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INTERVALO DA NOTICIAS
Texto: G1 – Imagem: DivulgaçãoA decisão, após reunião dos ministros da Corte, ocorre na esteira dos avanços da investigação da Polícia Federal sobre o caso Banco Master. Em nota, o STF informou que o ministro – "considerados os altos interesses institucionais" – pediu que o tema fosse redistribuído para outro ministro relatar o caso.
No texto, os ministros do tribunal afirmaram "não ser caso de cabimento
para a arguição de suspeição", que reconhecem "a plena validade dos atos
praticados pelo Ministro Dias Toffoli" e que expressam "apoio pessoal
ao Exmo. Min. Dias Toffoli, respeitando a dignidade de Sua Excelência,
bem como a inexistência de suspeição ou de impedimento"
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Integrantes da Corte ouvidos pela TV Globo e pela GloboNews disseram que a reunião começou "tensa", mas que aos poucos Toffoli foi convencido a deixar a relatoria como uma resposta à sociedade. Em
sua fala, o ministro garantiu não ter tomado nenhuma medida ilegal na
condução do inquérito e que não há nada que possa desaboná-lo.
Relatório dos investigadores enviado ao Supremo na última segunda-feira (09) trouxe menções sobre o magistrado,
a partir de dados do celular do banqueiro Daniel Vorcaro. O presidente
do STF, ministro Edson Fachin, informou aos colegas sobre os achados da
PF na reunião.
O magistrado também enviou o documento à Procuradoria-Geral da República (PGR).
O que disse Toffoli
Em nota divulgada nesta quinta-feira, Toffoli
esclareceu sua participação societária na empresa Maridt. Também negou
relação pessoal ou financeira com o banqueiro Daniel Vorcaro.
O ministro admitiu que integra o quadro societário da empresa, mas afirmou que a administração é feita por parentes.
A nota afirmava ainda que essa condição é permitida pela Lei Orgânica
da Magistratura (Loman), que veda apenas que magistrados exerçam atos de
gestão.
Investigações
As apurações sobre irregularidades na gestão do Banco Master chegaram em dezembro do ano passado ao STF. Na ocasião, Toffoli decidiu que o caso tramitaria na Suprema Corte.
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A apuração inicial tramitava na Justiça Federal em Brasília e envolvia a operação de compra do banco pelo BRB. No âmbito deste caso, Toffoli determinou depoimentos e acareação no penúltimo dia do ano. Em janeiro, autorizou a prorrogação das investigações.
Também em janeiro, o ministro autorizou uma operação da Polícia Federal
que em outra frente de investigações – desta vez, sobre um suposto
esquema de fraudes financeiras envolvendo o Banco Master e incluiu
buscas em endereços ligados ao controlador da instituição, Daniel
Vorcaro, e a familiares, como o pai, a irmã e o cunhado.
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