By:
INTERVALO DA NOTICIAS
Texto: AGENCIA BRASIL – Imagem: DivulgaçãoFoi sancionado
nesta terça-feira (31), pelo presidente Lula, o projeto de lei que amplia a
licença-paternidade no Brasil. Com a mudança, os pais passam a contar
com até 20 dias de afastamento do trabalho a partir do nascimento do
bebê. Atualmente, a legislação prevê apenas cinco dias.
A licença-paternidade é concedida ao empregado, com remuneração
integral, em razão de nascimento de filho, de adoção ou de guarda
judicial para fins de adoção de criança ou adolescente, sem prejuízo do
emprego e do salário.
Continua depois da publicidade
A lei deve ser publicada nesta quarta-feira (1º de abril) no Diário Oficial da União. As novas regras passam a valer a partir de 1º de janeiro de 2027. O texto prevê que essa ampliação se dará de forma gradual, no prazo de quatro anos:
- 10 dias nos dois primeiros anos de vigência da lei;
- 15 dias no terceiro ano;
- 20 dias a partir do quarto ano.
A licença ainda poderá ser dividida em dois períodos, a partir da requisição do empregado.
Em caso de morte da mãe, o pai tem direito ao período da licença-maternidade, que é de 120 dias.
Benefícios
No ano passado, a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP)
elaborou uma carta aberta à sociedade e aos parlamentares pedindo que a
licença fosse de 30 a 60 dias – período até 12 vezes maior que o
atualmente concedido pela legislação.
Continua depois da publicidade
Junto com outras entidades, a SBP apontou evidências científicas que
comprovam os benefícios da presença paterna nos primeiros dias de vida
do bebê.
A entidade enumerou estudos que ressaltam efeitos positivos da
licença-paternidade de quatro semanas – entre eles, a possibilidade de
apoiar o aleitamento materno e contribuir com o desenvolvimento
neurocognitivo dos bebês.
O documento destaca ainda que diversos países já adotam modelos de
licença parental compartilhada, que permitem a divisão flexível do tempo
de cuidado entre mães e pais.
Histórico
O debate em torno do direito dos pais em se afastar do trabalho para
se dedicar aos cuidados de um recém-nascido é alvo de polêmica desde a
Constituinte, em 1988.
Na ocasião, o então deputado Alceni Guerra, autor da emenda que criou
a licença-paternidade, foi ridicularizado pelos colegas parlamentares
ao defender o benefício. Médico pediatra, ele fez uma defesa emocionada
da proposta e conseguiu a inclusão do direito no texto da Constituição
Federal, com ampla maioria dos votos a favor.Continua depois da publicidade
O projeto de lei que trata da ampliação foi aprovado no Senado
no último dia 4. O tema, entretanto, era debatido no Congresso Nacional
há 19 anos, depois de ser apresentado pela então senadora Patrícia
Saboya, em 2007.
PARTICIPE DO NOSSO GRUPO NO WHATSAPP.
GRUPO 2 - CLIQUE AQUI.
GRUPO 1 - CLIQUE AQUI.
GRUPO 4 - CLIQUE AQUI.
GRUPO - CLIQUE AQUI.
GRUPO 3 : CLIQUE AQUI.
GRUPO 5: CLIQUE AQUI.
GRUPO 6: CLIQUE AQUI.
CURTA AQUI NOSSA PÁGINA NO FACEBOOK
OS COMENTÁRIOS NÃO SÃO DE RESPONSABILIDADES DO INTERVALO DA NOTICIAS. OS COMENTÁRIOS IRÃO PARA ANALISE E SÓ SERÃO PUBLICADOS SE TIVEREM OS NOMES COMPLETOS.
FOTOS PODERÃO SER USADAS MEDIANTE AUTORIZAÇÃO OU CITAR A FONTE



Nenhum comentário:
Postar um comentário
Observação: somente um membro deste blog pode postar um comentário.