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quarta-feira, 22 de julho de 2026

A partir do dia 27, as obras vão recomeçar na Serra da Esperança na BR-277 em Guarapuava

By: INTERVALO DA NOTICIAS
Texto: INTERVALO DA NOTICIAS Imagem: Divulgação 
Motoristas que utilizam a BR-277 na nossa região, na Serra da Esperança em Guarapuava, devem redobrar a atenção e se programar para mudanças no trânsito a partir do próximo dia 27 de julho. 
A EPR Iguaçu dará início a uma série de intervenções preventivas no km 312 da rodovia, trecho onde ocorreu uma queda de talude em janeiro deste ano.
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As obras fazem parte do monitoramento permanente das encostas realizado pela concessionária e têm como objetivo ampliar a segurança viária e auxiliar no planejamento das futuras intervenções de estabilização da serra.
Entre os serviços previstos estão a retirada de vegetação e materiais orgânicos acumulados sobre a encosta, além da remoção controlada de pequenos blocos rochosos identificados pelas equipes técnicas com potencial de desprendimento. Também serão realizados trabalhos de inspeção geológica e mapeamento da área.
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Segundo o diretor-executivo da EPR Iguaçu, Silvio Caldas, as intervenções permitirão melhorar o acompanhamento técnico das condições da encosta e gerar informações importantes para as próximas etapas das obras de recuperação e estabilização do local.
Sistema Pare e Siga será implantado durante os trabalhos
Para garantir a segurança das equipes e dos usuários da rodovia, o trânsito funcionará em sistema Pare e Siga entre os dias 27 de julho e 17 de agosto, de segunda a sexta-feira.
De acordo com a concessionária, os serviços ocorrerão entre 8h e 17h.
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A Polícia Rodoviária Federal (PRF), que acompanhará a operação, informou que as interrupções temporárias no tráfego poderão ocorrer diariamente entre 8h e 16h, conforme a necessidade dos trabalhos.
As paralisações serão necessárias principalmente durante a remoção de materiais da encosta, quando existe a possibilidade de queda de fragmentos sobre a pista.
No sentido para Guarapuava, o bloqueio será realizado no km 311 da rodovia. Já no sentido para Prudentópolis, as interrupções ocorrerão no km 316.

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quinta-feira, 9 de julho de 2026

EPR Iguaçu finaliza contenção em taludes de seis pontos da Serra da Esperança e obras entram na etapa final

By: INTERVALO DA NOTICIAS
Texto: INTERVALO DA NOTICIAS Imagem: Divulgação
A EPR Iguaçu, concessionária responsável pela administração de 662 quilômetros de rodovias nas regiões Oeste e Sudoeste do Paraná, avança nas obras de contenção e recuperação em taludes na Serra da Esperança entre os municípios de Prudentópolis e Guarapuava.
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Dos dez pontos mapeados para intervenção, seis já tiveram os serviços de retaludamento concluídos. Em quatro deles, os estudos técnicos indicaram a aplicação de biomanta como solução para estabilização das encostas e, nos outros dois, a execução de concreto projetado. A biomanta é uma manta biodegradável de fibras naturais que protege o solo contra a erosão e favorece a recomposição da cobertura vegetal, enquanto o concreto projetado é empregado em locais que exigem maior reforço estrutural, aumentando a estabilidade da encosta e reduzindo o risco de desprendimentos e deslizamentos.   
As intervenções na Serra da Esperança integram o conjunto de melhorias executadas pela EPR Iguaçu com o objetivo de ampliar a segurança viária, aumentar a resiliência da infraestrutura rodoviária e preservar as condições de trafegabilidade em um dos trechos mais estratégicos da BR-277.
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Com o avanço das intervenções, as obras entram na etapa final, concentrando os trabalhos nos quatro pontos remanescentes, que também receberão concreto projetado como solução definitiva de contenção.
Atualmente, em dois pontos, as equipes executam serviços de limpeza e supressão vegetal para a preparação das áreas de intervenção. Em um terceiro segmento, os trabalhos estão concentrados na perfuração de tirantes, estruturas responsáveis por reforçar a estabilidade dos taludes. Já no quarto ponto, a execução das atividades demandará a implantação de nova sinalização operacional. 
“Todo o planejamento das etapas foi estruturado para preservar a trafegabilidade e garantir a segurança dos usuários e das equipes que atuam na rodovia, organizando as frentes de trabalho de forma gradual e minimizando os impactos à circulação de veículos. Nesta última etapa teremos dois desvios de tráfego paralelamente, ambos devidamente sinalizados para garantir a visibilidade aos usuários. 
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A atuação neste local deve ocorrer nas próximas semanas e a implantação da nova sinalização será informada previamente aos usuários”, destaca o diretor-executivo da EPR Iguaçu, Silvio Caldas. 
A concessionária reforça que a segurança viária é resultado da combinação entre infraestrutura adequada e comportamento seguro dos usuários. Por isso, orienta os motoristas a respeitarem a sinalização implantada e os limites de velocidade, contribuindo para a segurança das equipes que atuam no trecho e para a preservação de vidas. 
Os trabalhos na Serra da Esperança tiveram início em 19 de janeiro. 
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As intervenções preventivas e corretivas foram autorizadas pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), após a concessionária apresentar um plano de soluções elaborado com base em estudos técnicos especializados.

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sexta-feira, 22 de maio de 2026

Carros que estão sendo guinchados pagam pedágio? Donos de guincho no PR reclamam de cobranças a clientes em pórticos do Free Flow; entenda

By: INTERVALO DA NOTICIAS
Texto: G1/PR Imagem: Divulgação
Donos de guincho no Norte do Paraná estão enfrentando problemas com a cobrança de pedágios em pórticos do sistema Free Flow. O g1 recebeu relatos de três guincheiros que dizem que, em pelo menos seis viagens, os veículos que estavam sendo transportados também receberam a cobrança por meio das placas ou TAGs.
Por conta disso, eles afirmam que passaram a cobrir as placas dos automóveis para poder transportá-los entre os pórticos de pedágio. 
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Mas, afinal, a concessionária pode cobrar pedágio de veículos que passam pelos pórticos enquanto estão sendo guinchados? O g1 foi atrás de informações sobre isso.
Thiago da Silva é dono de um guincho em Maringá e contou que uma caminhonete transportada por ele até São Paulo, recebeu a cobrança ao passar pelo pórtico de Mandaguari. Nesse caso, o cliente optou por pagar a tarifa.
Depois disso, na volta da capital paulista, Thiago trouxe outra caminhonete para o Paraná, mas decidiu cobrir a placa do veículo para evitar que outro cliente recebesse a cobrança.
De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), a prática não é considerada uma infração de trânsito, visto que, quando os veículos passam a estar na condição de objetos ao serem transportados pelo guincho.
Outro dono de um autossocorro em Maringá, que não quis ser identificado, comentou que, em pelo menos três vezes, veículos transportados por ele receberam a cobrança, mesmo estando em cima do caminhão guincho. Ele soube do problema ao ser informado por um cliente.
Para que as cobranças não persistissem, o guincheiro também passou a cobrir as placas dos veículos transportados. Para isso, ele tem usado panos e até fabricou uma placa própria com a identificação do autossocorro. 
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Cleverson dos Santos também presta serviços como guincheiro e contou que, em duas ocasiões, os veículos transportados por ele receberam a cobrança ao passar pelo pedágio de Presidente Castelo Branco.
Em uma delas, ele estava transportando três carros em cima do guincho e um em uma "asa delta" – como é chamado o equipamento de guincho hidráulico, geralmente acoplado à traseira de plataformas de autossocorro, como um reboque. Por estarem trafegando na pista, os veículos transportados na "asa delta" são cobrados. No entanto, no caso de Cleverson, todos os quatro carros transportados foram cobrados ao passarem pelo pórtico. 
"O problema é grande, pois a gente anda com carro de cliente. Se eu pego um carro lá em Santa Catarina e venho embora sem olhar, o cliente não vai saber que veio essa cobrança pra ele. Aí vai vencer e ele só vai saber quando cair a multa. Nessa, a gente vai ter que pagar, pois o cliente paga o frete contando com tudo", disse.
Nos casos citados por Cleverson, ele optou por pagar as cobranças para que os clientes não saíssem no prejuízo.
O que diz a concessionária?
O g1 levou os casos mencionados na reportagem para a EPR Paraná, concessionária responsável pelos trechos. 
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Segundo a empresa, o caso das cobranças feitas a três clientes do guincheiro que não quis se identificar, o problema foi resolvido e as passagens foram removidas.
A concessionária informou que os "registros pontuais de duplicidade são corrigidos após conferência e validação técnica, realizada por equipe especializada, assegurando que a cobrança seja realizada de forma justa, correta e transparente".
A EPR orienta que, em caso de dúvidas ou registro equivocado de passagens, os usuários podem entrar em contato com a Ouvidoria da concessionária pelo telefone 0800 369 0376 ou pelo e-mail ouvidoria@eprparana.com.br.
"A concessionária ressalta, ainda, que o sistema de Pedágio Eletrônico opera com tecnologia de alta precisão, monitoramento contínuo e processos permanentes de validação operacional, assegurando a confiabilidade das transações", informou a EPR.
O que diz a lei?
Segundo a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), veículos transportados sobre caminhão-guincho particular são considerados carga e, portanto, não devem gerar cobrança autônoma de pedágio no sistema Free Flow.
A Agência explica que, nesses casos, a cobrança deve ser feita apenas ao veículo que trafega pela rodovia, ou seja, o caminhão-guincho.
"A ANTT informa que eventuais cobranças indevidas podem estar relacionadas a falhas pontuais na leitura de tags ou placas. No caso das tags, pode ocorrer a leitura do dispositivo instalado no veículo transportado, mesmo sem que ele esteja circulando de forma independente. Já a leitura por placa é uma hipótese tecnicamente possível, embora menos provável, pois depende da posição e da visibilidade da placa no momento da passagem pelo pórtico", informou a agência.
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A ANTT orienta que, caso o usuário identifique a cobrança indevida, a orientação é procurar os canais de atendimento da concessionária responsável, apresentando informações como placa do veículo, data, horário e local da passagem, além de eventual comprovante do transporte por guincho.  
Se a inconsistência for confirmada, é obrigação da concessionária cancelar a cobrança ou ressarcir os valores pagos, de acordo com a Agência.
Em nota, a ANTT disse que "acompanha continuamente a operação do sistema Free Flow e que, caso sejam constatadas falhas sistêmicas, recorrentes ou condutas inadequadas por parte da concessionária, poderão ser adotadas as medidas regulatórias e fiscalizatórias cabíveis, incluindo determinação de correção operacional, acompanhamento específico e aplicação das sanções previstas nos contratos de concessão e na regulamentação vigente". 

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terça-feira, 5 de maio de 2026

Cavalo morreu atropelado por um caminhão na BR-277 em Prudentópolis

By: INTERVALO DA NOTICIAS
Texto: INTERVALO DA NOTICIAS Imagem: Divulgação/Ilustração
Segundo a Policia Rodoviária Federal, o acidente aconteceu próximo ao trevo do Relógio em Prudentópolis na BR-277 nesta segunda (04), por volta das 21:00 hrs.
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O acidente aconteceu no Km 307 da rodovia, sendo um atropelamento a um cavalo com um caminhão Scania placa de Guarapuava.
O condutor do caminhão de 34 anos, permaneceu ileso, onde realizou o teste do bafômetro com resultado negativo para ingestão de álcool.
De acordo com o relato do condutor, um homem atravessava a rodovia com um cavalo quando o animal entrou repentinamente na frente do caminhão. 
O motorista tentou desviar, mas não conseguiu evitar o atropelamento, onde o responsável pelo animal evadiu-se do local.
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O cavalo morreu e permaneceu fora da pista, em área de vegetação, sendo a  remoção do animal ficou sob responsabilidade da concessionária EPR Iguaçu.

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