A Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), órgão vinculado ao
Ministério da Justiça, encaminhou hoje (10) um ofício ao Conselho
Administrativo de Defesa Econômica (Cade) para que investigue os
recentes aumentos nos preços dos combustíveis que foram
registrados em postos na Bahia, no Rio Grande do Norte, em Minas Gerais,
no Rio Grande do Sul e Distrito Federal.

O pedido foi encaminhado após representantes de sindicatos
reclamarem que distribuidoras desses quatro estados brasileiros e do
Distrito Federal estavam elevando os preços de venda dos combustíveis,
embora a Petrobras não tenha anunciado aumento nos preços praticados em
suas refinarias.
Continua depois da publicidade
Esse aumento, disseram os sindicalistas,
estaria sendo justificado pela alta no preço internacional do petróleo,
associado aos ataques que vem ocorrendo no Oriente Médio.
“Diante desse cenário, a Senacon solicitou que o Cade avalie a
existência de possíveis indícios de práticas que possam prejudicar a
livre concorrência no mercado, e que podem indicar tentativa de
influência à adoção de conduta comercial uniforme ou combinada entre
concorrentes”, diz a Senacon, em nota.
Por meio de nota divulgada em suas redes sociais, o SindiCombustíveis
da Bahia disse que está preocupado com os efeitos do cenário
internacional sobre o mercado de combustíveis no estado. “O
conflito envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã tem pressionado as
cotações do petróleo no mercado internacional e já provoca reflexos no
Brasil”, escreveu.
O Sindicato do Comércio Varejista de Derivados Petróleo do
Rio Grande do Norte (Sindipostos RN), também em suas redes sociais,
escreveu na semana passada que o conflito “já começa a refletir na alta
do preço do petróleo no mercado internacional, acendendo um sinal de
atenção para o setor de combustíveis no Brasil”.
O Minaspreto alertou que a defasagem no preço do diesel já atinge mais de R$ 2 e, na gasolina, quase R$ 1.
Continua depois da publicidade
“As companhias estão restringindo a venda e praticando preços
exorbitantes, principalmente para os revendedores marca própria. Já há
relatos de postos totalmente secos em Minas Gerais. O Minaspetro está
monitorando a situação e irá acionar os órgãos reguladores para mitigar o
risco de desabastecimento”, escreveu o sindicato, em suas redes
sociais.
Em São Paulo, o Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo
no Estado de São Paulo (Sincopetro), entidade que representa o comércio
varejista de derivados de petróleo também vem observando aumento no
preço dos combustíveis. Em entrevista à Agência Brasil, o presidente do Sincopetro, José Alberto Gouveia, disse que a investigação do Cade será importante para o setor.
“O que não pode é o dono do posto levar a culpa como estão tentando
fazer. Ele não aumentou porque ele quis, ele aumentou porque aumentou o
preço para ele também. Então essa explicação para nós é muito
importante”, disse ele.
PARTICIPE DO NOSSO GRUPO NO WHATSAPP.
GRUPO 2 - CLIQUE AQUI.
GRUPO 1 - CLIQUE AQUI.
GRUPO 4 - CLIQUE AQUI.
GRUPO - CLIQUE AQUI.
GRUPO 3 : CLIQUE AQUI.
GRUPO 5: CLIQUE AQUI.
GRUPO 6: CLIQUE AQUI.
CURTA AQUI NOSSA PÁGINA NO FACEBOOK
OS COMENTÁRIOS NÃO SÃO DE RESPONSABILIDADES DO INTERVALO DA NOTICIAS. OS COMENTÁRIOS IRÃO PARA ANALISE E SÓ SERÃO PUBLICADOS SE TIVEREM OS NOMES COMPLETOS.
FOTOS PODERÃO SER USADAS MEDIANTE AUTORIZAÇÃO OU CITAR A FONTE


Nenhum comentário:
Postar um comentário
Observação: somente um membro deste blog pode postar um comentário.