial no mesmo dia em que o menino morreu:
“O que acontece se ficar enforcando muito uma criança?”
A pergunta foi registrada no celular do suspeito e incluída no inquérito da Polícia Civil. A IA respondeu dizendo que “enforcar uma criança é extremamente perigoso e nunca deve ser feito, nem de brincadeira”, explicando os possíveis efeitos no organismo.
A consulta foi feita no dia 17 de agosto, poucas horas antes do menino ser levado desacordado ao hospital, já em parada cardiorrespiratória, com lesões graves no corpo. O conteúdo foi considerado pela polícia como um indício claro de premeditação e crueldade.
Continua depois da publicidade
Indiciamento por homicídio qualificado
Com a conclusão do inquérito, tanto o padrasto quanto a mãe da criança foram indiciados por homicídio qualificado, com duas qualificadoras:
- Meio cruel;
- Contra menor de 14 anos;
O caso agora está sob responsabilidade da 36ª Promotoria da Capital, e o promotor André Otávio Vieira de Mello avaliará se oferece denúncia, solicita novas diligências ou pede arquivamento.
O que dizem os laudos
O laudo necroscópico aponta que Moisés morreu por choque hemorrágico causado por traumatismo abdominal, provocado por instrumento contundente.
O documento reforça o que os médicos e socorristas já haviam relatado ao receber o menino no hospital:
  • Mordida na bochecha
  • Manchas roxas no abdômen
  • Marcas de pancadas nas costas
O corpo de Moisés já apresentava sinais de agressões anteriores, segundo informações médicas. E essa não foi a primeira vez que ele chegou a uma unidade de saúde com sinais de maus-tratos.
Registros anteriores ignorados
Como o Jornal Razão já havia revelado, em 22 de maio, Moisés foi levado à UPA Sul da Ilha com múltiplas lesões e transferido ao Hospital Infantil Joana de Gusmão, onde passou por exames com resultados alarmantes:
  • CPK em 2.587 (o normal seria até 200)
  • Lipase em 1.275
  • Lactato em 20,9
  • CID T74.4 – Síndrome de Maus-Tratos
Continua depois da publicidade
Mesmo assim, ele teve alta e voltou para casa com o mesmo padrasto. A mãe, Larissa de Araújo Falk, de 24 anos, registrou boletim de ocorrência tentando culpar uma babá, e chegou a declarar à polícia que “torcia para que não fosse agressão”.
A Delegacia da Criança abriu inquérito. O hospital notificou as autoridades. O Conselho Tutelar foi acionado.
E ninguém afastou o agressor.
O dia do crime
Segundo a polícia, o crime ocorreu por volta das 15h30 do dia 17 de agosto.
O padrasto afirmou em depoimento que percebeu que a criança estava “estranha” e foi até a casa da vizinha, uma enfermeira, para pedir ajuda. A mulher tentou reanimação ainda durante o trajeto até o MultiHospital, no Sul da Ilha, mas o menino chegou sem vida.
Testemunhas disseram que o padrasto apresentou um comportamento “frio” e até tentou simular um desmaio na frente da mãe da criança. Larissa estava no trabalho, segundo ela mesma relatou à polícia.
A equipe médica, ao constatar o estado da criança, acionou imediatamente a Polícia Civil.
Prisão e desdobramentos
O casal foi preso em flagrante naquele mesmo dia.
A mãe foi solta na audiência de custódia, com base no argumento de que está grávida. O padrasto, de 23 anos, continua preso preventivamente.
Com a inclusão da pesquisa feita na IA, o inquérito da Polícia Civil reforça a tese de que Moisés sofria maus-tratos de forma contínua, com conhecimento e omissão por parte da mãe.
Símbolo de uma tragédia anunciada
Continua depois da publicidade
Moisés foi enterrado em Florianópolis no dia 18 de agosto.
Seu nome agora se tornou símbolo de tudo o que falhou:
  • Um diagnóstico oficial de maus-tratos
  • Exames laboratoriais alarmantes
  • Boletins de ocorrência
  • Avisos ao Conselho Tutelar
  • Inquérito em andamento
E nenhuma medida protetiva foi tomada.

PARTICIPE DO NOSSO GRUPO NO WHATSAPP. 

GRUPO 2 - CLIQUE AQUI.

GRUPO 1 - CLIQUE AQUI.

GRUPO 4 - CLIQUE AQUI.

GRUPO - CLIQUE AQUI

GRUPO 3 : CLIQUE AQUI.

GRUPO 5: CLIQUE AQUI

GRUPO 6: CLIQUE AQUI.

CURTA AQUI NOSSA PÁGINA NO FACEBOOK

OS COMENTÁRIOS NÃO SÃO DE RESPONSABILIDADES DO INTERVALO DA NOTICIAS. OS COMENTÁRIOS IRÃO PARA ANALISE E SÓ SERÃO PUBLICADOS SE TIVEREM OS NOMES COMPLETOS.

FOTOS PODERÃO SER USADAS MEDIANTE AUTORIZAÇÃO OU CITAR A FONTE

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Observação: somente um membro deste blog pode postar um comentário.