sexta-feira, 25 de maio de 2018

Menina que enfrenta doença rara realiza sonho de praticar rapel


By: INTERVALO DA NOTICIAS
Texto: A NOTICIA Imagem: Divulgação


O sonho de fazer uma trilha e conhecer o Castelo dos Bugres, em Joinville, parecia distante para a pequena Sarah Luise da Silva Carvalhi, de nove anos, que é portadora de Distrofia Muscular Degenerativa - doença rara na qual os músculos enfraquecem progressivamente. A limitação, no entanto, foi vencida com sucesso na manhã desta terça-feira (1º) graças a força de vontade da criança e a sensibilidade dos integrantes do Grupo de Resgate em Montanha (GRM) de Joinville.
Os profissionais guiaram a menina até a realização do desejo dela em praticar rapel na montanha, na companhia de outras crianças. A atividade começou a ser planejada pelo grupamento ainda no ano passado, quando foram procurados por um amigo da família de Sarah, que informou que estava programando uma caminhada para o Castelo e gostaria de levá-la, mas ela teria dificuldades de fazer a caminhada por conta da doença.
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— Foi então que a gente se sensibilizou com a situação. Este era o grande sonho dela, fazer a trilha e o rapel, porque ela viu fotos da mãe fazendo essa atividade e os colegas comentavam na escola que foram para o Castelo dos Bugres. Um sonho, que era difícil de realizar, por causa das limitações da doença, que não tem cura — relata Alan da Rosa, diretor técnico do GRM.
Segundo ele, no ano passado foram feitas duas tentativas de realizar a atividade com a menina, mas tiveram que ser suspensas em decorrência do tempo instável. Desta vez, deu certo. Com o embalo de uma história infantil especial com o tema "O Castelo de Sarah", ela e outros pequenos, filhos dos membros do GRM, ouviram histórias, praticaram caminhada e rapel (em um paredão de 30 metros). De quebra, aprenderam ainda questões importantes sobre a preservação ambiental.
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— Ela caminhou em alguns momentos, porém como essa doença é degenerativa, quanto mais esforço ela faz, mais músculo ela perde, então não forçamos, fizemos para que ela tivesse o prazer de caminhar em uma trilha. Em 90% do trajeto ela foi conduzida em uma mochila especial para carregar crianças. A atividade foi fantástica e realizamos o sonho dessa criança, que sabemos, para nós, foi pouco e podemos fazer muito mais, mas para ela foi gratificante — completa Alan.


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