By: INTERVALO DA NOTICIAS
Texto: BANDA B – Imagem: Divulgação
Uma mulher de 28 anos foi presa temporariamente na
sexta-feira (09/11) suspeita pelos crimes de homicídio triplamente qualificadoe ocultação de cadáver de seu ex-marido, Edivaldo Dias, de 38anos. O corpo da vítima foi encontrado sem a cabeça no dia 16 de outubro deste
ano por moradores da área rural de Colombo, Região Metropolitana de Curitiba.
Andreia Carla Kotovski foi presa em Rio do Sul (SC) por policiais civis da Delegacia
de Almirante Tamandaré.
Segundo a investigação, a vítima já
estava desaparecida desde o dia 13 de outubro. Dias depois, por terem visto
rastros de sangue no matagal, os moradores foram averiguar e se depararam com o
corpo decapitado. No outro dia, crianças curiosas com a situação foram até osarredores e acharam a cabeça da vítima, que foi sepultada separadamente ao
corpo.
De acordo com o delegado
responsável pelo caso, Tito Lívio Barichello, a mulher já era a principal
suspeita desde o início pois no decorrer das investigações vários pontos
levavam a crer que ela seria a suspeita do crime.
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No dia 13, quando a vítima
desapareceu, havia uma ligação em seu celular realizada pela suspeita às 5h da
manhã e já existiam Boletins de Ocorrência registrados pela vítima contra ela
dando conta de que ela teria tentado esfaqueá-lo. Também recebemos uma denúncia
anônima de que ela seria a suspeita pelo crime. O delegado também esclareceu
que uma nova investigação foi iniciada, pois um ex-namorado da suspeita também
teria sido assassinado anos atrás”, explicou Barichello.
O delegado destacou ainda como a
suspeita agiu para atrair Edivaldo. “Ela fingiu um problema no carro e chamou a
vítima. Com um punhal, acabou decepando a cabeça dele. Em um bar, antes do
crime, ela havia falado que se o encontrasse o ‘chumbo’ ia comer. Os dois
tinham uma relação conturbada. Ela o matou a sangue frio e ofereceu dinheiro
para não ser presa”, descreveu.
Ao todas cinco testemunhas foram
ouvidas, entre elas duas sigilosas, concluindo a investigação. Uma das
testemunhas confirmou que foi contratada para matar Edivaldo e a outra ouviu da
investigada, detalhes de como decapitou Edivaldo Dias.
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Durante a prisão, a mulher ofereceu
R$ 10 mil para não ser presa pela equipe policial, motivo que foi autuada em
flagrante pelo crime de corrupção ativa. A suspeita estava foragida em Rio do
Oeste (SC) e foi presa por policiais da Delegacia de Almirante Tamandaré, para
onde foi encaminhada e permanece à disposição da Justiça.
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