segunda-feira, 30 de abril de 2018

Professores e funcionários da Rede Municipal fazem paralisação em Prudentópolis



By: INTERVALO DA NOTICIAS
Texto: INTERVALO DA NOTICIAS Imagem: Élio Kohut (Intervalo da Noticias) e Divulgação

Nesta sexta (27), os professores e funcionários municipais de Prudentópolis realizaram uma paralisação, sendo as reivindicações voltadas em questão de salário e do plano de carreira.
A reportagem do Intervalo da Noticias está colocando as duas partes envolvidas, como a parte dos funcionários, onde entrevistou a professora Joana Preslak Barbosa que explica a questão da paralisação na última sexta e como também usamos um áudio que foi publicado pela assessoria de imprensa da prefeitura do prefeito Adelmo Luiz Klosowski/PSDB, onde se manifestou sobre a paralisação. (Entrevistas abaixo com mais detalhes).
Professores e funcionários:
Profª Joana:
Essa paralisação foi deliberada por uma Assembleia, onde eles não conseguem negociar junto ao Executivo o reajuste salarial. Todo o trabalhador tem direito de aumento dentro que a inflação que prevê e que este ano ficou em média a inflação em 2.08%. Já os professores tem a Lei do Piso que foi instituída em 2008, onde esta lei para este ano garante um aumento de 6.81%, onde o Executivo não quer dar para toda a categoria.  
O outro ponto da reivindicação seria o plano de carreira dos funcionários da área de Educação, onde seria uma proposta de campanha e que não sai do papel.
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Essa mesma reivindicação foi já para votação na Câmara de Vereadores em sistema de urgência e que não teve nenhuma negociação com os envolvidos, tanto que o Projeto não passou na Câmara, onde o Jurídico da APP Sindicato repassou que poderá sim este projeto ser votado novamente.
Para esta paralisação teve em média de mais de 50% de funcionários e professores que participaram pela parte da manhã desta sexta.
Por enquanto os envolvidos não vão entrar em greve, mas para esta quinta (03), está marcado uma reunião no plenarinho da Câmara, onde é para estar presente o Executivo, Legislativo e como funcionários e professores e a APP Sindicato.
Entrevista:
Executivo:
Prefeito Adelmo:
Estranhou a questão da paralisação, onde o principal objetivo foi na questão de aumento de salário, onde não se pode melhorar a Educação por busca de melhores salários.
Em seu pronunciamento citou palavras de Maria Tereza de Assunção Freitas, onde demonstra que se teve pensar e agir para melhor da Educação, onde se tem como objetivo principal de melhorar na questão de merenda escolar e também de kits escolares. 
Adelmo também citou Paulo Freire e como também o Município investiu em média de R$ 4 milhões em construção e melhorias das escolas municipais, investiu mais de R$ 2 milhões na aquisição de uniformes escolares e como kits escolares para serem distribuídos para os alunos e contratou em média de 118 professores.
O Município respeita os seus professores e tanto que está com os salários em dia e como paga e obedece ao Piso Nacional do Magistério, previsto dentro da Lei 11.638. 
Ele acha que esta paralisação é sem uma justificativa, motivo e razão e como desafia a APP Sindicato de indicar um funcionário ou professor recebendo abaixo do Piso Nacional e como também de encontrar alguém com seus salários atrasados. De não ter tratamentos diferenciados entre os mesmo que realizaram o mesmo concurso público. 
Recentemente por essa mesma pressão, ameaças e falta de diálogo pela APP Sindicato que conduziu a reprovação do reajuste salarial de todos os funcionários do Município.
Convida todos os pais dos alunos e cidadãos a acompanhar a realidade salarial dos mesmos via o Portal da Transparência. 
Ele esclarece que a APP desrespeitou a Lei no prazo legal de comunicar sobre a paralisação.
Entrevista:
Fotos:



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