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sábado, 23 de março de 2024

PGR nega recurso para reabertura de investigações contra Beto Richa

By: INTERVALO DA NOTICIAS
Texto: RIC MAIS Imagem: Élio Kohut (Intervalo da Noticias)
A Procuradoria-Geral da República (PGR) negou um recurso do Ministério Público do Paraná (MP-PR) que pedia a reabertura de investigações contra o deputado federal Beto Richa (PSDB), no âmbito das Operações Rádio Patrulha, Quadro Negro, Piloto e Integração. A decisão foi proferida na última terça-feira (19).
De acordo com a PGR, as provas que baseavam as acusações contra Beto Richa foram invalidadas pelo Supremo Tribunal Federal (STF). 
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Elas eram oriundas do acordo de leniência da Odebrecht no âmbito da Operação Lava Jato que foi considerado nulo, assim como as ações do ex-juiz Sérgio Moro durante a operação.
A PGR argumentou que a titularidade dos processos está com a Justiça Eleitoral, impossibilitando o MP-PR de agir. Além disso, a Procuradoria observou que o MP-PR não faz parte do processo que declarou a nulidade das provas.
A Procuradoria-Geral da República (PGR) determinou que “o Ministério Público Estadual não tem legitimidade para agir” nos casos envolvendo as investigações contra Beto Richa.

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sábado, 9 de março de 2024

Empresário e servidora estadual são condenados por organização criminosa e corrupção na Operação Quadro Negro

By: INTERVALO DA NOTICIAS
Texto: G1/PR Imagem: Divulgação 
O empresário Eduardo Lopes de Souza e a servidora estadual Marilane Aparecido Fermino da Silva foram condenados por organização criminosa e corrupção na Operação Quadro Negro, que investiga desvios em construções e reformas de escolas no Paraná. 
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Na sentença, o juiz substituto Leandro Leite Carvalho Campos condenou a funcionária pública a 16 anos e 9 meses em regime fechado e o empresário a 6 anos e 6 meses, pena que deve ser cumprida inicialmente no semiaberto. Ainda cabe recurso.
O g1 tenta contato com as defesas dos réus. 
De acordo com o Ministério Público do Paraná (MP-PR), as irregularidades nas obras em escolas aconteceram entre 2013 e 2015.
Neste caso, o MP apurou que a construtora de Souza tinha, em 2015, 10 contratos para serviços em escolas da rede estadual, mas não cumpriu os prazos de entrega. 
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Segundo a denúncia, mesmo sem respeitar as datas de conclusão das obras, a empresa teria recebido os valores quase integralmente.
O Ministério Pública afirma que a servidora ocupava, na época das irregularidades, o cargo de técnica administrativa na Secretaria de Estado de Educação (Seed). 

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