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INTERVALO DA NOTICIAS
Texto: G1/PR – Imagem: Divulgação Nunes Silverio de Melo, acusado pelo assassinato de dois irmãos, foi preso na manhã deste sábado (24), em Atibaia, no interior de São Paulo, menos de dois dias após ter sido solto por um juiz substituto em Ponta Grossa, nos Campos Gerais do Paraná.
Gilberto e Josiel Vasconcelos foram assassinados em meio a uma fila de caminhões que aguardavam para descarregar soja em uma empresa. As investigações apontaram que foi Nunes quem deu início à briga e que foi ele quem partiu para cima da primeira vítima, Gilberto. Segundo a polícia, Josiel morreu ao tentar defender o irmão.
Nunes Silverio de Melo estava preso desde o dia do crime, registrado em
abril de 2025. Na quinta-feira (22), ele teve a prisão preventiva
revogada e a Justiça concedeu liberdade provisória para ele, com a
obrigação de comparecimento mensal em juízo e proibição de contato com
familiares das vítimas.
No documento que concedeu a liberdade, o juiz substituto argumentou que
"a gravidade abstrata do delito, por si só, não autoriza a manutenção
da prisão preventiva, sendo indispensável a demonstração de risco
concreto à ordem pública".
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Depois da soltura, o Ministério Público solicitou novamente a prisão
preventiva do suspeito e, na noite de sexta-feira (23), o Plantão
Judiciário do Tribunal de Justiça atendeu ao pedido, determinando o
imediato restabelecimento da prisão de Nunes Silvério, considerando a
periculosidade e o risco de fuga.
A prisão foi resultado de um trabalho da inteligência da Polícia Civil
do Paraná, que identificou que o homem estava em um ônibus interestadual
com destino a Belo Horizonte.
Por meio de nota, os advogados Eduardo Tarabauca Neto e Yuri Kozan,
responsáveis pela defesa de Nunes Silvério, afirmaram que a prisão foi
ilegal. Leia a íntegra do posicionamento:
"A Defesa de Nunes Silvério de Melo ressalta o caráter precário da
decisão que ordenou a sua prisão.
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A acusação se utilizou de uma
estratégia característica, esperando o regime de Plantão Judiciário para
obter a análise de uma liminar atípica, fora da competência do relator
natural do caso. A prisão de Nunes é totalmente ilegal, e a Defesa já
está levando o caso ao Superior Tribunal de Justiça em Brasília,
mediante Habeas Corpus. Ressaltamos que, ao final, a verdade
prevalecerá, e a decisão do Juiz responsável pelo caso, que foi pela
liberdade, será restaurada", diz a nota.
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