By: INTERVALO DA NOTICIAS
Texto: R7 – Imagem: Divulgação
Usain Bolt é o dono da medalha de ouro nos 200 m dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro. O jamaicano fez história nas pistas do Engenhão ao vencer a prova em 19s78.
Como era de se esperar, em sua prova favorita, o jamaicano dominou a prova do início ao fim, chegando ao lugar mais alto do pódio novamente na Rio 2016.
O dono da medalha de prata foi o canadense Andre De Grasse, medalhista de bronze nos 100 m rasos dos Jogos Olímpicos do Rio. Quem completa o pódio é o francês Christophe Lemaitre.
A Polícia Civil do Rio de Janeiro ainda não sabe o que teria motivado os nadadores americanos a inventarem o assalto sofrido na saída de uma festa, na zona sul do Rio, no último sábado (13). Mas o chefe da Polícia Civil, Fernando Veloso, não descarta a hipótese de que Ryan Lochte e outros três nadadores americanos tenham mentido para encobrir o fato de estarem no evento com mulheres.
De acordo com os investigadores, um taxista se apresentou à polícia e contou que buscou duas meninas na saída da mesma festa em que estavam os nadadores. As jovens teriam comentado durante a viagem que ficaram os atletas.
Ao R7, Fernando Veloso falou que a motivação não é relevante para a investigação. Mas que os atletas Gunnar Bentz e Jack Conger ouvidos na tarde desta quinta apresentaram duas situações: mentiram para salvar o relacionamento do Lotche e porque não poderiam ter se envolvido em farra com bebidas e não queriam se complicar com o COI (Comitê Olímpico Internacional).
O delegado titular da Deat (Delegacia Especial de Atendimento ao Turismo), Alexandre Braga, também afirmou que o que motivou os atletas a mentirem não é o mais importante.
— O que importa é que eles produziam uma história inverídica. Os próprios colegas refutaram a versão. Se houve circo, não é nosso.
Os nadadores Gunnar Bentz e Jack Conger prestaram depoimento nesta quinta-feira na Deat (Delegacia Especial de Atendimento ao Turista). Ryan Lotche retornou ao Estados Unidos nesta semana. Por volta das 19h30, a polícia confirmou que o quatro nadador envolvido no caso, James Feigen, prestava depoimento, mas a pedido da defesa do atleta o local não foi revelado.
Um dos nadadores norte-americano, impedido de embarcar para os Estados Unidos na noite de quarta-feira (17), confirmou em depoimento à polícia nesta quinta que os atletas não foram assaltados e que promoveram vandalismo dentro do banheiro de um posto de gasolina.
Segundo o chefe da Polícia Civil, Fernando Veloso, um dos nadadores atribui as "condutas extremas" a Ryan Lotche — que já voltou aos Estados Unidos — e que na noite do incidente "estava muito exaltado por estar sob efeito de bebida alcoolica".
Depoimentos de testemunhas que estavam no posto de gasolina e imagens de câmera de segurança confirmam que os atletas mentiram que foram vítimas de assalto. Veloso afirmou que as investigações ainda não foram concluídas e que, em tese, os atletas podem responder por falsa comunicação de crime e por dano a patrimônio. Segundo ele, se confirmados, esses delitos não levariam à prisão dos autores.
Segundo o Veloso, as investigações apontam que Lotche tenha sido o articulador da falsa narrativa. A polícia já está em contato com FBI, a polícia norte-americana, para que Lochte preste depoimento às autoridades nos Estados Unidos.
Veloso disse que não vê necessidade de manter os passaportes dos nadadores apreendidos, porque eles se apresentaram para depor. Entretanto, o chefe de polícia pondera que é a Justiça que deve decidir sobre o impedimento de os atletas deixarem o País.
No último dia de competições da vela na Rio 2016, o Brasil enfim conseguiu uma medalha em um dos esportes que mais subiu ao pódio na história das Olimpíadas. Na categoria 49er FX, a dupla Martine Grael e Kahena Kunze venceram a regata da medalha e conquistaram o ouro.
Com 18 medalhas, a vela é o segundo esporte com mais medlahas olímpicas, atrás apenas do judô, com 22.
E Martine ainda escreve mais uma vez o nome dos Grael na história, com a oitava medalha da família. Torben Grael, seu pai, tem cinco medalhas (ouro em Atlanta 1996 e Atenas 2004; prata em Los Angeles 1984; e bronze em Seul 1988 e Sidney 2000), enquanto seu tio Lars conquistou dois pódios (bronze em Seul 1988 e Atlanta 1996).
Kahena e Martine chegaram à etapa final praticamente empatadas com outros três conjuntos: Espanha, Dinamarca e Nova Zelândia.
As brasileiras largaram na frente, mas foram ultrapassadas por Alex Maloney e Molly Meech, da Nova Zelândia, na segunda das cinco boias.
As neozelandesas mantiveram a ponta até a quarta marca, quando chegaram a colocar mais de 60 metros de vantagem. Antes de passarem pela quinta e última boia, Martine e Kahena adotaram uma estratégia diferente e superaram as adversárias, assumindo a dianteira na última parte da prova.
As brasileiras completaram a prova em 21m21s, levando o ouro. A dupla da Nova Zelândia chegou apenas dois segundos atrás e ficou com a prata. O bronze foi para as dinamarquesas Jena Hansen e Katja Steen Salskov-Iversen, que chegaram em quarto lugar na regata da medalha.
A vela traz medalhas para o Brasil desde as Olimpíadas da Cidade do México, em 1962. De lá para cá ocorreram 12 edições dos Jogos, e somente em duas o esporte não subiu ao pódio: Barcelona 1992 e Munique 1972.
Em seu primeiro arremesso de peso na Rio 2016, o catarinense Darlan Romani, de 25 anos, superou sua melhor marca e quebrou o recorde brasileiro, lançando a bola de 7,26 kg a 20,94 metros.
Com a marca, Romani conseguiu passagem direta para a final, pois seu desempenho ficou acima do índice de 20,65 metros, que garante classificação automática.
Romani encontra-se na terceira colocação geral antes da final, mas a fase classificatória continua ao longo do dia e a situação pode mudar.
A final do arremesso de peso masculino está marcada para as 20h30 desta quinta-feira. A modalidade está nos jogos desde a primeira Olimpíada, em Atenas (1896). Romani é o único brasileiro na competição.
O Brasil tem um novo herói no esporte olímpico! Depois da prata na canoagem individual 1.000m, o canoísta Isaquias Queiroz conquistou nesta quinta-feira (18) a medalha de bronze na categoria C1 200m. Com o feito, o baiano igualou os nadadores César Cielo e Gustavo Borges como os atletas com mais medalhas em uma só edição das Olimpíadas.
Isaquias não largou bem e viu os adversários abrirem vantagem nos primeiros 100m.
Mas o brasileiro já mostrou que cresce durante as competições e, na reta final, se recuperou de maneira incrível e completou a prova com um tempo de 39s62, pouco menos que o ucraniano Iurii Cheban (39s27), que ficou com o ouro, e Valentin Demyanenko, do Azerbaijão, prata com 39s49.
Além dos dois pódios nas provas individuais, Isaquias ainda pode conquistar uma terceira medalha na Rio 2016. Nesta sexta, ele disputa as eliminatórias da categoria C2 1.000m (canoagem em duplas), com Erlon de Souza Silva. A grande final acontece no sábado.
No pódio de hoje, ao receber sua medalha, Isaquias mostrou primeiro o número "2" com os dedos, em referência à sua segunda medalha, e logo em seguida indicou o "3", revelando que seu objetivo é se tornar o maior atleta olímpico brasileiro da Rio 2016.
A medalha de ouro ficou na rede no vôlei de praia feminino. Na madrugada de quarta para quinta, Ágatha e Bárbara enfrentaram Ludwig e Walkenhorst nas areias de Copacabana e foram derrotadas por 2 sets a 0, ficando com a medalha de prata nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro.
O 1º set começou equilibrado, ficando ponto a ponto por grande parte, porém na parte final as alemãs conseguiram impor um ritmo forte e venceram por 21 a 18.
No set decisivo para as meninas brasileiras, elas começaram com os nervos à flor da pela, permitindo que a dupla da Alemanha chegasse a abrir boa vantagem. Aos poucos, Ludwig e Walkenhorst se encontravam cada vez mais e davam menos espaço para Ágatha e Bárbara. Com isso, as alemãs fecharam o 2º set e o jogo em 21 a 14.
Com a derrota, Ágatha e Bárbara ficam com a medalha de prata nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, a primeira da dupla brasileira.
Confira aqui o quadro de medalhas.
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