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sexta-feira, 3 de março de 2023

Governo Bolsonaro tentou trazer joias ilegalmente ao país para Michelle

By: INTERVALO DA NOTICIAS
Texto: METROPOLES – Imagem: Divulgação
O governo de Jair Bolsonaro (PL ) tentou trazer ao Brasil , ilegalmente, diversas joias avaliadas em mais de R$ 16 milhões. As joias seriam um presente do governo da Arábia Saudita para a então primeira-dama, Michelle Bolsonaro , que visitou o país árabe em outubro de 2021, acompanhando a comitiva presidencial.
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Tratam-se de anel, colar, relógio e brincos de diamante. Os objetos foram aprendidos no aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, na mochila de um assessor de Bento Albuquerque , então ministro de Minas e Energia.
Conforme informações do jornal O Estado de S. Paulo, que revelou o caso, Bento foi à alfândega quando soube da apreensão das joias e tentou usar o cargo para liberar os diamantes. Um dos argumentos usados pelo então ministro foi de que tratava-se de um presente do governo da Arábia Saudita para Michelle Bolsonaro.
No Brasil, a lei determina que todo bem com valor maior que US$ 1 mil seja declarado à Receita Federal. Dessa forma, o agente do órgão reteve os diamantes.
O governo Bolsonaro teria tentado quatro vezes recuperar as joias, através dos ministérios da Economia, Minas e Energia e Relações Exteriores.
Numa quarta movimentação para reaver os objetos, realizada a três dias de Bolsonaro deixar o governo, um funcionário público utilizou um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) para se deslocar a Guarulhos. 
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O homem teria se identificado como “Jairo” e argumentado que nenhum objeto do governo anterior poderia ficar para o próximo.
Bolsonaro chegou a enviar ofício ao gabinete da Receita Federal, solicitar que as joias fossem destinadas à Presidência da República.

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sábado, 16 de outubro de 2021

Bolsonaro diz que vai mandar ministro alterar bandeira tarifária para 'normal' em novembro

By: INTERVALO DA NOTICIAS
Texto: G1 – Imagem: Divulgação
O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quinta-feira (14) que determinará ao ministro Bento Albuquerque, de Minas e Energia, que mude a bandeira tarifária da energia elétrica de "vermelha" para "normal" em novembro.
Mesmo com a criação da Câmara de Regras Excepcionais para Gestão Hidroenergética (Creg), que pode tomar medidas extraordinárias em relação à gestão da crise energética, as mudanças nas bandeiras tarifárias precisam ser baseadas em estudos da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), responsável por definir a cada mês a bandeira em vigor. 
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Atualmente, a bandeira em vigor não é a "vermelha", mas a "escassez hídrica", a mais cara, anunciada em agosto e que adiciona R$ 14,20 às faturas para cada 100 kW/h consumidos. Também não existe bandeira tarifária "normal". Além da "vermelha" (com dois patamares de tarifa) e da "escassez hídrica", as outras duas bandeiras são a "verde" (pela qual não há cobrança adicional) e a "amarela" (R$ 1,874 adicionais a cada 100 kW/h consumidos).
"Meu bom Deus nos ajudou agora com chuva. Estávamos na iminência de um colapso. Não podíamos transmitir pânico à sociedade. Dói a gente autorizar o ministro Bento, das Minas e Energia: 'Decreta bandeira vermelha'. Dói no coração. Sabemos das dificuldades da energia elétrica. Vou pedir para ele [ministro de Minas e Energia] — pedir não, determinar — que ele volte para a bandeira normal no mês que vem", disse Bolsonaro à noite em um evento evangélico em Brasília. 
Famílias de baixa renda incluídas na Tarifa Social de Energia Elétrica são isentas de pagar a bandeira "escassez hídrica".
Nos casos desses consumidores, a bandeira vigente é a vermelha patamar 2, cujo custo adicional é de R$ 9,49 por 100 kWh consumidos.
De acordo com a Aneel, a previsão é que a bandeira "escassez hídrica" permaneça até 30 de abril de 2022. 

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