segunda-feira, 26 de setembro de 2016

Homem tenta suicídio após matar os filhos de três e quatro anos em SP



By: INTERVALO DA NOTICIAS
Texto: G1 Imagem: Divulgação


Um pai matou os dois filhos, de três e quatro anos, tentou se matar e ainda deixou uma carta. Hugo Imaizumi continua internado em estado grave, com escolta policial, no hospital de base, em São José do Rio Preto. Os corpos das crianças foram enterrados na tarde deste domingo (25).
O crime aconteceu dentro da casa da família, que fica em uma região de classe média, no sul de São José do Rio Preto. Segundo a Polícia, a mulher contou que acordou e viu que o marido não estava ao lado dela na cama. Foi até o quarto dos filhos e viu que estava trancado. Então ela caminhou até a janela do quarto e viu as duas crianças e o marido - eles estavam deitados e feridos no pescoço.
A mulher pediu socorro aos vizinhos e correu até uma unidade de saúde, a três quarteirões da casa da família. No local, ela encontrou um guarda municipal e contou a história para ele. Ele chamou por reforço e foram até a casa, onde tentaram reanimar as crianças e o homem até a chegada do resgate. Quando os paramédicos chegaram, os meninos Augusto Imaizumi, de quatro anos e Otávio Imaizumi, de três anos, já estavam mortos. Hugo Imaizumi, de 41 anos, foi levado para o hospital com vários ferimentos de faca no peito e no pescoço.
A Polícia encontrou no quarto uma carta escrita à mão por Hugo, deixada para a esposa. O motivo do crime seria ciúme. "Ele está preso em flagrante. Está sob vigília, em custódia lá no hospital de base e, tendo condições de saúde para ser dada a alta, ele vai para o CDP. Homicídio duplo, pena de 12 a 30 anos de reclusão. A modalidade penal praticada é qualificada, [pois] as crianças não puderam se defender e o motivo também pode ser considerado fútil. Acima de tudo, uma barbaridade, né?" declarou o delegado responsável pelo caso, José Luiz Chain.
Um dos vizinhos da família, o senhor Moacir Estefane, contou que nunca viu o casal brigar. "Via ele pegar as crianças e sair para a rua, voltar com as crianças, à pé com aquele carrinho de levar criança. A família era perfeita", diz ele.

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