By: INTERVALO DA NOTICIAS
Texto: G1 – Imagem: Divulgação
Um juiz da 1ª Vara Federal da Bahia intimou o presidente Jair Bolsonaro
e o filho dele, Eduardo Bolsonaro, a darem explicações sobre a
indicação do deputado federal ao cargo de embaixador do Brasil no
Estados Unidos.
A intimação ocorreu após o juiz André Jackson de Holanda Maurício
Júnior, substituto da 1ª Vara Federal, aceitar um pedido de ação popular
movida contra a nomeação de Eduardo Bolsonaro.
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A decisão foi publicada
na segunda-feira (29).
"O preenchimento de cargos relevantes como Chefe de Missão Diplomática
Definitiva em território estrangeiro por parentes próximos do Chefe do
Executivo, como por exemplo seus descentes (filho), violam todos os
mandamentos constitucionais referentes à impessoalidade e à moralidade",
diz um trecho da ação popular, que pede que a indicação de Eduardo
Bolsonaro seja barrada de forma imediata.
Segundo a decisão do juiz, Jair Bolsonaro e o filho têm cinco dias para
se manifestar. A ação popular foi movida pelo deputado federal Jorge
Solla (PT-BA).
A Secretaria de Comunicação do Planalto informou que não comentará a intimação ao presidente.
Trump elogia indicação
"Conheço o filho dele [Jair Bolsonaro], e eu considero que o filho dele
é extraordinário, um jovem brilhante, incrível, estou muito feliz pela
indicação", disse Trump.
Ele completou: "Eu conheço o filho dele e provavelmente é por isso que o
fizeram [indicaram]. Estou muito feliz com essa indicação".
Em seguida, o presidente americano foi perguntado se isso não seria
nepotismo, do que ele discordou. "Não, eu não acho que é nepotismo
porque o filho ajudou muito na campanha.
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O filho dele é extraordinário,
ele realmente é."
Por fim, Trump deu a entender que não tinha conhecimento da indicação:
"Eu acho que é uma grande indicação, eu não sabia disso".
O presidente Jair Bolsonaro comentou posteriormente o aparente
desconhecimento de Trump sobre a indicação. "O presidente, como eu por
exemplo, não posso saber de tudo que acontece no governo. Às vezes tem
embaixador que tá vindo pra cá, passa pelo Ernesto, e momentos antes ou
poucos dias antes eu sei que vão entregar as credenciais pra aquele
indicado por aquele país", explicou.
"Agora, você pode ver: ele conhece o Eduardo Bolsonaro. Quando eu
estive lá a primeira vez, quando eu entrei para uma reunião reservada,
quase secreta, ele mandou o ajudante de ordens dele chamar o Eduardo
para participar da reunião. E não estavam presentes nem o embaixador
dele, nem o nosso", acrescentou.
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