By: INTERVALO DA NOTICIAS
Texto: R7 – Imagem: Divulgação
A seleção masculina de basquete dos Estados Unidos reafirmou nesta quarta-feira sua condição de favorita à medalha de ouro dos Jogos Olímpicos Rio 2016 ao massacrar a Argentina por 105 a 78 para chegar à semifinal das Olimpíadas.
Apesar de os EUA terem terminado em primeiro lugar de seu grupo sem perder um jogo sequer, foram levantadas dúvidas sobre a habilidade da equipe de conquistar o tricampeonato olímpico após vitórias pouco impressionantes e por uma margem estreita na fase preliminar.
Mas os norte-americanos retornaram a sua melhor forma, dominante e letal, contra a Argentina e aumentaram sua série de vitórias consecutivas em Jogos Olímpicos para 23 partidas.
Com o objetivo claro de enviar uma mensagem aos rivais, os EUA permitiram à Argentina abrir uma vantagem de 19 a 10 no início da partida para então reagir rumo a uma sequência em que marcaram 26 a 2 sobre os sul-americanos para assumir o controle da partida.
Os Estados Unidos enfrentarão agora a Espanha, que venceu a França por 92 a 67, na sexta-feira por uma vaga na final olímpica.
Duas corredoras foram celebradas como verdadeiras atletas olímpicas após pararem, em momentos diferentes da corrida, para ajudar a rival caída na pista.
Abbey D'Agostino, de 24 anos, ajudou a neozelandesa Nikki Hamblin, que caiu após as duas se enroscarem e nas eliminatórias dos 5.000 metros no Rio.
"Levante-se. Temos que terminar isso", disse D'Agostino à rival.
Depois foi a vez de Hamblin, de 28 anos, ajudar D'Agostino. Ambas terminaram a prova com os últimos tempos.
Elas se abraçaram antes de D'Agostino deixar a pista em uma cadeira de rodas, com um tornozelo lesionado.
Nenhuma inicialmente se qualificou para a final, mas foram muito aplaudidas pela atitude.
O incidente começou quando a corrida estava perto dos 3 km do total de 5 km. D'Agostino e Hamblin colidiram e as duas caíram.
Hamblin caiu feio e D'Agostino foi a primeira a se levantar, mas Hamblin continuava lá, aparentemente chorando.
Em vez de continuar a corrida e tentar recuperar o tempo perdido, a americana colocou as mãos embaixo dos ombros da neozelandesa para ajudá-la a se levantar, e dizendo que não desistisse.
Quando seguiram a corrida, ficou claro que a lesão de D'Agostino's era mais séria e que seu tornozelo estava gravemente machucado.
Então foi a vez de Hamblin oferecer ajuda, desacelerando para animar a rival.
"Ela me ajudou primeiro. Eu tentei ajudá-la. Ela estava bem mal", disse Hamblin após a corrida. Ela depois teve de deixar D'Agostino para trás e pensou que ela abandonaria a corrida.
Ela aguardou na linha de chegada, quando as duas trocaram um abraço. Daquela vez foi D'Agostino quem estava às lágrimas, e a americana foi retirada da pista do Engenhão em uma cadeira de rodas.
"Aquela moça é o espírito olímpico bem ali. Eu nunca havia encontrado com ela antes. E isso não é incrível? Que mulher incrível", disse Hamblin.
As duas corredoras, que não figuram entre as favoritas para a prova, foram incluídas entre as finalistas pelos organizadores, se estiverem em condições de disputar a final na sexta-feira.
Com gol relâmpago, Brasil goleia Honduras por 6 a 0 e mantém vivo o sonho do inédito ouro no futebol
O sonho do ouro continua vivo para o futebol masculino. Em jogo
realizado na tarde desta quarta-feira (17) no Maracanã, o Brasil não
tomou conhecimentos da seleção de Honduras e goleou por 6 a 0, com
direito a gol logo aos 14 segundos de jogo, e garantiu vaga na grande
final do futebol.Agora, a seleção brasileira espera o vencedor do confronto entre Nigéria e Alemanha para conhecer o adversário na decisão pelo ouro.
Adiantando a marcação desde o primeiro segundo de jogo, a seleção brasileira apertou defesa hondurenha, e Palacios, sem demonstrar muita intimidade com a bola, tentou afastar, mas acabou acertando Neymar. O atacante dividiu com o goleiro e, caído, viu a bola morrer no fundo do gol. Foi o gol mais rápido da história dos Jogos Olímpicos.
Após o gol, o Maracanã viveu momentos de tensão. Após a dividia com o goleiro hondurenho, Neymar saiu para comemorar e caiu no chão com dores no peito. O camisa 10 foi retirado de maca do campo para receber atendimento. Instantes depois, voltou para o jogo, para alegria da torcida.
Superior na partida, o Brasil chegava fácil ao ataque. Aos 25 minutos, Luan deu belo lançamento para Gabriel Jesus. O camisa 11, com categoria, tocou na saída do goleiro para ampliar o placar. Nove minutos depois, após bom passe de Neymar, Gabriel Jesus, de novo, balançou as redes para marcar o terceiro do Brasil na partida.
O segundo tempo começou com o Brasil em cima. Em apenas dois minutos, Gabriel e Luan tiveram a chance de aumentar o placar. No entanto, o quarto gol saiu dos pés de um jogador do sistema defensivo. Após cobrança de escanteio de Neymar, Marquinhos, sozinho, estufou as redes hondurenha.
Após muito insistir, Luan, um dos responsáveis pela mudança no estilo de jogo da seleção ao longo dos Jogos Olímpicos, deixou a sua marca aos 33 minutos. O atacante recebeu cruzamento na área e, sozinho, teve apenas o trabalho de empurrar para o fundo das redes.
Depois de sofrer o quinto gol, a seleção de Honduras até se lançou ao ataque para tentar o gol de honra, mas parou no goleiro Weverton. Aos 46 minutos veio o golpe de misericórdia para os hondurenhos. Luan tentou girar dentro da área e foi derrubado por Palacios e o juiz marcou pênalti para o Brasil. Na cobrança, Neymar bateu no canto direito do goleiro, dando números finais à partida.
Chegou ao fim o sonho da inédita medalha olímpica para o handebol brasileiro. Após a eliminação da equipe feminina nas quartas de final na última terça-feira (16), foi a vez do time masculino do Brasil cair na mesma fase do torneio. A seleção comanda por Jordi Ribera perdeu por 34 a 27 para a forte seleção da França.
Com uma equipe inferior, o Brasil conseguiu jogar de igual para igual durante boa parte da partida, chegando a ficar à frente do placar em alguns momentos do jogo. No entanto, a partir dos 20 minutos do segundo tempo, a França colocou em prática a sua superioridade e foi abrindo vantagem, até chegar ao resultado final.
Mesmo com a derrota, a seleção brasileira fez a melhor campanha da história nos Jogos Olímpicos, já que nunca havia passado da primeira fase do torneio.
O pernambucano Wagner "Montanha" Domingos, de 33 anos, se classificou nesta quarta-feira (17) em primeiro lugar de sua série para a final do lançamento de martelo na Rio 2016, no Estádio Olímpico, no Rio de Janeiro.
Domingos, que treina na Eslovênia, obteve a marca de 74,17 metros, ainda abaixo de sua melhor marca pessoal e recorde brasileiro, de 76,12 metros.
O Brasil possui pouca tradição na modalidade e essa é a primeira vez em oitenta anos que um brasileiro participa da prova masculina na Olimpíada.
A surpresa ficou para o mal desempenho do bicampeão mundial, o polonês Pawel Fajdek, que com a marca de 72 metros ficou fora da final.
A final do lançamento de martelo está marcada para as 21h05 de sexta-feira (19).
Após a inédita medalha de prata na canoagem de velocidade, o brasileiro Isaquias Queiroz conquistou nesta quarta-feira (17) vaga em mais uma final da Rio 2016, ao se classificar para a final da canoagem individual, distância de 200m (C1 200m).
Queiroz subiu ao pódio na terça-feira ao chegar em segundo lugar na distância de 1.000m da competição individual. Seu objetivo nestes Jogos Olímpicos é se tornar o brasileiro com o maior número de medalhas em uma só competição, já que, além da final da C1 200m, que será na quinta-feira (18), ele disputará a canoa de duplas na sexta-feira (C2 1.000m), competição da qual é campeão mundial.
Queiroz se classificou para a final do C1 200m com o melhor tempo das semifinais, 39,659 segundos, o único entre todos os competidos a remar abaixo dos 40 segundos.
O canoísta brasileiro foi campeão mundial em 2013 e 2014 na prova de 500 metros e, nos Jogos Pan-Americanos de Toronto 2015, levou dois ouros na C1 200m e na C1 1.000m.
Ele disputa a prova da C2 1.000m (canoagem em duplas, distância de 1.000m) ao lado de Erlon de Souza Silva, prova da qual são campeões mundiais, com eliminatórias marcadas para sexta e final no sábado.
As meninas do Brasil estão na final do vôlei de praia. Ágatha e Bárbara entraram em quadra na madrugada desta quarta-feira (18) e venceram as norte-americanas Walsh e Ross.
O 1º set foi complicado para as meninas brasileiras, mas elas conseguiram fechar em 22 a 20, na base da raça e da garra.
No set seguinte, Ágatha e Bárbara começaram melhor, abrindo até três pontos de vantagem. Porém, aos poucos a partida foi ficando mais equilibrada, mesmo assim, a dupla brasileira ainda fechou o jogo em 21 a 18, dando números finais ao confronto, com vitória brasileira por 2 a 0.
Com a vitória, as brasileiras garantem a sua vaga na decisão do vôlei de praia. Ágatha e Bárbara disputarão o ouro contra as alemãs Laura Ludwig e Kira Walkenhorst.
O duelo será disputado na madrugada de quarta para quinta-feira, novamente na Arena do vôlei de praia.
Um jogo tenso, nervoso, disputado, e que terminou com um resultado inesperado enterrou o sonho de medalha do time feminino de vôlei do Brasil nos Jogos Olímpicos Rio 2016 na noite desta terça-feira (16), no Maracanãzinho.
Depois de vencerem o primeiro set contra a China com facilidade (25 a 15), as meninas inexplicavelmente perderam a concentração, permitindo a reação chinesa e perdendo por 3 sets a 2 (15/25, 25/23, 25/22, 22/25 e 15/13).
A surpreendente derrota tirou do Brasil, melhor seleção da primeira fase do torneio, a chance de avançar às semifinais da competição e de continuar sonhando com uma medalha.
A missão, agora, ficará para as valentes e aplicadas chinesas, que fecharam a fase inicial como quartas de seu grupo e chegaram ao duelo desta noite como zebras.
O time oriental agora terá um duelo contra a também favorita Holanda para ver quem disputará o ouro dos Jogos do Rio. A julgar pelo que apresentaram nesta noite, uma nova vitória chinesa não pode mais ser considerada uma surpresa.
Confira aqui o quadro de medalhas.
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