Mostrando postagens com marcador CASO BANCO MASTER. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador CASO BANCO MASTER. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 25 de junho de 2026

Uma semana após ser alvo da PF no caso Master, Jacques Wagner (PT) deixa liderança do governo Lula no Senado

By: INTERVALO DA NOTICIAS
Texto: JN/G1 Imagem: Lula Marques/Agência Brasil
Uma semana depois de ser alvo de operação da Polícia Federal no caso Banco Master, o senador  Jaques Wagner (PT-BA), deixou nesta quarta-feira (24) a liderança do presidente Luiz Inácio Lula da Silva
Jaques foi alvo da Operação Compliance Zero deflagrada na quinta-feira (18).
Continua depois da publicidade
O senador Jaques Wagner chegou a Brasília no início da tarde. Aguardou ser chamado pelo presidente Lula. Depois da operação da Polícia Federal (PF) na quinta-feira (18), Jaques Wagner disse, em entrevista, que havia recebido um telefonema de solidariedade do presidente Lula. Mas uma ala do governo passou a defender a saída dele da liderança no Senado.  
A decisão só foi fechada nesta quarta-feira (24), durante encontro do senador e com o presidente Lula. A reunião foi no Palácio da Alvorada e durou quase duas horas. 
Continua depois da publicidade
Depois da conversa, Jaques Wagner escreveu em uma rede social que teve uma ótima reunião com o presidente Lula, uma conversa entre amigos, e decidiram, em comum acordo, que se afastará da liderança do governo no Senado; e que vai provar inocência. 

PARTICIPE DO NOSSO GRUPO NO WHATSAPP. 

GRUPO 2 - CLIQUE AQUI.

GRUPO 1 - CLIQUE AQUI.

GRUPO 4 - CLIQUE AQUI.

GRUPO - CLIQUE AQUI

GRUPO 3 : CLIQUE AQUI.

GRUPO 5: CLIQUE AQUI

GRUPO 6: CLIQUE AQUI.

CURTA AQUI NOSSA PÁGINA NO FACEBOOK

OS COMENTÁRIOS NÃO SÃO DE RESPONSABILIDADES DO INTERVALO DA NOTICIAS. OS COMENTÁRIOS IRÃO PARA ANALISE E SÓ SERÃO PUBLICADOS SE TIVEREM OS NOMES COMPLETOS.

FOTOS PODERÃO SER USADAS MEDIANTE AUTORIZAÇÃO OU CITAR A FONTE

sexta-feira, 19 de junho de 2026

Vorcaro pagou hospedagem para Motta e Ciro Nogueira em Lisboa, diz PF

By: INTERVALO DA NOTICIAS
Texto: AGENCIA BRASIL Imagem: Divulgação
A Polícia Federal (PF) concluiu que o banqueiro Daniel Vorcaro pagou diárias em um hotel em Lisboa para o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), e o senador Ciro Nogueira (PP-PI) em 2024. 
A informação consta em um relatório das investigações da Operação Compliance Zero, produzido pela corporação em abril deste ano. O documento foi tornado público nesta terça-feira (16) pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça, relator do caso Master na Corte. 
Segundo a PF, mensagens de WhatsApp encontradas no celular do banqueiro revelam que Vorcaro solicitou a um aliado chamado Leo Serrano, no dia 18 de junho de 2024, a realização de reservas de hotel na capital portuguesa para "Ciro e Hugo". De acordo com os investigadores, nomes se referem ao presidente da Câmara e ao senador.
Continua depois da publicidade
Em seguida, o banqueiro enviou uma mensagem de áudio para Serrano e demonstrou preocupação com a privacidade do Hotel Four Seasons, local escolhido para a hospedagem. 
"Após a realização das reservas, ainda no mesmo dia, Daniel Bueno Vorcaro encaminhou mensagem de áudio na qual demonstrou acentuada preocupação com a privacidade do evento, ressaltando, inclusive, a necessidade de privatização do espaço localizado em frente ao local, a fim de impedir qualquer visualização do que ocorresse em seu interior", diz o relatório.
Motta não é investigado pela PF. O senador está entre os investigados e já foi alvo de busca e apreensão autorizada pelo STF. 
Custos
De acordo com a PF, o custo de cinco diárias no hotel foi de aproximadamente 3 mil euros, equivalente a R$ 18 mil. Uma fatura do pagamento foi encontrada no e-mail do banqueiro 
"A própria invoice [nota fiscal] indica a contratação de “2x Jr. Suítes”, sendo uma destinada a Ciro Nogueira e outra a Hugo Motta, o que reforça a identidade dos beneficiários da despesa", informou a corporação.
Continua depois da publicidade
Proximidade
O relatório da Operação Compliance também revelou a proximidade entre Ciro Nogueira e Vorcaro. Segundo a PF, Ciro teve viagens pagas por Vorcaro a Paris, Nova Iorque e Courchevel, nos Alpes franceses. 
Pelos cálculos da corporação, as viagens custaram mais de R$ 400 mil.
"Conclui‑se que o benefício econômico direto atribuído a Ciro Nogueira, decorrente das viagens internacionais examinadas no subtópico 5.3.4, perfaz o montante de R$ 468.721,78, sem considerar os gastos com voos privados", concluiu a PF. 
Outro lado 
Na tarde de hoje, ao ser perguntado por jornalistas sobre o episódio, Motta disse que está "tranquilo" e que esteve em Lisboa para participar de um evento jurídico promovido pelo ministro Gilmar Mendes.
Até o momento, Ciro Nogueira não se pronunciou sobre o relatório da PF. 

PARTICIPE DO NOSSO GRUPO NO WHATSAPP. 

GRUPO 2 - CLIQUE AQUI.

GRUPO 1 - CLIQUE AQUI.

GRUPO 4 - CLIQUE AQUI.

GRUPO - CLIQUE AQUI

GRUPO 3 : CLIQUE AQUI.

GRUPO 5: CLIQUE AQUI

GRUPO 6: CLIQUE AQUI.

CURTA AQUI NOSSA PÁGINA NO FACEBOOK

OS COMENTÁRIOS NÃO SÃO DE RESPONSABILIDADES DO INTERVALO DA NOTICIAS. OS COMENTÁRIOS IRÃO PARA ANALISE E SÓ SERÃO PUBLICADOS SE TIVEREM OS NOMES COMPLETOS.

FOTOS PODERÃO SER USADAS MEDIANTE AUTORIZAÇÃO OU CITAR A FONTE

quinta-feira, 18 de junho de 2026

Apuração da PF acusa Jaques Wagner (PT), de receber vantagens junto ao Banco Master; senador nega

By: INTERVALO DA NOTICIAS
Texto: AGENCIA BRASIL Imagem: Lula Marques/Agência Brasil
A decisão do ministro André Mendonça do Supremo Tribunal Federal (STF), que autorizou a nona fase da Operação Compliance Zero deflagrada nesta quinta-feira (18) foi baseada em uma investigação da Polícia Federal. De acordo com a apuração policial, o senador Jaques Wagner (PT-BA) teria recebido um apartamento avaliado em R$ 2,45 milhões do banqueiro Augusto Ferreira Lima, ex-sócio do Banco Master.
Em entrevista à Band News, Wagner negou irregularidades e afirmou estar "absolutamente tranquilo" em relação à investigação. 
“Até agora, não sou réu; não sou culpado; não sou nada. É uma investigação em cima do que eu imagino que a Polícia Federal encontrou em celulares [apreendidos] ou em alguma delação de alguém que eu desconheço”.
Continua depois da publicidade
Em sua decisão, Mendonça afirma que a PF, ao pedir que o STF imponha restrições legais aos alvos da 9ª fase da operação, sustentou ter “elementos indicativos de recebimento de vantagens econômicas indevidas pelo parlamentar, direta ou indiretamente, por intermédio de familiares, pessoas de confiança e estruturas societárias vinculadas ao grupo econômico investigado”.
Os investigadores também dizem que “a possível relação ilícita” entre Wagner e Lima “seria antiga, próxima e marcada por elevado grau de confiança pessoal”. Fato que “teria criado ambiente propício à realização de tratativas reservadas em prol da defesa de interesses privados do Banco Master”.
Ainda de acordo com a Polícia Federal, o próprio senador teria escolhido um apartamento do residencial Poème Horto, construído em um bairro nobre de Salvador, o Horto Florestal. O documento afirma que Wagner encaminhou a Lima dados do empreendimento e do corretor responsável pela venda da unidade.
De posse dos dados, Lima teria acionado Valério Marega Júnior, apontado como “operador financeiro” do Banco Master, a fim de tratar da compra do imóvel. A negociação foi efetivada com a participação de Daniel e David Lopes Monteiro, dupla que a PF afirma estar vinculada ao núcleo empresarial e jurídico-financeiro do Banco Master.
Continua depois da publicidade
Wagner admitiu conhecer o banqueiro Augusto Lima há algum tempo, mas negou ter qualquer vínculo com o Banco Master ou com Daniel Vorcaro, com quem garante ter se encontrado apenas duas vezes.
 O parlamentar também admitiu ter pedido a Lima que comprasse um apartamento do residencial Poème Horto, com a intenção de adquiri-lo em um segundo momento.
“Eu tinha interesse de dar, de ajudar a minha filha a comprar um apartamento destes. Como o Guga [Augusto Lima] é um investidor, disse a ele: “Você pode comprar? Depois eu vou recomprar. Porque o apartamento está em construção, não está pronto, e eu teria que vender o apartamento da minha filha para poder complementar e pagar o apartamento. Ou ela financiar”, contou Wagner, destacando não haver registros de transferência patrimonial para o seu nome.
Repasses
A PF aponta que o senador teria recebido outras vantagens econômicas do banqueiro, incluindo o repasse de mais de R$ 5,5 milhões à BN Financeira, empresa administrada por parentes do político e que, para os investigadores, ocupa papel central no “eixo dos pagamentos supostamente destinados ao núcleo familiar de Jaques Wagner”. 
Continua depois da publicidade
Ainda entre as vantagens supostamente recebidas, a PF cita o uso gratuito de aeronaves custeadas por Lima e pelo Banco Master e o recebimento de ingressos para shows no exterior.
Parte dessas informações foram obtidas a partir dos dados extraídos de telefones celulares de Lima, apreendidos durante a primeira fase da Operação Compliance Zero, em 18 de novembro de 2025.
Na representação entregue a Mendonça, a PF reproduziu áudios e mensagens em que Wagner e Lima combinam de se encontrar em uma ilha pertencente ao banqueiro, que colocou uma aeronave à disposição do político para levá-lo. 
A PF também extraiu mensagens em que o senador questiona um funcionário de Lima sobre os ingressos para o camarote em um show em Los Angeles (EUA) que o banqueiro ofereceu a parentes de Wagner e que, segundo os investigadores, foram adquiridos com recursos da Reag Investimentos, por R$ 63,33 mil.
Emenda
A investigação da PF aponta a atuação do senador em temas regulatórios de interesse do grupo Master. Cita, como exemplo, o fato de Wagner ter apresentado uma emenda parlamentar (nº 30), durante o trâmite da Medida Provisória nº 1.106/2022, com limites para cobrança de juros.
Continua depois da publicidade
A MP resultou na Lei nº 14.431, de 2022, que ampliou a margem de crédito consignado aos segurados do Regime Geral de Previdência Social (RGPS) e autorizou a realização de empréstimos e financiamentos mediante crédito consignado para beneficiários do Benefício de Prestação Continuada (BPC) e de programas federais de transferência de renda.
“De acordo com a representação [da PF], o Senador teria mantido interlocução direta com Augusto Lima sobre temas relacionados à elevação da margem consignável da remuneração disponível”, destaca Mendonça, acrescentando que, ainda de acordo com a PF, Wagner também apresentou a Emenda nº 26 à Proposta de Emenda Constitucional (PEC) nº 65/2023, que confere autonomia orçamentária, financeira e operacional ao Banco Central.
O senador refutou ter atuado para favorecer interesses privados do grupo econômico, destacando ter votado contra uma proposta defendida pelo senador Ciro Nogueira (PP-PI), a chamada Emenda Master, que defendia que o limite do Fundo Garantidor de Crédito (FGC) fosse ampliado dos atuais R$ 250 mil para R$ 1 milhão por CPF ou CNPJ.
 “O governo foi contra o aumento da garantia do FGC. Eu, como líder do governo, encaminhei contra essa emenda”, lembrou Wagner, sem mencionar outras propostas parlamentares que, segundo a PF, beneficiariam o Master. O parlamentar também minimizou o fato de ter recebido, de Lima, um link para a emenda.  
Continua depois da publicidade
“É normal. Qualquer senador é procurado pelos interessados na votação de uma matéria, que tentam convencê-lo votar naquela matéria”.
Por fim, o senador garantiu que sua candidatura ao Senado está mantida e que não acredita que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva o retire da liderança do governo federal no Senado. “Continuo na liderança até que o presidente Lula peça para eu me retirar. Não acho que ele vai fazer isso, mas se fizer, é um direito dele. O cargo de líder do governo é do presidente da República”
Em nota, a defesa de Augusto Lima classificou as diligências desta manhã como "desnecessárias". "Augusto Lima está há seis meses à disposição das autoridades para esclarecer os fatos em apuração. De todo modo, as medidas contribuirão para demonstrar que os fatos apurados nesta fase da investigação são rigorosamente lícitos".
Dinheiro apreendido
O parlamentar confirmou que, ao cumprirem mandado de busca e apreensão em sua residência, em Brasília, os policiais federais apreenderam US$ 49 mil dólares em dinheiro (o equivalente a cerca de R$ 250 mil). Segundo nota divulgada pela assessoria do senador, parte do dinheiro provém de diárias oficiais pagas em espécie pelo próprio Senado Federal, para missões parlamentares oficiais ao exterior, além de recursos próprios, devidamente declarados no Imposto de Renda.
Continua depois da publicidade
“Comprei, via Banco do Brasil, dólares ou euros para fazer a viagem. Não tenho nada a esconder sobre este dinheiro. Ele está guardado em um cofre porque [quando] eu vou viajar, nem sempre eu levo a diária. Às vezes eu gasto com cartão e o dinheiro está lá”, afirmou Wagner, assegurando que o dinheiro apreendido estava dentro de envelopes com o timbre do Senado.
Confira a íntegra da nota da assessoria do senador Jaques Wagner:
"O senador Jaques Wagner (PT-BA) esclarece que não é réu, não foi denunciado e não foi acusado em nenhum processo relacionado aos fatos investigados. O parlamentar acompanha com tranquilidade o andamento das investigações e mantém a confiança na condução delas.
Cabe esclarecer que o apartamento mencionado jamais integrou o patrimônio do parlamentar. O senador também nega atuação em favor do Banco Master ou qualquer outra instituição financeira.
Continua depois da publicidade
Sobre os valores em espécie apreendidos, a assessoria informa que o montante é fruto de diárias legais, declaradas e não utilizadas em missões internacionais oficiais. Por fim, o senador Jaques Wagner reitera que permanece à inteira disposição das autoridades para prestar quaisquer esclarecimentos, com a certeza de que a verdade prevalecerá."

PARTICIPE DO NOSSO GRUPO NO WHATSAPP. 

GRUPO 2 - CLIQUE AQUI.

GRUPO 1 - CLIQUE AQUI.

GRUPO 4 - CLIQUE AQUI.

GRUPO - CLIQUE AQUI

GRUPO 3 : CLIQUE AQUI.

GRUPO 5: CLIQUE AQUI

GRUPO 6: CLIQUE AQUI.

CURTA AQUI NOSSA PÁGINA NO FACEBOOK

OS COMENTÁRIOS NÃO SÃO DE RESPONSABILIDADES DO INTERVALO DA NOTICIAS. OS COMENTÁRIOS IRÃO PARA ANALISE E SÓ SERÃO PUBLICADOS SE TIVEREM OS NOMES COMPLETOS.

FOTOS PODERÃO SER USADAS MEDIANTE AUTORIZAÇÃO OU CITAR A FONTE

quinta-feira, 21 de maio de 2026

PF rejeita proposta de delação de Daniel Vorcaro, dono do Master

By: INTERVALO DA NOTICIAS
Texto: CORREIO BRAZILIENSE Imagem: Divulgação
A Polícia Federal (PF) rejeitou, nesta quarta-feira (20/5), a proposta de delação premiada do executivo Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. É a segunda vez que a corporação se recusa a assinar o termo de colaboração com o banqueiro. De acordo com fontes na corporação, a recusa acontece por conta da ausência de informações importantes e por falta de provas.
Continua depois da publicidade
De acordo com autoridades ligadas ao caso, Vorcaro apresentou uma proposta de delação "vazia", praticamente "sem nada" além dos fatos que já foram descobertos na investigação conduzida pela Operação Compliance Zero. A decisão da Polícia Federal foi informada ao ministro André Mendonça, relator do caso no Supremo Tribunal Federal (STF), e à Procuradoria-Geral da República (PGR). A rejeição do acordo foi revelada pela Veja e confirmada pelo Correio.
A PGR ainda pode continuar negociando um acordo de colaboração, embora a tendência seja de que a Procuradoria também rejeite o acordo. Investigadores ouvidos pela reportagem do Correio avaliam que a expectativa é de que a defesa apresente uma nova proposta, com mais uma tentativa de firmar a delação entre o investigado e os integrantes da corporação.
Continua depois da publicidade
No entanto, a equipe da PF está cada vez mais convencida de que Vorcaro estaria tentando proteger pessoas próximas. Ele estava detido na Penitenciária Federal de Brasília, na Papuda, e foi transferido para uma sala de estado-maior na Superintendência da PF, na capital federal.
Porém, na terça-feira (19), foi levado para uma cela comum, na carceragem da corporação, em um claro sinal de que a delação não estava avançando.

PARTICIPE DO NOSSO GRUPO NO WHATSAPP. 

GRUPO 2 - CLIQUE AQUI.

GRUPO 1 - CLIQUE AQUI.

GRUPO 4 - CLIQUE AQUI.

GRUPO - CLIQUE AQUI

GRUPO 3 : CLIQUE AQUI.

GRUPO 5: CLIQUE AQUI

GRUPO 6: CLIQUE AQUI.

CURTA AQUI NOSSA PÁGINA NO FACEBOOK

OS COMENTÁRIOS NÃO SÃO DE RESPONSABILIDADES DO INTERVALO DA NOTICIAS. OS COMENTÁRIOS IRÃO PARA ANALISE E SÓ SERÃO PUBLICADOS SE TIVEREM OS NOMES COMPLETOS.

FOTOS PODERÃO SER USADAS MEDIANTE AUTORIZAÇÃO OU CITAR A FONTE

quarta-feira, 20 de maio de 2026

Em coletiva Flávio confirma visita a Vorcaro em casa quando ex-banqueiro estava em prisão domiciliar

By: INTERVALO DA NOTICIAS
Texto: JORNAL EXTRA Imagem: Divulgação
Pré-candidato à Presidência, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou ter visitado o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master, no fim do ano passado. A visita ocorreu na casa do executivo, em São Paulo, quando ele estava em regime de prisão domiciliar após ser detido pela primeira vez. A informação havia sido antecipada pelo site Metrópoles antes da confirmação do parlamentar.
Fui sim até o encontro dele. Ele estava restrito e não podia sair do estado de São Paulo, então fui até ele — disse Flávio. — Eu fui sim ao encontro dele para botar um ponto final nessa história. Dizer que, se ele tivesse me avisado que a situação era grave como essa, eu já teria ido atrás de outro investidor há muito mais tempo e o filme não correria risco.
Continua depois da publicidade
Em pronunciamento à imprensa, o senador afirmou que na época tratava com Vorcaro sobre o financiamento do filme "Dark Horse", uma biografia do ex-presidente Jair Bolsonaro, pai do parlamentar. O encontro ocorreu após Flávio cobrar pagamentos que estavam atrasados por meio de mensagens.
O senador afirmou que o único assunto tratado com Vorcaro, tanto por telefone quanto pessoalmente, foi o financiamento do filme do pai. 
— Qualquer contato meu com esta pessoa foi única e exclusivamente para tratar do filme do meu pai que está ali faltando os últimos detalhes para ser concluído — afirmou o senador.
Vorcaro foi preso preventivamente em 17 de novembro, no Aeroporto de Guarulhos, quando embarcava para Dubai em um jatinho particular. Ele foi autorizado a ficar em regime domiciliar em 29 de novembro, após decisão do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1). Na ocasião, ele passou a usar tornozeleira eletrônica e foi proibido de ter contato com outros investigado, mas as demais visitas estavam liberadas.
Em 4 de março, porém, o banqueiro foi novamente preso, por ordem do ministro André Mendonça, do STF, após as investigações apontarem tentativa de obstrução de Justiça por parte de um grupo ligado a Vorcaro. 
Continua depois da publicidade
A declaração de Flávio ocorreu após ele se reunir nesta terça-feira com integrantes do PL em Brasília. O encontro foi marcado como mais uma tentativa do partido de reorganizar a pré-campanha presidencial de Flávio depois da crise provocada pela divulgação de mensagens e áudios em que o senador cobra recursos de Vorcaro para financiar o filme “Dark Horse”, sobre Jair Bolsonaro. 
Depois de passar os últimos dias em reuniões reservadas com Jair Bolsonaro, Valdemar Costa Neto e Rogério Marinho, Flávio reuniu cerca de 70 deputados e senadores do partido em Brasília num momento em que aliados ainda demonstram incômodo com a condução política do caso e com a forma como o senador reagiu publicamente às revelações.
Estiveram presentes Rogério Marinho, Valdemar, além dos líderes do partido no Congresso, Sostenes Cavalcante e Carlos Portinho, o vice-presidente da Câmara, Altineu Côrtes e o senador Efraim Filho.
Nos bastidores, integrantes do PL avaliam que houve desencontro de versões, respostas improvisadas e falta de alinhamento entre aliados próximos do senador. Parte do desgaste interno veio do fato de Flávio ter negado inicialmente relação com Vorcaro antes de admitir pedidos de recursos para o filme. Também causaram ruído falas divergentes de integrantes ligados à produção do longa, como Mario Frias (PL-SP), que chegou a negar financiamento do banqueiro ao projeto enquanto o próprio Flávio já reconhecia os aportes.
A entrevista concedida pelo senador à GloboNews na última semana também virou alvo de críticas reservadas dentro do partido. 
Continua depois da publicidade
A avaliação de aliados é que Flávio não conseguiu explicar o caso de forma clara e acabou ampliando dúvidas sobre a relação com Vorcaro ao responder no “calor do momento”, sem uma estratégia de comunicação fechada. 
O episódio gerou desconforto inclusive entre aliados da família Bolsonaro. O influenciador Paulo Figueiredo, próximo de Eduardo Bolsonaro, afirmou publicamente que a oposição enfrenta um problema de “comunicação e política”. Já Eduardo admitiu em uma transmissão ao vivo que o grupo demorou a reagir justamente para evitar contradições.
A ordem agora dentro do PL é reorganizar a ofensiva política e evitar que Flávio fique acuado pela crise. O entorno do senador defende ampliar agendas públicas, reforçar viagens pelo país e intensificar encontros com empresários. Ele viaja para São Paulo nesta quarta-feira onde deve ter encontros com a Faria Lima. 

PARTICIPE DO NOSSO GRUPO NO WHATSAPP. 

GRUPO 2 - CLIQUE AQUI.

GRUPO 1 - CLIQUE AQUI.

GRUPO 4 - CLIQUE AQUI.

GRUPO - CLIQUE AQUI

GRUPO 3 : CLIQUE AQUI.

GRUPO 5: CLIQUE AQUI

GRUPO 6: CLIQUE AQUI.

CURTA AQUI NOSSA PÁGINA NO FACEBOOK

OS COMENTÁRIOS NÃO SÃO DE RESPONSABILIDADES DO INTERVALO DA NOTICIAS. OS COMENTÁRIOS IRÃO PARA ANALISE E SÓ SERÃO PUBLICADOS SE TIVEREM OS NOMES COMPLETOS.

FOTOS PODERÃO SER USADAS MEDIANTE AUTORIZAÇÃO OU CITAR A FONTE

sexta-feira, 15 de maio de 2026

Flávio Bolsonaro e produtores do filme sobre Jair Bolsonaro apresentam versões diferentes para dinheiro enviado por Vorcaro

By: INTERVALO DA NOTICIAS
Texto: JN/G1 Imagem: Divulgação
Depois da revelação sobre a troca de mensagens entre Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro, o senador e produtores do filme sobre Jair Bolsonaro apresentaram versões diferentes para o destino do dinheiro enviado pelo dono do Banco Master
Na quarta-feira (13), o site Intercept Brasil revelou que o senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato à Presidência da República pelo PL, cobrou de Daniel Vorcaro repasses de dinheiro para a produção de um filme sobre o pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, e que parte dos pagamentos foi feita por meio de uma empresa chamada Entre Investimentos. O acordo total previa um repasse de R$ 124 milhões, dos quais R$ 61 milhões teriam sido efetivamente enviados por Vorcaro.
A empresa faz parte do grupo Entre. Em março de 2026, o BC liquidou extrajudicialmente a Entrepay e outras empresas do grupo. A Polícia Federal e o Banco Central investigam a suspeita de que Daniel Vorcaro seja o verdadeiro dono da Entre Investimentos.
Continua depois da publicidade  
Na quarta-feira (13), em nota, a Go Up Entertainment, produtora do filme, disse que "dentre os mais de uma dezena de investidores do longa-metragem, não consta um único centavo proveniente do sr. Daniel Vorcaro, do Banco Master ou de qualquer outra empresa sob o seu controle societário".
Também na quarta-feira (13), o deputado federal Mario Frias, do PL, ex-secretário de Cultura do governo Bolsonaro e produtor executivo do filme, afirmou que "não há um único centavo do sr. Daniel Vorcaro em 'Dark Horse'".
Mas no áudio enviado por Flávio Bolsonaro a Daniel Vorcaro, em 8 de setembro de 2025, quando o Master já estava sendo investigado, o senador cobra dinheiro do banqueiro para o filme, dizendo até que havia muita conta para pagar e risco de paralisação da produção:
“Apesar de você ter dado a liberdade, Daniel, de a gente te cobrar, eu fico sem graça de ficar te cobrando, tá? Mas enfim, é porque está em um momento muito decisivo aqui do filme e como tem muita parcela para trás, cara, está todo mundo tenso e fico preocupado aqui com o efeito ao contrário do que a gente sonhou para o filme, né? Imagina a gente dando calote em um Jim Caviezel (ator), em um Cyrus (Nowrasteh, diretor do filme), os caras, pô, renomadíssimos lá no cinema americano, mundial. Pô, ia ser muito ruim. Todo efeito positivo que a gente tem certeza que vai vir com esse filme pode ter o efeito elevado a menos um aí, cara. Então, se você puder me dar um toque, uma posição aí, Daniel, porque a gente precisa saber o que que faz, cara, da vida, porque eu... Tem muita, já tem muita conta para pagar esse mês e o mês seguinte também. E agora que é a reta final que a gente não pode vacilar, não pode não honrar com os compromissos aqui, porque senão a gente perde tudo, cara”.
Continua depois da publicidade 
No vídeo que divulgou depois da revelação dos diálogos, Flávio Bolsonaro reconheceu que Daniel Vorcaro estava financiando o filme sobre o pai e disse que havia um contrato com o banqueiro.
Nesta quinta-feira (14), em nova manifestação, o deputado Mario Frias afirmou que "não há contradição material entre os posicionamentos públicos sobre o financiamento do projeto, mas uma diferença de interpretação sobre a origem formal do investimento". Disse que quando afirmou anteriormente que não há “um centavo do Master” no filme, referia-se ao fato de que "Daniel Vorcaro não é e nunca foi signatário de relacionamento jurídico, assim como o Banco Master nunca figurou como empresa investidora"; e que o "relacionamento jurídico foi firmado com a Entre, pessoa jurídica distinta". 
De acordo com o Intercept, a Entre Investimentos enviou US$ 2 milhões para um fundo ligado à produção do filme. O Havengate Development Fund está registrado nos Estados Unidos. O fundo tem como administrador Paulo Calixto, advogado do deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro. A Polícia Federal vai investigar os repasses de Vorcaro e se os recursos foram usados para financiar despesas de Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos.
Caminho do dinheiro
O órgão do Ministério da Fazenda responsável por combater crimes financeiros identificou que a empresa Entre Investimentos recebeu R$ 160 milhões de fundos ligados ao Banco Master. 
Continua depois da publicidade 
A empresa foi a intermediária nos repasses de Vorcaro para o filme sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro.
A informação está em um relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras, o Coaf, sobre empresas ligadas ao Banco Master e que tiveram algum tipo de relação com a Entre Investimentos e Participações. Segundo esse relatório de inteligência financeira do Coaf, a maior parte dos repasses de empresas ligadas ao Master para a Entre - quase R$ 140 milhões - veio da Sefer Investimentos, alvo na segunda fase da Operação Compliance Zero, em janeiro de 2026, por ter relações com Vorcaro. Outros R$ 20 milhões, de acordo com os dados, vieram do fundo Gold Style, administrado pela Reag, também ligada a Daniel Vorcaro. Esse fundo movimentou quase R$ 1 bilhão de empresas apontadas pela Polícia Federal como parte do esquema de lavagem de dinheiro do PCC no mercado financeiro. Os registros mostram que a Entre Investimentos mandou R$ 87 milhões para a RMD Instituição de Pagamento, que também é suspeita de operar para o PCC.
A Entre é considerada pelos investigadores da Polícia Federal uma peça fundamental na engrenagem financeira montada pelo banqueiro Daniel Vorcaro.
O grupo Entre disse, em nota, que "realiza suas operações em conformidade com as normas e regulamentações aplicáveis ao setor financeiro e reforçou seu compromisso com a integridade, a transparência e o cumprimento da legislação vigente, permanecendo à disposição das autoridades competentes sempre que necessário". 
MATÉRIA RELACIONADA:

PARTICIPE DO NOSSO GRUPO NO WHATSAPP. 

GRUPO 2 - CLIQUE AQUI.

GRUPO 1 - CLIQUE AQUI.

GRUPO 4 - CLIQUE AQUI.

GRUPO - CLIQUE AQUI

GRUPO 3 : CLIQUE AQUI.

GRUPO 5: CLIQUE AQUI

GRUPO 6: CLIQUE AQUI.

CURTA AQUI NOSSA PÁGINA NO FACEBOOK

OS COMENTÁRIOS NÃO SÃO DE RESPONSABILIDADES DO INTERVALO DA NOTICIAS. OS COMENTÁRIOS IRÃO PARA ANALISE E SÓ SERÃO PUBLICADOS SE TIVEREM OS NOMES COMPLETOS.

FOTOS PODERÃO SER USADAS MEDIANTE AUTORIZAÇÃO OU CITAR A FONTE

PF afirma que pai de Vorcaro tinha ligação com jogo do bicho e milícia do Rio e que usava essa conexão para ameaçar desafetos do filho

By: INTERVALO DA NOTICIAS
Texto: JN/G1 Imagem: Divulgação
A Polícia Federal prendeu nesta quinta-feira (14) o pai do banqueiro Daniel Vorcaro. Os investigadores afirmam que Henrique Vorcaro financiava e atuava como operador de uma estrutura criminosa, que reunia bicheiros, milicianos e hackers. A PF disse que ele usava essas conexões para intimidar e coagir adversários do filho.
A polícia declarou ainda que o grupo cooptou também uma delegada e agentes da Polícia Federal para ter acesso a dados sigilosos de investigações sobre o caso Master.
Os agentes prenderam Henrique Vorcaro, pai do banqueiro Daniel Vorcaro, no início da manhã, em Nova Lima, Região Metropolitana de Belo Horizonte. A Polícia Federal prendeu também um agente da ativa da corporação, um hacker e um investigado apontado como bicheiro. Outras três pessoas seguem foragidas.
Continua depois da publicidade
O STF - Supremo Tribunal Federal determinou o afastamento da delegada federal Valéria Pereira da Silva e impôs medidas cautelares contra o marido dela, o agente aposentado Francisco José Pereira da Silva. Eles são acusados de vazarem informações de investigações para o grupo.
Os agentes da PF apreenderam R$ 62 mil em dinheiro, armas, carros, computadores e celulares. A Polícia Federal detalhou a atuação de dois grupos que agiam a mando de Daniel Vorcaro, identificados como "A Turma" e "Os Meninos".
"Os Meninos" com perfil tecnológico voltado para a prática de ataques cibernéticos, derrubada de perfis em redes sociais e monitoramento telefônico e telemático ilegal. A PF afirma que David Henrique Alves recrutava operadores. Era David quem dirigia, no dia 4 de março, o carro de Felipe Mourão, o Sicário, em uma estrada de Minas Gerais, quando foi abordado por agentes da Polícia Rodoviária Federal. 
"Dentro do veículo havia um computador grande de mesa, dois ou três notebooks, caixas e malas, além de um conjunto de objetos que, no contexto investigativo, foi interpretado pela Polícia Federal como indicativo de fuga em andamento e possível destruição, remoção ou ocultação de provas digitais".
Sicário foi preso naquele dia e cometeu suicídio. 
O outro núcleo era conhecido como "A Turma". Segundo a investigação, esses integrantes faziam ameaças, intimidações presenciais, coerções, levantamentos clandestinos, obtenção de dados sigilosos e acessos indevidos a sistemas governamentais. Segundo a decisão, o policial federal aposentado Marilson Roseno da Silva era líder operacional. Além dele, atuavam nesse núcleo: Henrique Vorcaro, Manoel Mendes Rodrigues, que a PF aponta ser bicheiro e responsável pelo braço do Rio de Janeiro, e dois policiais federais: Sebastião Monteiro Júnior e Anderson Wander da Silva Lima.  
Continua depois da publicidade
Os investigadores da Polícia Federal afirmam que o pai do banqueiro Daniel Vorcaro tinha atuação fundamental nesse núcleo da organização criminosa.
Henrique Vorcaro pedia serviços ilícitos a serem executados pelos demais integrantes e gerenciava o esquema de pagamentos. 
A PF afirmou que as conversas extraídas do celular de Marilson, o policial federal aposentado, indicam que "Henrique Vorcaro permaneceu solicitando serviços ilícitos e providenciando recursos para a manutenção do grupo mesmo após as primeiras fases da Operação Compliance Zero, inclusive com menções a repasses vultosos, necessidade de pagamentos para viabilizar o atendimento das demandas".
Em um diálogo apreendido pela polícia, Marilson pediu dinheiro a Henrique Vorcaro:
"Em mensagem de 6 de janeiro de 2026, Marilson deseja-lhe feliz ano novo e, no mesmo contexto, pede para que Henrique não o deixe 'à deriva', afirmando estar 'segurando uma manada de búfalo' e necessitar do pagamento ajustado. Henrique responde que receberia recursos na quinta ou na sexta-feira e que, assim que isso ocorresse, 'imediatamente' enviaria '400', ao que Marilson contrapõe que o ideal seria o envio de '800 mil', considerando que 'F' estaria repassando apenas metade do valor".
Com base nesse diálogo, a Polícia Federal concluiu que "Henrique Vorcaro exercia, de maneira clara, o papel de destinador de recursos para o financiamento da 'Turma', sendo o valor de R$ 400 mil compatível com a quantia que era destinada mensalmente à manutenção do grupo, em pagamentos que seriam feitos também por Fabiano Zettel (em tese, o 'F' mencionado nos diálogos)". 
Continua depois da publicidade
Zettel é cunhado de Vorcaro e está preso desde o início de março. Marilson Roseno já estava preso em uma penitenciária estadual desde uma fase anterior da investigação. Segundo a PF, mesmo assim, ele continuou recebendo dados sigilosos e agora será transferido para o sistema penitenciário federal.
Segundo a investigação, "desde agosto de 2023, o agente federal da ativa Anderson Wander da Silva Lima vinha realizando diversas pesquisas em bases de dados internas da corporação e transmitindo os resultados a Marilson Roseno, que, por sua vez, os repassava aos demais comparsas e aos chefes da organização criminosa".
A investigação afirma que a delegada Valéria Vieira Pereira da Silva consultou um inquérito sigiloso que envolvia Henrique Vorcaro e repassou as informações ao marido, Francisco José Pereira da Silva, agente da Polícia Federal aposentado. O conteúdo compartilhado teria sido suficientemente detalhado, permitindo a identificação do objeto da investigação e de pessoas efetivamente visadas, diz o trecho da decisão.
A Polícia Federal identificou um bicheiro responsável por fazer ameaças a desafetos de Vorcaro. Segundo a PF, há indícios de que Manoel Mendes Rodrigues acionava milicianos e policiais para as ações criminosas no Rio de Janeiro. Luis Felipe Woyceichoski, então comandante da embarcação utilizada por Daniel Vorcaro, relatou ter sido ameaçado de morte por grupo de cerca de sete homens e afirmou que um dos interlocutores se identificou como Manoel, amigo de Daniel Vorcaro, que “mexia com jogo do bicho”. 
Continua depois da publicidade
Na decisão, o ministro André Mendonça afirmou que "o acervo descrito pela autoridade policial aponta para organização criminosa sofisticada, com braços presencial, policial-informacional, financeiro e tecnológico, em circunstância que exige resposta judicial compatível com a gravidade concreta do quadro apurado".
A defesa de Henrique Vorcaro declarou que considera a prisão excessiva e que ela foi decretada antes de Henrique ser ouvido e apresentar documentos e explicações.
O advogado de Valéria e Francisco Pereira da Silva afirmou que os dois mantêm um histórico de bom trabalho na Polícia Federal e vão demonstrar que são inocentes.
O Jornal Nacional não conseguiu contato com os demais investigados. 

PARTICIPE DO NOSSO GRUPO NO WHATSAPP. 

GRUPO 2 - CLIQUE AQUI.

GRUPO 1 - CLIQUE AQUI.

GRUPO 4 - CLIQUE AQUI.

GRUPO - CLIQUE AQUI

GRUPO 3 : CLIQUE AQUI.

GRUPO 5: CLIQUE AQUI

GRUPO 6: CLIQUE AQUI.

CURTA AQUI NOSSA PÁGINA NO FACEBOOK

OS COMENTÁRIOS NÃO SÃO DE RESPONSABILIDADES DO INTERVALO DA NOTICIAS. OS COMENTÁRIOS IRÃO PARA ANALISE E SÓ SERÃO PUBLICADOS SE TIVEREM OS NOMES COMPLETOS.

FOTOS PODERÃO SER USADAS MEDIANTE AUTORIZAÇÃO OU CITAR A FONTE