Mostrando postagens com marcador ECONOMIA. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador ECONOMIA. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 2 de setembro de 2026

Preço do botijão de gás aumenta no Paraná. Confira o motivo

By: INTERVALO DA NOTICIAS
Texto: G1/PR Imagem: Divulgação
O preço do botijão de gás de 13 kg aumentou até R$ 9 no Paraná, nesta terça-feira (1). 
Conforme o Sindicato dos Revendedores das Distribuidoras de Gás do Estado do Paraná (Sinregás), entre os motivos para o aumento estão a negociação da Convenção Coletiva de Trabalho do Comércio Varejista e Atacadista, o reajuste das engarrafadoras e a elevação de custos operacionais, como combustível, frota, seguros e obrigações regulatórias.
Continua depois da publicidade
Segundo um levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o preço médio do botijão de gás de 13 kg no Paraná, até sábado (29), era de R$ 111,52.  
Em todo o estado, Pato Branco, no sudoeste do Paraná, registrou o botijão de gás mais caro, vendido a R$ 130,31. Já em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba, foi encontrado o menor preço, de R$ 101,43.
Com o aumento, o preço médio em Curitiba deve variar entre R$ 115,13 e R$ 116,63.
Com base no custo médio praticado no Estado, a estimativa de impacto por unidade é:
- P13: entre R$ 7,50 e R$ 9,00;
- P20: entre R$ 11,50 e R$ 13,80;
- P45: entre R$ 25,96 e R$ 31,15;
Continua depois da publicidade
O Sinregás destaca que os valores são estimativos e referenciais, extraídos de média setorial.
"Eles não constituem tabela, sugestão ou orientação de preço de venda. O impacto real de cada revenda pode ser maior ou menor, conforme o custo da operação, a região de atuação, o volume, a distância de abastecimento, a estrutura de frota e pessoal, o regime tributário e as condições negociadas com cada distribuidora", detalha o sindicato. 

PARTICIPE DO NOSSO GRUPO NO WHATSAPP. 

GRUPO 2 - CLIQUE AQUI.

GRUPO 1 - CLIQUE AQUI.

GRUPO 4 - CLIQUE AQUI.

GRUPO - CLIQUE AQUI

GRUPO 3 : CLIQUE AQUI.

GRUPO 5: CLIQUE AQUI

GRUPO 6: CLIQUE AQUI.

CURTA AQUI NOSSA PÁGINA NO FACEBOOK

OS COMENTÁRIOS NÃO SÃO DE RESPONSABILIDADES DO INTERVALO DA NOTICIAS. OS COMENTÁRIOS IRÃO PARA ANALISE E SÓ SERÃO PUBLICADOS SE TIVEREM OS NOMES COMPLETOS.

FOTOS PODERÃO SER USADAS MEDIANTE AUTORIZAÇÃO OU CITAR A FONTE

sábado, 29 de agosto de 2026

Governo Federal sanciona lei que permite reduzir tributos sobre combustíveis

By: INTERVALO DA NOTICIAS
Texto: INTERVALO DA NOTICIAS  Imagem: Divulgação
A presidência da República sancionou a Lei Complementar nº 235, de 27 de agosto de 2026 que estabelece regras para a redução de alíquotas de tributos federais sobre a importação, a produção e a comercialização dos principais combustíveis. O texto foi aprovado no início do mês pelo Senado, após ter passado pela Câmara dos Deputados.
Continua depois da publicidade
A concessão de renúncias de receita visa diminuir os impactos econômicos no mercado internacional de energia decorrentes do conflito no Oriente Médio. A nova lei foi publicada no Diário Oficial da União desta sexta-feira (28).
O texto permite que eventual redução de tributos incidentes sobre combustíveis seja compensada por receitas extraordinárias obtidas pela União em razão da valorização do petróleo no mercado internacional. 
Continua depois da publicidade 
Além da questão dos combustíveis, a lei cria condições para benefícios tributários destinados à Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos e ao Programa de Desenvolvimento da Indústria de Fertilizantes, estimulando setores considerados estratégicos para o país.
Há também a previsão de um tratamento tributário específico para iniciativas ligadas à realização da Copa do Mundo Feminina de 2027. 

PARTICIPE DO NOSSO GRUPO NO WHATSAPP. 

GRUPO 2 - CLIQUE AQUI.

GRUPO 1 - CLIQUE AQUI.

GRUPO 4 - CLIQUE AQUI.

GRUPO - CLIQUE AQUI

GRUPO 3 : CLIQUE AQUI.

GRUPO 5: CLIQUE AQUI

GRUPO 6: CLIQUE AQUI.

CURTA AQUI NOSSA PÁGINA NO FACEBOOK

OS COMENTÁRIOS NÃO SÃO DE RESPONSABILIDADES DO INTERVALO DA NOTICIAS. OS COMENTÁRIOS IRÃO PARA ANALISE E SÓ SERÃO PUBLICADOS SE TIVEREM OS NOMES COMPLETOS.

FOTOS PODERÃO SER USADAS MEDIANTE AUTORIZAÇÃO OU CITAR A FONTE

quinta-feira, 27 de agosto de 2026

Conta de luz: consumidor poderá escolher fornecedor de energia; mudança promete economia

By: INTERVALO DA NOTICIAS
Texto: JN/G1 Imagem: Divulgação
Novas regras do setor elétrico vão permitir que, em breve, todos os consumidores escolham o próprio fornecedor de energia. 
Uma empresa de logística de São Bernardo do Campo (SP) pagava uma conta de eletricidade bem alta. R$ 37 mil por mês, mas, há dois anos, passou a comprar energia no mercado aberto e a conta caiu quase 30%.  
Continua depois da publicidade
"Por mês, R$ 10 mil é uma economia gigantesca, R$ 120 mil por ano. Realmente o mercado livre vale muito a pena", diz Milton Bigucci Junior, diretor técnico da construtora.
Em 2024, os grandes consumidores — indústrias, shoppings, empresas maiores — puderam deixar de comprar energia da distribuidora e passaram a negociar preços menores com comercializadoras de energia.  
O pequeno consumidor vai poder fazer o mesmo. A partir de novembro do ano que vem, lojas de rua, padarias, restaurantes e outras pequenas empresas vão ter o direito de escolher de quem vão comprar energia. E em novembro de 2028, chega a nossa vez, os consumidores residenciais.
Antes de fazer planos, é bom entender as regras e como o serviço pode melhorar para o consumidor.
"Constantemente tá tendo bastante queda de energia, entendeu?", aponta Josilda Lima, auxiliar de limpeza.
Continua depois da publicidade
Isso não deve mudar com a troca, porque a distribuição continuará a ser feita pela concessionária de cada cidade, com a infraestrutura que já existe.
O que muda é que empresas vão ser criadas para comprar a energia das geradoras e vender ao consumidor -- que pode contratar diretamente, cumprindo contrato de pelo menos 12 meses.
Funcionará de um jeito parecido com o mercado de telefonia no Brasil.
"Se for economizar bastante, acho que o brasileiro vai gostar", comenta a atendente Thaís dos Santos.
Esse é o plano. Mas vai depender do contrato que o consumidor vai assinar.  
"Quando você tem um mercado competitivo, existe a perspectiva de um barateamento da conta com a competição que espera-se que seja instalada", revela Gerusa Côrtes, diretora de operação de mercado da Câmara de Comercialização de Energia (CCEE).
Continua depois da publicidade
A diretora da Câmara de Comercialização de Energia diz que as empresas também podem oferecer serviços, como acontece em outros países.  
"Esses comercializadores, eles podem te mandar uma mensagem avisando quais são os melhores horários pra que você consuma essa energia. E isso pode contribuir também com a redução da sua conta," pondera Gerusa.
A portabilidade da energia entra em vigor ao longo dos próximos dois anos. É o tempo de o consumidor se informar da mudança pra tomar a melhor decisão.

PARTICIPE DO NOSSO GRUPO NO WHATSAPP. 

GRUPO 2 - CLIQUE AQUI.

GRUPO 1 - CLIQUE AQUI.

GRUPO 4 - CLIQUE AQUI.

GRUPO - CLIQUE AQUI

GRUPO 3 : CLIQUE AQUI.

GRUPO 5: CLIQUE AQUI

GRUPO 6: CLIQUE AQUI.

CURTA AQUI NOSSA PÁGINA NO FACEBOOK

OS COMENTÁRIOS NÃO SÃO DE RESPONSABILIDADES DO INTERVALO DA NOTICIAS. OS COMENTÁRIOS IRÃO PARA ANALISE E SÓ SERÃO PUBLICADOS SE TIVEREM OS NOMES COMPLETOS.

FOTOS PODERÃO SER USADAS MEDIANTE AUTORIZAÇÃO OU CITAR A FONTE

terça-feira, 18 de agosto de 2026

Conab realizará leilões para compra de 30 mil toneladas de milho em grãos a granel

By: INTERVALO DA NOTICIAS
Texto: INTERVALO DA NOTICIAS  Imagem: Divulgação 
A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) realizará, nos dias 18 e 19 de agosto, leilões eletrônicos para aquisição de 30 mil toneladas de milho em grãos a granel, das safras 2025/2026 e/ou 2026, com o objetivo de reforçar os estoques públicos do Programa de Venda em Balcão (ProVB). O primeiro certame será destinado exclusivamente à agricultura familiar e, caso o volume previsto não seja integralmente contratado, a quantidade remanescente será ofertada, no dia seguinte, aos demais fornecedores habilitados, em ampla concorrência.
Continua depois da publicidade
As operações ocorrerão por meio do Sistema de Comercialização Eletrônica (Siscoe), na modalidade “viva-voz”, em conexão via web com as Bolsas de Cereais, de Mercadorias e/ou de Futuros.
O primeiro leilão, previsto para o dia 18 de agosto, às 9 horas, conforme o Aviso de Compra nº 45, será destinado exclusivamente à agricultura familiar. Poderão participar produtores rurais, cooperativas e associações que possuam Cadastro Nacional da Agricultura Familiar (CAF) ou Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP) válidos, em nome dos quais toda a documentação deverá ser emitida. Caso o volume ofertado não seja integralmente contratado nessa etapa, a quantidade remanescente será disponibilizada em novo leilão, previsto para o dia 19 de agosto, às 9 horas, por meio do Aviso de Compra nº 46. A segunda operação será aberta aos demais fornecedores habilitados interessados em comercializar milho com a Companhia, incluindo produtores rurais, cooperativas e comerciantes.
Continua depois da publicidade
Em ambos os certames, os participantes deverão estar regularmente cadastrados junto à Bolsa de Mercadorias por meio da qual realizarão a operação e atender aos requisitos previstos nos respectivos avisos, incluindo as exigências de regularidade jurídica, fiscal e trabalhista. Também será verificada a situação dos participantes junto ao Sistema de Cadastramento Unificado de Fornecedores (Sicaf), ao Sistema de Cadastro Nacional de Produtores Rurais e Demais Agentes (Sican) e ao Cadastro Informativo de Créditos não Quitados do Setor Público Federal (Cadin). No caso de pessoas jurídicas, será verificada ainda a situação no Cadastro Nacional de Empresas Inidôneas e Suspensas (Ceis). 
O milho adquirido deverá ser entregue nas Unidades Armazenadoras da Conab localizadas nos estados de Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Minas Gerais, conforme a distribuição dos lotes definida em cada aviso. 
Continua depois da publicidade 
Os Avisos de Compra nº 45 e nº 46 estão disponíveis nas Superintendências Regionais da Conab, nas Bolsas de Mercadorias, no Portal de Comercialização da Companhia e na plataforma Acesse Leilões. Os documentos detalham os quantitativos por lote, as especificações do produto, os locais e as condições de entrega, os cronogramas, a documentação exigida e as demais regras para participação. 

PARTICIPE DO NOSSO GRUPO NO WHATSAPP. 

GRUPO 2 - CLIQUE AQUI.

GRUPO 1 - CLIQUE AQUI.

GRUPO 4 - CLIQUE AQUI.

GRUPO - CLIQUE AQUI

GRUPO 3 : CLIQUE AQUI.

GRUPO 5: CLIQUE AQUI

GRUPO 6: CLIQUE AQUI.

CURTA AQUI NOSSA PÁGINA NO FACEBOOK

OS COMENTÁRIOS NÃO SÃO DE RESPONSABILIDADES DO INTERVALO DA NOTICIAS. OS COMENTÁRIOS IRÃO PARA ANALISE E SÓ SERÃO PUBLICADOS SE TIVEREM OS NOMES COMPLETOS.

FOTOS PODERÃO SER USADAS MEDIANTE AUTORIZAÇÃO OU CITAR A FONTE

sexta-feira, 24 de julho de 2026

Tarifaço de Trump: veja as medidas do governo para tentar conter impacto das tarifas

By: INTERVALO DA NOTICIAS
Texto: G1 Imagem: Divulgação
Para minimizar os efeitos da nova rodada de tarifas impostas pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros, o governo criou um conjunto de medidas que inclui linhas de crédito, garantias para exportadores, benefícios tributários e ações para ampliar a abertura de novos mercados. 
Nesta quarta-feira (22), foi anunciada a liberação de mais R$ 18,5 bilhões em crédito para empresas afetadas. Dentro do Plano Brasil Soberano, este já é o terceiro anúncio e recebe o nome de Brasil Soberano 3.  
Mesmo com uma ampla lista de exceções, o governo calcula que cerca de 2,4 mil empresas brasileiras foram afetadas pelo tarifaço. Elas representam aproximadamente 18% das exportações do Brasil para os EUA e movimentaram, juntas, US$ 7,4 bilhões (R$ 37,5 bilhões) em vendas ao mercado americano em 2024.
Continua depois da publicidade
Segundo a Secretaria de Comércio Exterior (Secex), 74% delas já exportam para outros países, o que pode facilitar o redirecionamento das vendas para novos mercados.
Entre os setores mais afetados estão madeira, máquinas e equipamentos elétricos, móveis, produtos cerâmicos, calçados e açúcar.
Brasil Soberano concentra principal pacote de apoio
A principal iniciativa é o Plano Brasil Soberano, programa criado pelo governo para apoiar empresas afetadas pelas tarifas americanas. A medida prevê linhas de financiamento, ampliação das garantias para exportadores e ações de promoção comercial para ajudar empresas brasileiras a encontrar novos mercados.
O auxílio foi estruturado em três etapas. A primeira foi lançada em agosto de 2025, quando o governo criou o programa e autorizou o uso de até R$ 30 bilhões do Fundo de Garantia à Exportação (FGE) para apoiar empresas afetadas pelo primeiro tarifaço dos Estados Unidos.
A segunda etapa começou em março deste ano, com a abertura de uma nova rodada de financiamentos. O programa tinha um limite de R$ 21 bilhões em crédito. 
Continua depois da publicidade
Até o encerramento do prazo, nesta quarta-feira (22), empresas protocolaram R$ 19,5 bilhões em 667 pedidos. Como R$ 1,5 bilhão não foi utilizado, o valor retorna ao Tesouro Nacional.
Coincidentemente, no mesmo dia em que se encerrou a segunda etapa, o governo anunciou a terceira. O Brasil Soberano 3 conta com um teto de R$ 18,5 bilhões, destinados a empresas afetadas pelas tarifas adicionais dos Estados Unidos e pelos impactos da guerra no Oriente Médio.
Desse total, R$ 13,5 bilhões virão de recursos não utilizados do Brasil Soberano 1 e de renegociações de dívidas rurais, e R$ 5 bilhões serão aportados pelo BNDES.
Os recursos podem ser usados para:
  • capital de giro, ajudando empresas a manter suas operações enquanto reorganizam vendas;
  • compra de máquinas e investimentos produtivos;
  • adaptação de produtos e processos para novos mercados;
  • inovação tecnológica;
  • fortalecimento de fornecedores ligados às cadeias exportadoras.
Os beneficiários também precisam assumir compromissos relacionados à manutenção ou ampliação de empregos. 
Continua depois da publicidade
A demanda pelo montante já supera o volume inicialmente disponibilizado - os pedidos de financiamento já somam R$ 18,2 bilhões. O BNDES aprovou até agora R$ 8,3 bilhões em operações.
1. Seguro de Crédito à Exportação
Outra frente de apoio é o fortalecimento do Seguro de Crédito à Exportação (SCE). Criado em 1999, diferentemente de uma linha de financiamento, o mecanismo funciona como uma proteção contra riscos de uma operação internacional.
Ele foi ampliado em março deste ano, com a MP nº 1.345/2026, que passou a permitir o uso do SCE para novas modalidades de crédito, especialmente voltadas às micro, pequenas e médias empresas, e integrou o instrumento ao Plano Brasil Soberano.
Depois, no mês passado, o Gecex regulamentou essas mudanças por meio da Resolução nº 916.
Na prática, o seguro ajuda a cobrir possíveis perdas caso um comprador estrangeiro deixe de pagar ou ocorram problemas que impeçam a conclusão do negócio, como restrições políticas ou eventos extraordinários. 
Continua depois da publicidade
Com isso, bancos e instituições financeiras ficam mais seguros para conceder crédito aos exportadores.
  • ⏳Quando foi aplicado: em 1999 e reformulado em 2026;
  • 📄​Para que serve: é um seguro que protege operações de crédito ligadas às exportações;
  • 💵​Quanto dinheiro envolve: o SCE não tem um orçamento próprio anunciado, ele é lastreado pelo Fundo de Garantia à Exportação (FGE).
2. Programa de Financiamento às Exportações
O Programa de Financiamento às Exportações (Proex) surgiu em 1991 e oferece financiamento para exportações brasileiras em condições semelhantes às praticadas internacionalmente, ajudando empresas a competir com fornecedores de outros países. Atualmente, é regulamentado pela Lei nº 10.184/2001 e operado pelo Banco do Brasil com recursos do Tesouro Nacional.
Enquanto o SCE funciona como uma garantia contra riscos, o Proex atua diretamente no financiamento da venda externa.
Na prática, ele ajuda empresas brasileiras a venderem para o exterior oferecendo crédito mais barato ou reduzindo o custo do financiamento da operação e conta com duas modalidades.
Continua depois da publicidade
O Proex Financiamento, em que o Tesouro Nacional empresta diretamente recursos ao exportador brasileiro ou ao comprador estrangeiro; e o Proex Equalização, em que o financiamento é concedido por um banco e o governo paga parte dos juros para que o custo fique semelhante ao praticado por concorrentes internacionais.
  • ⏳Quando foi aplicado: em 1991;
  • 📄​Para que serve: oferece financiamento para exportações brasileiras de bens e serviços em condições competitivas no mercado internacional;
  • 💵​Quanto dinheiro envolve: o Proex não tem um valor único. Todos os anos, ele recebe recursos previstos na Lei Orçamentária. Para este ano, foram destinados R$ 2,2 bilhões para o Proex Financiamento e R$ 1,28 bilhão para o Proex Equalização.
3. Drawback
O drawback também não foi criado em resposta ao tarifaço. Trata-se de um regime aduaneiro especial existente há décadas, usado para reduzir o custo de produção de empresas que exportam.
O mecanismo permite suspender ou eliminar determinados impostos sobre matérias-primas e insumos usados na fabricação de produtos exportados.
O que o governo fez após as tarifas dos Estados Unidos foi prorrogar prazos do regime para empresas afetadas por mais um ano, dando mais tempo para que cumpram seus compromissos de exportação.
O recurso foi instituído pelo Decreto-Lei nº 37, de 1966, e atualmente é regulamentado pela legislação aduaneira e por normas da Secretaria de Comércio Exterior (Secex). É administrado pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC). 
Continua depois da publicidade
Há três modalidades de drawback, a suspensão (consiste na suspensão de tributos), a isenção (isenta ou reduz os tributos) e a restituição (restitui os tributos pagos na importação de insumo e utilizado no bem exportado).
  • ⏳Quando foi aplicado: em 1966;
  • 📄​Para que serve: reduzir o custo de produção de empresas exportadoras ao suspender ou eliminar tributos sobre matérias-primas e insumos utilizados na fabricação de produtos destinados ao mercado externo;
  • 💵​Quanto dinheiro envolve: o drawback não possui um orçamento próprio, o mecanismo funciona por meio da suspensão, isenção ou restituição de tributos, e não pela liberação de recursos financeiros às empresas.
Lei de Reciprocidade dá instrumento para eventual resposta comercial
Além das medidas de apoio às empresas, o governo também passou a contar com a Lei de Reciprocidade Econômica, aprovada pelo Congresso. 
Continua depois da publicidade
O mecanismo permite que o Brasil adote medidas equivalentes quando sofrer restrições consideradas injustificadas de outros países.
Segundo o ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Elias Rosa, o instrumento não representa uma retaliação automática, mas uma ferramenta que poderá ser utilizada caso seja considerada necessária. 

PARTICIPE DO NOSSO GRUPO NO WHATSAPP. 

GRUPO 2 - CLIQUE AQUI.

GRUPO 1 - CLIQUE AQUI.

GRUPO 4 - CLIQUE AQUI.

GRUPO - CLIQUE AQUI

GRUPO 3 : CLIQUE AQUI.

GRUPO 5: CLIQUE AQUI

GRUPO 6: CLIQUE AQUI.

CURTA AQUI NOSSA PÁGINA NO FACEBOOK

OS COMENTÁRIOS NÃO SÃO DE RESPONSABILIDADES DO INTERVALO DA NOTICIAS. OS COMENTÁRIOS IRÃO PARA ANALISE E SÓ SERÃO PUBLICADOS SE TIVEREM OS NOMES COMPLETOS.

FOTOS PODERÃO SER USADAS MEDIANTE AUTORIZAÇÃO OU CITAR A FONTE

quinta-feira, 16 de julho de 2026

EUA ameaça o Brasil com mais medidas caso o país aplique a reciprocidade

By: INTERVALO DA NOTICIAS
Texto: METROPOLES  Imagem: Divulgação 
Os Estados Unidos ameaçaram o Brasil com mais consequências caso o país decida reagir com reciprocidade à decisão dos norte-americanos de taxar produtos brasileiros. No documento que especifica a sobretaxa de 25%, publicado na madrugada desta quinta-feira (16/7), o país poderá considerar que o atual nível de tarifação não é suficiente.
Continua depois da publicidade
“Ações do Brasil que aumentem o ônus ou a restrição ao comércio dos EUA — como aumentos de tarifas sobre produtos dos Estados Unidos, em vez de abordar as preocupações dos EUA com as práticas desleais constatadas na investigação — podem indicar que a ação dos EUA neste nível não é suficiente para obter a eliminação dos atos, políticas e práticas do Brasil”, afirma o texto.
Os EUA também disseram que a aplicação das tarifas não impede que sejam utilizados outros remédios ou autoridades adicionais, conforme apropriado.
Após a decisão do país, o governo brasileiro informou que vai acionar os instrumentos previstos na Lei de Reciprocidade. A legislação autoriza o Brasil a retaliar ou aplicar sobretaxas equivalentes contra países que imponham barreiras comerciais unilaterais aos produtos brasileiros.
Continua depois da publicidade
A nova tarifa de 25% imposta pelo governo dos Estados Unidos a produtos brasileiros entra em vigor a partir da próxima semana, no dia 22 de julho.
Apesar da tarifa geral sobre produtos brasileiros, o documento que oficializa a nova taxação apresenta uma lista detalhada de isenções. 
Continua depois da publicidade 
Entre os itens que não serão taxados, se destacam, por exemplo, alimentos como café, mel orgânico, açaí, carne bovina, laranja, terras-raras e outros.
Já entre os produtos taxados, estão: etanol, máquinas agrícolas, calçados, vestuário, produtos químicos diversos, papel, açúcar e outros.

PARTICIPE DO NOSSO GRUPO NO WHATSAPP. 

GRUPO 2 - CLIQUE AQUI.

GRUPO 1 - CLIQUE AQUI.

GRUPO 4 - CLIQUE AQUI.

GRUPO - CLIQUE AQUI

GRUPO 3 : CLIQUE AQUI.

GRUPO 5: CLIQUE AQUI

GRUPO 6: CLIQUE AQUI.

CURTA AQUI NOSSA PÁGINA NO FACEBOOK

OS COMENTÁRIOS NÃO SÃO DE RESPONSABILIDADES DO INTERVALO DA NOTICIAS. OS COMENTÁRIOS IRÃO PARA ANALISE E SÓ SERÃO PUBLICADOS SE TIVEREM OS NOMES COMPLETOS.

FOTOS PODERÃO SER USADAS MEDIANTE AUTORIZAÇÃO OU CITAR A FONTE