By: INTERVALO DA NOTICIAS
Texto: Rádio Najuá
Duas pessoas acusadas de integrar uma quadrilha suspeita de desviar
milhões por meio de crimes cibernéticos foram presas na sexta-feira, 6,
em Imbituva. Jorge Luis Maciel Filho, 29, natural de Ponta Grossa, e
Bianca da Silva Vitorino, 21 anos, que reside em Imbituva, foram detidos
no momento que sacavam dinheiro em uma agência da Caixa Econômica
Federal de Imbituva.
Segundo a Polícia Civil, o valor do golpe chegaria a R$ 90 mil. O dinheiro teria sido desviado de uma metalúrgica com sede em São Paulo/SP.
De acordo com as investigações, os acusados realizavam uma transação bancária fraudulenta, transferindo eletronicamente uma quantia em dinheiro da conta de vítimas para laranjas, que ficavam com parte do valor.
Bianca teria recebido cerca de R$ 3 mil para “alugar” sua conta bancária aos criminosos. Conforme a polícia, a suspeita sacou R$ 5 mil em dinheiro e entregou a um estelionatário. O valor restante (R$ 85 mil) foi transferido para a conta de outro golpista em Ponta Grossa.
A fraude só foi descoberta porque o banco monitorou a transferência e ligou para a empresa para saber se algum funcionário havia realizado a operação. Depois disso, a Polícia Civil de Imbituva iniciou as investigações e conseguiu prender Bianca e Jorge.
A polícia investiga a participação de outras pessoas no crime. Há indícios que a quadrilha atuava em vários municípios do Paraná e Santa Catarina. Por isso, não é possível identificar o valor desviado. “Recebemos a informação que havia membros da quadrilha atuando em Imbituva. Realizamos cerco próximo as agências bancárias e conseguimos prender esses dois suspeitos. Os mesmos permanecem custodiados na Delegacia de Polícia Civil de Imbituva e estão à disposição da justiça. Continuamos as investigações, pois é provável que a quadrilha tenha desviado milhões em vários estados”, revelam policiais civis de Imbituva, que conversaram por telefone com a equipe da Najuá.
Segundo a Polícia Civil, o valor do golpe chegaria a R$ 90 mil. O dinheiro teria sido desviado de uma metalúrgica com sede em São Paulo/SP.
De acordo com as investigações, os acusados realizavam uma transação bancária fraudulenta, transferindo eletronicamente uma quantia em dinheiro da conta de vítimas para laranjas, que ficavam com parte do valor.
Bianca teria recebido cerca de R$ 3 mil para “alugar” sua conta bancária aos criminosos. Conforme a polícia, a suspeita sacou R$ 5 mil em dinheiro e entregou a um estelionatário. O valor restante (R$ 85 mil) foi transferido para a conta de outro golpista em Ponta Grossa.
A fraude só foi descoberta porque o banco monitorou a transferência e ligou para a empresa para saber se algum funcionário havia realizado a operação. Depois disso, a Polícia Civil de Imbituva iniciou as investigações e conseguiu prender Bianca e Jorge.
A polícia investiga a participação de outras pessoas no crime. Há indícios que a quadrilha atuava em vários municípios do Paraná e Santa Catarina. Por isso, não é possível identificar o valor desviado. “Recebemos a informação que havia membros da quadrilha atuando em Imbituva. Realizamos cerco próximo as agências bancárias e conseguimos prender esses dois suspeitos. Os mesmos permanecem custodiados na Delegacia de Polícia Civil de Imbituva e estão à disposição da justiça. Continuamos as investigações, pois é provável que a quadrilha tenha desviado milhões em vários estados”, revelam policiais civis de Imbituva, que conversaram por telefone com a equipe da Najuá.
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