segunda-feira, 5 de outubro de 2026

Eleições 2026 no Paraná Filipe Barros (PL) e Deltan Dallagnol (Novo) são eleitos senadores pelo Paraná

By: INTERVALO DA NOTICIAS
Texto: G1/PR – Imagem: Divulgação
Os candidatos Filipe Barros (PL) e Deltan Dallagnol (Novo) foram eleitos senadores pelo Paraná. Eles ocuparão as cadeiras de Flávio Arns (PSB) e Oriovisto Guimarães (PSDB).
Filipe Barros somou 3.148.583 votos (27,25% dos votos válidos) e Deltan Dallagnol conseguiu 2.904.594 votos (25,14% dos votos válidos), nas Eleições de 2026.  
O ministro Floriano de Azevedo Marques, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), indeferiu a candidatura de Deltan Dallagnol (NOVO) ao Senado pelo Paraná, no sábado (3).  
Continua depois da publicidade
Neste domingo (4), o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, suspendeu a decisão e manteve a candidatura. Com isso, o registro de Dallagnol é considerado “deferido com recurso” pela Justiça Eleitoral e os votos dados à chapa devem ser processados.
O caso ainda será julgado pelo plenário do Tribunal. 
Resultado da votação ao Senado no Paraná
- Filipe Barros (PL): 3.148.583 votos (27,25% dos válidos) - ELEITO
- Deltan Dallagnol (Novo): 2.904.594 votos (25,14% dos válidos) - ELEITO
- Alexandre Curi (Republicanos): 1.947.135 votos (16,85% dos válidos)
- Gleisi (PT): 1.542.636 votos (13,35% dos válidos)
- Dr. Rosinha (PT): 1.154.143 votos (9,99% dos válidos)
- Cristina Graeml (PSD): 737.893 votos (6,39% dos válidos)
- Karen Guerreiro (Missão): 93.198 votos (0,81% dos válidos)
- Joaquim do MLB (UP): 15.457 votos (0,13% dos válidos)
- Marcelo Marcelino (PCO): 9.194 votos (0,08% dos válidos)
No total, 13.659.230 votos foram computados, sendo que 99,92% dos votos foram válidos (11.543.639).
- 1.058.678 votos foram em branco (7,75%);
- 1.047.719 votos foram nulos (7,67%);
- 1.771.009 abstenções foram registradas (20,59%).
Continua depois da publicidade
Filipe Barros (PL)
Filipe Barros é natural de Londrina, no norte do estado, e tem 35 anos.
Formado em Direito pela Universidade Estadual de Londrina (UEL), foi presidente do Diretório Central dos Estudantes da universidade em 2012.
De 2013 a 2015, atuou como assessor legislativo na Câmara Municipal de Londrina e foi eleito vereador no município em 2016, pelo Partido Republicano Brasileiro (PRB). Em 2018, saiu do PRB e se filiou ao Partido Social Liberal (PSL), pelo qual se elegeu deputado federal naquele ano.
Em 2022, passou pelo União Brasil, trocando o partido pelo PL no mesmo ano. Pelo novo partido, foi reeleito deputado federal. Atualmente, Barros é presidente do diretório estadual do PL.
Deltan Dallagnol (Novo)
Deltan é formado em direito e mestre na área pela Harvard Law School. Nascido em 1980, ele é natural de Pato Branco, no sudoeste do Paraná.
Deltan foi procurador da República entre 2003 e novembro de 2021, quando pediu exoneração do cargo. Neste período, atuou em casos como o do Banestado e, em 2014, passou a coordenar a força-tarefa da Operação Lava-Jato em Curitiba. 
Continua depois da publicidade
Em setembro de 2020, ele deixou a força-tarefa da operação. Na época, ele alegou questões pessoais para a saída da operação.
Segundo o Ministério Público Federal (MPF), 543 pessoas foram denunciadas em 217 acusações criminais apresentadas pela força-tarefa liderada por Dallagnol. Ao menos 166 pessoas acabaram condenadas pela Justiça nestes processos.
Durante os seis anos à frente da operação, ele assinou denúncias contra diversos políticos e empresários, com destaque para uma apresentação em PowerPoint, em setembro de 2016, que acusou o ex-presidente Lula por crimes de corrupção e lavagem de dinheiro.
Em 2022, Deltan foi eleito deputado federal do Paraná, sendo o candidato mais votado ao cargo no estado, com mais de 340 mil votos. No ano seguinte, uma decisão do TSE cassou o registro de candidatura dele, o que resultou na perda do mandato.
Entenda a situação jurídica da candidatura de Dallagnol
A discussão atual do caso gira em torno da decisão do TSE, de 2023, que cassou o registro de candidatura de Dallagnol, na época, no Podemos, o que resultou na perda do mandato dele como deputado federal. 
Continua depois da publicidade
Agora, nas eleições de 2026, Dallagnol pediu um novo registro para concorrer ao Senado pelo Paraná. Em 8 de setembro, o Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR) autorizou a candidatura por 4 votos a 3. A decisão, porém, foi questionada no TSE.
Enquanto esse recurso não era julgado, o plenário do TSE decidiu, em 21 de setembro, suspender os atos de campanha de Dallagnol.
Na sexta-feira (2), a Procuradoria-Geral Eleitoral se manifestou a favor da manutenção da candidatura. No sábado (3), porém, o ministro Floriano de Azevedo Marques publicou decisão individual indeferindo o registro de Dallagnol.
A decisão determinou que os votos dados à chapa fossem considerados nulos. Essa foi a decisão suspensa neste domingo (4) pelo presidente do TSE, Nunes Marques.
Isso não significa que o TSE decidiu definitivamente que Dallagnol está elegível, já que o plenário do tribunal ainda deve julgar o caso. 
Continua depois da publicidade
Com a decisão de Nunes Marques, o registro volta a ficar na situação de “deferido com recurso” e os votos são processados, mas a validade deles depende da decisão definitiva.
Caso Dallagnol seja declarado inelegível, toda a chapa é impedida de assumir o cargo, ou seja, os suplentes dele não assumem a vaga. Neste caso, o estado pode ter que realizar novas eleições para o Senado.

PARTICIPE DO NOSSO GRUPO NO WHATSAPP. 

GRUPO 2 - CLIQUE AQUI.

GRUPO 1 - CLIQUE AQUI.

GRUPO 4 - CLIQUE AQUI.

GRUPO - CLIQUE AQUI. 

GRUPO 3 : CLIQUE AQUI.

GRUPO 5: CLIQUE AQUI. 

GRUPO 6: CLIQUE AQUI.

CURTA AQUI NOSSA PÁGINA NO FACEBOOK

OS COMENTÁRIOS NÃO SÃO DE RESPONSABILIDADES DO INTERVALO DA NOTICIAS. OS COMENTÁRIOS IRÃO PARA ANALISE E SÓ SERÃO PUBLICADOS SE TIVEREM OS NOMES COMPLETOS.

FOTOS PODERÃO SER USADAS MEDIANTE AUTORIZAÇÃO OU CITAR A FONTE

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Observação: somente um membro deste blog pode postar um comentário.