quinta-feira, 22 de julho de 2021

Podemos quer Moro contra Bolsonaro e Lula em 2022

By: INTERVALO DA NOTICIAS
Texto: PORTAL BEM PARANA Imagem: Marcelo Casal Jr/Agência Brasil
Defensores do nome de Sérgio Moro para a disputa presidencial deflagraram um movimento político para tentar convencer o ex-ministro da Justiça a disputar a eleição presidencial do próximo ano. Entre os entusiastas da ideia está o Podemos – partido dos senadores do Paraná, Alvaro Dias, Oriovisto Guimarães e Flávio Arns – que mantém conversas com o ex-juiz e ex-ministro da Justiça do governo Bolsonaro, e oferece a legenda para que ele concorra à sucessão. A campanha, batizada de “Moro 2022 contra o sistema”, defende que o ex-juiz ocupe a faixa da “terceira via”, como alternativa às candidaturas do presidente Jair Bolsonaro e do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
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O movimento também se intensificou com a presença de Moro no Brasil - ele está morando e trabalhando nos Estados Unidos -, onde teve conversas com políticos que defendem sua candidatura. Para apoiadores, Moro não definiu ainda se está disposto a se lançar como candidato ao Planalto. Mas, segundo o senador Oriovisto, de quem é próximo politicamente, ele também não descartou a possibilidade de participar da disputa. O prazo para essa decisão seria em outubro, já com o cenário político um pouco mais definido.
“Temos um diálogo excelente com Moro”, conta o paranaense. “Ele já nos disse que, se resolver entrar na política vai se filiar ao Podemos. Fizemos algumas reuniões e estamos insistindo nisso com ele. Moro ainda não aceitou ser candidato a presidente, mas também não disse não. Ele está pedindo tempo para pensar. E a hora de fazer campanha para que ele aceite é agora”, diz.
Vácuo
Oriovisto Guimarães diz que o quadro político atual criou um “vácuo político” onde Moro poderia se transformar numa alternativa. “O Brasil está vivendo uma política bipolar. É uma coisa absurda. Hoje, a opção está entre a corrupção de esquerda e a corrupção de direita. São duas corrupções com cores ideológicas diferentes. Mas são governos igualmente corruptos. 
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Um está envolvido com rachadinhas, com negócio de vacina, Queiroz. Do Lula não precisa nem falar. Depois do mensalão e do petrolão, não precisa falar de corrupção do PT mais. Não é possível que o Brasil se resuma a essas duas opções”, diz o senador paranaense. Sua avaliação é de que há um crescente desembarque de eleitores de Bolsonaro.

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