By: INTERVALO DA NOTICIAS
Texto: G1/PR – Imagem: RPC
A defesa do professor Luis Felipe Manvailer, de 32 anos, acusado de matar a advogada Tatiane Spitzner, pediu transferência do suspeito para o
Complexo Médico Penal de Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba,
após ele alegar tentativa de suicídio.
Mainvailer teria tentado se matar com uma lâmina de barbear, na Penitenciária Industrial de Guarapuava, onde está detido. A defesa pediu sigilo imediato no processo. “Excelência: a situação é gravíssima! Urge que medidas imediatas sejam tomadas.
Segundo os advogados que representam a família de Tatiana, não há laudos de médicos ou imagens dos ferimentos causados na tentativa de suicídio.
O documento afirma que o pedido não deve ser aceito por três motivos e, a primeira, é a que o próprio réu “confessou” ter tentado se matar. “Note-se, inicialmente, que a alegação de tentativa de suicídio partiu do próprio denunciado. Conforme o Comunicado 029/18, constante em seu requerimento, ele mesmo teria “confessado” que havia tentado tal ato.
Ele foi denunciado pelos crimes de cárcere privado; fraude processual e homicídio qualificado por meio cruel, impossibilidade de defesa da vítima, motivo torpe e feminicídio, quando o fato de a vítima ser mulher motiva o crime.
Mainvailer teria tentado se matar com uma lâmina de barbear, na Penitenciária Industrial de Guarapuava, onde está detido. A defesa pediu sigilo imediato no processo. “Excelência: a situação é gravíssima! Urge que medidas imediatas sejam tomadas.
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O risco de suicídio é iminente. A
Defesa está trazendo isso a conhecimento do Poder Judiciário, para que
medidas sejam tomadas, tendo em vista que Luis Felipe encontra-se sob a
custódia do Estado”, afirma o documento assinado pelo advogado Cláudio
Dalledone Júnior.Segundo os advogados que representam a família de Tatiana, não há laudos de médicos ou imagens dos ferimentos causados na tentativa de suicídio.
O documento afirma que o pedido não deve ser aceito por três motivos e, a primeira, é a que o próprio réu “confessou” ter tentado se matar. “Note-se, inicialmente, que a alegação de tentativa de suicídio partiu do próprio denunciado. Conforme o Comunicado 029/18, constante em seu requerimento, ele mesmo teria “confessado” que havia tentado tal ato.
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No mesmo documento também consta que ele desistiu de levar adiante
tal intento”, diz documento anexado ao processo.Ele foi denunciado pelos crimes de cárcere privado; fraude processual e homicídio qualificado por meio cruel, impossibilidade de defesa da vítima, motivo torpe e feminicídio, quando o fato de a vítima ser mulher motiva o crime.
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