quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Autor de Dilma Bolada retira apoio a presidente: ‘Não dá mais para defender’



By: INTERVALO DA NOTICIAS
Texto: EXTRA Imagem: Divulgação

O publicitário Jeferson Monteiro, autor dos perfils Dilma Bolada nas redes sociais, declarou que não sabe qual será o futuro das páginas. “Olha, eu sou amigo da Dilma, mas não tenho como defender não. No começo dava um voto de confiança, achava que ia melhorar, ia dar um jeito. Mas não dá”, disse ele, em vídeo no aplicativo Snapchat. Em um post no Facebook, ele demonstrou desconforto com a entrega de mais um ministério ao PMDB.
Jeferson citou um trecho de "Vou festejar", de Beth Carvalho: "Você pagou com traição a quem sempre lhe deu a mão". E continuou: "Não é o Governo que eu e mais de 54 milhões de brasileiros elegemos", completou.
Seguidores estranharam postagens recentes nos perfis de “Dilma Bolada” nas redes sociais que, irônicas, geraram o boato de que teriam sido hackeadas, ou seja, que não teriam sido postadas pelo publicitário. Jeferson recorreu aos seus perfis pessoais nas redes sociais para explicar a mudança. “Não dá, o governo todo sendo entregue para o PMDB, para a turma do Renan, do Cunha”, disse, no Snapchat. No mesmo vídeo, ele diz que parou de postar conteúdo no Facebook e que vai reformular os perfis do Twitter e do Instagram.Em agosto, a revista Época publicou que Jeferson recebia R$ 20 mil por mês da agência Pepper Interativa, contratada pelo PT. Segundo a publicação, as provas estão em documentos enviados por advogados da agência Pepper Interativa ao Superior Tribunal de Justiça (STJ). “A Dilma Bolada não está vinculada a nenhuma empresa ou partido. Não está e nem nunca esteve. Como já foi dito exaustivamente, as páginas na internet são independentes e não há nenhuma relação com ninguém para que elas existam ali. O serviço por mim, Jeferson Monteiro, executado está relacionado à comunicação digital e nas redes sociais, análise, produção e estratégia de conteúdo para os clientes da agência”, disse o publicitário à revista.
A Pepper trabalhou nas duas campanhas presidenciais de Dilma e tem contrato com o PT. A agência está sendo investigada no STJ na Operação Acrônimo, em que a Polícia Federal aponta a existência de um esquema de lavagem de dinheiro e corrupção envolvendo o governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel, e outros petistas.


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