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terça-feira, 13 de setembro de 2022

Presidente Jair Bolsonaro irá visitar Prudentópolis nesta sexta (16)

By: INTERVALO DA NOTICIAS
Texto: INTERVALO DA NOTICIAS Imagem: Divulgação
São várias as postagens que confirmam a vinda do presidente Jair Bolsonaro (PL), para Prudentópolis na próxima sexta (16).
São várias postagens que estão desencontradas, onde o presidente irá vir a Prudentópolis e após a Guarapuava (onde ainda não tem essa confirmação), como mostra a postagem do deputado líder do governo na Câmara Ricardo Barros (PP).
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Confira sua postagem:
"Bolsonaro no Paraná. Dia 16, sexta feira Bolsonaro vem para dialogar com a colônia Ucraniana, será em Prudentópolis ou Guarapuava. São mais de 500 mil descendentes de ucranianos no Paraná. Confira AQUI a postagem do deputado.
Já uma outra postagem do site Rede Sul de Noticias confirmou a sua vinda somente para Prudentópolis.
Bolsonaro irá descer no aeroporto de Ponta Grossa.
A previsão de sua chegada seria entre as 11:00 ou 12:00 hrs, com um almoço típico ucraniano no Clube XII de Novembro, após com uma apresentação do Grupo Vesselka.
Após irá se reunir com os refugiados da Ucrânia que estão morando atualmente em Prudentópolis.
Caso confirma a vinda de Jair, será a primeira vez que Prudentópolis irá receber a visita de um presidente, pela nossa pesquisa.
Sua agenda segue no Paraná com visita na região norte. 

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quinta-feira, 25 de novembro de 2021

Conselho de Ética arquiva processo contra deputado Ricardo Barros no caso Covaxin

By: INTERVALO DA NOTICIAS
Texto: PORTAL BEM PARANA Imagem: Geraldo Bubniak
O Conselho de Ética da Câmara Federal decidiu, hoje, por 13 votos a 6, arquivar o processo contra o líder do governo Bolsonaro na Casa, deputado paranaense Ricardo Barros (PP). O processo foi aberto após o PSOL pedir a cassação do mandato de Barros, depois do deputado Luis Miranda (DEM-DF) ter indicado possível envolvimento do líder do governo em irregularidades na compra da vacina Covaxin.
Miranda falou sobre os indícios em depoimento à CPI da Pandemia do Senado, em junho. O deputado disse que levou a denúncia de um suposto esquema de corrupção na compra dos imunizantes ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido), e que teria ouvido do chefe do Executivo que esse “rolo era coisa do Ricardo Barros”.
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Na sessão de votação do parecer, Barros disse que a CPI teve o intuito de atacar o presidente. Ainda mencionou que Bolsonaro nunca confirmou a conversa com o deputado Luis Miranda. “Se eu permaneço líder do governo é porque o presidente considerou que eu não tenho nenhum débito. Ele não está preocupado com a minha conduta”, alegou.
“As quebras de sigilo da minha pessoa e das minhas empresas não geraram nenhuma linha no relatório final da CPI, porque não tenho nenhuma conexão com os fatos narrados. Fui alvo de ataques infundados. Ninguém confirmou a narrativa da CPI, todos negaram o meu envolvimento”, argumentou o líder do governo.
“Meu nome foi mais citado que o do presidente Bolsonaro na CPI. Criaram uma verdadeira fixação na minha pessoa. Depois eu fui lá e no meu depoimento eu destruí todos os argumentos da CPI com documentos, tanto que suspenderam a minha fala e não me chamaram mais”, afirmou Barros.
O relator, deputado Cezinha de Madureira (PSD-SP), havia recomendado o arquivamento do processo por falta de indícios que justificassem a continuação da investigação. 
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“A representação não traz quaisquer elementos mínimos comprobatórios de ilegalidade da efetiva ocorrência de ilegalidades em processo de compra de vacinas. Tampouco, apresenta indícios mínimos da autoria do representado nos fatos narrados”, disse o deputado no relatório.

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