By: INTERVALO DA NOTICIAS
Texto: RÁDIO CÂMARA
Recesso parlamentar em julho causa polêmica na Câmara. Diante da
não votação da Lei de Diretrizes Orçamentárias, o Congresso Nacional
não poderá entrar em recesso oficial entre 18 e 31 de julho. No entanto,
o presidente do Senado, Renan Calheiros, cogita o chamado "recesso
branco", neste período, sem sessões deliberativas.
Após participar da reunião de líderes partidários, nesta terça-feira (5), o líder do governo interino, deputado André Moura, do PSC de Sergipe, anunciou que a Câmara fará um esforço concentrado de votações de segunda a quinta-feira da próxima semana, só retomando as deliberações em agosto.
"A proposta da liderança do governo era que nós pudéssemos trabalhar normalmente agora, no mês de julho, e que o nosso recesso fosse na última quinzena de setembro, já que é um período que se avizinha do processo das eleições. Mas, não houve uma unanimidade por parte da Casa e, portanto, ficou mantido o recesso branco.”
O "recesso branco" em julho recebeu críticas, no Plenário da Câmara, por parte do vice-líder do PSB, deputado Heráclito Fortes.
"Se legalmente nós não podemos ter recesso por conta da LDO, falar em ‘recesso branco’ é um absurdo no momento que o país está vivendo.”
Também em Plenário, o presidente da Câmara, deputado Waldir Maranhão, disse que a palavra final caberá aos líderes.
"Nesta posição, há aqueles que são contra e há aqueles que são a favor. Portanto, a deliberação será por conta do colegiado de líderes. É o colegiado de líderes que vai tomar a decisão.”
Para haver “recesso branco”, os deputados precisam aprovar requerimento em Plenário, dispensando a realização das sessões deliberativas no período.
Após participar da reunião de líderes partidários, nesta terça-feira (5), o líder do governo interino, deputado André Moura, do PSC de Sergipe, anunciou que a Câmara fará um esforço concentrado de votações de segunda a quinta-feira da próxima semana, só retomando as deliberações em agosto.
"A proposta da liderança do governo era que nós pudéssemos trabalhar normalmente agora, no mês de julho, e que o nosso recesso fosse na última quinzena de setembro, já que é um período que se avizinha do processo das eleições. Mas, não houve uma unanimidade por parte da Casa e, portanto, ficou mantido o recesso branco.”
O "recesso branco" em julho recebeu críticas, no Plenário da Câmara, por parte do vice-líder do PSB, deputado Heráclito Fortes.
"Se legalmente nós não podemos ter recesso por conta da LDO, falar em ‘recesso branco’ é um absurdo no momento que o país está vivendo.”
Também em Plenário, o presidente da Câmara, deputado Waldir Maranhão, disse que a palavra final caberá aos líderes.
"Nesta posição, há aqueles que são contra e há aqueles que são a favor. Portanto, a deliberação será por conta do colegiado de líderes. É o colegiado de líderes que vai tomar a decisão.”
Para haver “recesso branco”, os deputados precisam aprovar requerimento em Plenário, dispensando a realização das sessões deliberativas no período.
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