segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Ministério Público suspende torcidas organizadas de Atlético e Cruzeiro por 6 meses



By: INTERVALO DA NOTICIAS
Texto: Rádio Itatiaia Imagem: Divulgação

O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) suspendeu as torcidas organizadas Máfia Azul e Pavilhão Independente, do Cruzeiro, e Galoucura, do Atlético, por seis meses de todos os estádios do Brasil. Em reunião na Promotoria de Justiça de Belo Horizonte, nesta segunda-feira, o órgão tomou a decisão considerando as confusões do último clássico disputado no Mineirão.
Durante esse período, as torcidas estão impedidas de comparecer em um raio de cinco quilômetros dos estádios em dias de jogos usando, portando ou exibindo qualquer roupa, faixa, bandeira, instrumento musical ou qualquer objeto que possa caracterizar as organizadas. O banimento vale também para os próximos cinco clássicos, independentemente das datas das partidas.
Após o clássico do dia 21 de setembro, a Polícia Militar encaminhou um relatório dos incidentes do jogo para o MPMG e, segundo o órgão, o histórico de agressões envolvendo as três torcidas organizadas e os tumultos da última partida pesaram para a decisão.
Galoucura e Máfia Azul também ficam proibidas de utilizarem suas sedes quando houver clássicos ou jogos da equipe rival. Em caso de descumprimento, a multa é de R$ 50 mil.
Por causa do arremesso de bombas e 'artefatos explosivos' entre torcidas de Atlético e Cruzeiro, que foi relatado em súmula após o clássico, os dois clubes foram denunciados no Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD. Ambos vão a julgamento, nesta quarta-feira, na 3ª Comissão do tribunal, e podem ser punidos com a perda de até 20 mandos de campo, além de multa de R$ 200 mil.
Participaram da reunião no Ministério Público, nesta segunda-feira o Promotor de Justiça Fernando Ferreira Abreu, a Analista do MPMG, Rafaela Kelly de Carvalho Bifano Muniz, o assessor do Departamento de Futebol da Federação Mineira de Futebol (FMF), Hilário Félix dos Santos Júnior, a Coronel Cláudia Romualdo, o Coronel Ricardo Machado e o Capitão Alex Silva (representando a Polícia Militar de Minas Gerais) e Rosângela da Silva, representante da Comissão de Monitoramento da Violência em Eventos Esportivos e Culturais (COMOVEEC).
Confira, aqui na íntegra, a ata da reunião no Ministério Público.

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