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sábado, 6 de junho de 2026

Brasil considera comprar mais 20 caças da Suécia

By: INTERVALO DA NOTICIAS
Texto: CARTA CAPITAL Imagem: Divulgação
O Brasil quer adquirir 20 aviões de combate Gripen adicionais fabricados pelo grupo de defesa sueco Saab, além dos 36 já adquiridos, anunciou nesta quinta-feira 4 o ministro da Defesa sueco. 
“Em sua declaração de intenções, o Brasil se declara disposto a ir além dos 36 aparelhos já entregues e a considerar a aquisição de 20 Gripens adicionais”, disse Pål Jonson durante entrevista coletiva conjunta com seu homólogo brasileiro, José Múcio
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“Serão, claro, fabricados no Brasil”, acrescentou, sem fornecer um cronograma ou valor.
Em 2014, o Brasil fechou um acordo para a compra de 36 Gripen E/F produzidos pelo fabricante aeronáutico Saab, por um contrato no valor de 4,5 bilhões de dólares (cerca de 11,9 bilhões de reais, na cotação da época). 
No fim de março, o Brasil apresentou o primeiro Gripen fabricado em seu território, já que o acordo de 2014 inclui 15 aeronaves produzidas nas instalações da fabricante aeronáutica brasileira Embraer em Gavião Peixoto, no estado de São Paulo. 
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“Essas aeronaves adicionais demonstram o sucesso da nossa parceria”, declarou o ministro brasileiro. 
“É uma conquista termos superado as dificuldades, e estamos comprometidos em fortalecer ainda mais essa parceria.” 
Brasília escolheu a aeronave sueca em detrimento do Rafale, da francesa Dassault Aviation, e do F/A-18 Super Hornet, da fabricante americana Boeing.
Os termos da licitação de 2014 foram alvo de uma ampla investigação no Brasil devido a suspeitas de corrupção em detrimento do Rafale.
Processado neste caso após seus primeiros mandatos (2003-2010), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi absolvido em 2021 por falta de provas.
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Brasil e Suécia também concordaram, nesta quinta-feira, em estabelecer um centro no país sul-americano dedicado ao desenvolvimento de novos sistemas e equipamentos para a operação, manutenção e modernização das aeronaves Gripen.

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sexta-feira, 16 de janeiro de 2026

Seis países da europa enviaram tropas para Groenlândia após ameças dos EUA

By: INTERVALO DA NOTICIAS
Texto: JN/G1 Imagem: Divulgação
Seis países europeus enviaram nesta quinta-feira (15) forças militares para a Groenlândia
O desembarque de mais tropas europeias na Groenlândia é um sinal político direto para Donald Trump. São militares do Reino Unido, França, Alemanha, Noruega, Holanda e Suécia - todos membros da OTAN, a aliança militar do Ocidente. E que agora unem forças à Dinamarca para proteger a maior ilha do planeta - um território semi-autônomo - rico em minerais - e que tá na mira dos Estados Unidos
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Trump insiste que quer o controle desse território gelado por questão de segurança nacional, já que, segundo ele, os europeus não estão levando a sério o risco de incursões da Rússia e da China. 
Esse território pertence à União Europeia - declarou nesta quinta-feira (15) Emmanuel Macron, presidente da França. "A História não perdoa despreparo, nem fraqueza. São esforços pra nos manter à altura dos perigos", disse o francês.
A Aliança Militar do Ocidente - que tem como base a defesa mútua - enfrenta hoje o seu maior teste. É a primeira vez na história que as incertezas de uma possível invasão, envolvendo membros da própria OTAN, colocam aliados em posição de alerta. Os europeus, nesta quinta-feira (15) , demonstraram que estão dispostos e unidos na linha de frente.
Marc Jacobsen, professor da Royal Danish Defense College, avalia que Dinamarca e Groenlândia traçaram uma linha, um limite, naquele encontro com os americanos. Não há abertura para se discutir invasão de território, disse o professor. 
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"O aumento da presença militar na Groenlândia é uma estratégia de comunicação, e o alvo da mensagem nesse caso são os americanos".
A porta-voz da Casa Branca disse que as negociações com a Dinamarca continuam e que a presença de tropas europeias não faz a menor diferença para Donald Trump. 

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