sexta-feira, 26 de junho de 2015

Prova aplicada na rede estadual pergunta: 'Por que Beto Richa é contra a sociedade?'



By: INTERVALO DA NOTICIAS
Texto: CGN Imagem: Divulgação


A Secretaria Estadual de Educação do Paraná garante que vai tomar providências junto ao núcleo jurídico, com relação a avaliação aplicada a alunos do Colégio Ayrton Senna da Silva, em Almirante Tamandaré – Região Metropolitana de Curitiba. Na prova, há questões como “Por que Beto Richa é contra a sociedade?” e “Por que aconteceu o massacre dos educadores?”.
Outras perguntas se referem ao dia 29 de abril e também tratam da mudança na ParanaPrevidência. Ao todo, são dez questões, formuladas pelos professores de História Jorge de Queiroz e Edina Macionk. Jorge leciona há 13 anos e defende que tem liberdade de expressão em sala de aula para formar consciência política.
"Nós em sala de aula, temos liberdade de expressão. Eu não posso na condição de professor ser neutro. Nós formamos consciência histórica, consciência política. E um professor de História não pode estar desligado da realidade. Esses fatos que ocorreram no Centro Cívico, a data-base não respeita pelo governo do Estado... tem que ser discutido", afirmou para a Band News FM Curitiba.
Em caso de ação jurídica contra os educadores que aplicaram a prova, a APP Sindicato garante que dará apoio legal aos professores. Para o presidente Hermes Leão, não houve ataque pessoal nas questões da prova de História.
"Todo ataque pessoal a qualquer autoridade precisa ser evitado. Nós temos insistido que a categoria tem toda condição, até porque trabalha com o conhecimento, para produzir um currículo e um debate político na escola. No caso ali não foi um ataque pessoal", destacou para a rádio.
Especialistas apontam que o professor não deve induzir os alunos com afirmações como as aplicadas na prova do Colégio Ayrton Senna. Deve apenas apresentar os fatos e deixar que o estudante chegue à própria conclusão.
Por meio de nota, a Secretaria Estadual de Educação afirma que tem recebido informações a respeito de aulas com caráter doutrinário e político, além de ter conhecimento de professores que estão “insuflando crianças e adolescentes contra o governo do Estado”. A pasta pede ainda que pais ou responsáveis denunciem os comportamentos ou atividades consideradas indevidas, pelo telefone 0800-419192.

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