By:
INTERVALO DA NOTICIAS
Texto: JN/G1 – Imagem: G1Deputados e senadores derrubaram nesta quinta-feira (21), em uma sessão do Congresso Nacional, parte dos vetos do governo federal à Lei de Diretrizes Orçamentárias. A decisão afrouxa as regras sobre repasse de verbas a estados e municípios durante o período eleitoral.
Os vetos se referem à LDO de 2026. Ao aprovar a lei em dezembro de
2025, o Congresso incluiu uma regra que permitia doações públicas a
estados e municípios no período eleitoral, desde que houvesse
contrapartida. A Lei Eleitoral proíbe esse tipo de transferência nos três meses anteriores às eleições.
Continua depois da publicidade
O presidente Lula
vetou esse dispositivo, por inconstitucionalidade e por abrir brecha
para uso da máquina pública em benefício de candidatos. As consultorias
técnicas da Câmara e do Senado seguiram na mesma linha. Alertaram que o motivo do veto "parece
ter sido o de evitar o uso da máquina pública e prestigiar, tanto
quanto possível, a igualdade entre os candidatos, estando ou não no
exercício de mandato". Mas a pressão de prefeitos, que foram para a marcha em Brasília esta semana, falou mais alto.
“Todos os prefeitos, milhares de prefeitos do Brasil, estão precisando
de um gesto do Congresso Nacional para a deliberação dessa pauta”, diz o
presidente do Senado, senador Davi Alcolumbre, do União – AP.
Outro veto na pauta impedia pagamentos e convênios a pequenos municípios inadimplentes, com até 65 mil habitantes.
“São
mais de 3 mil municípios do Brasil nesta condição, municípios que não
podem receber recursos de transferências da União por estarem
inadimplentes”, diz o deputado Wellington Fagundes, do PL – MT.
O uso da LDO foi criticado.
Continua depois da publicidade
“Lei de Diretrizes Orçamentárias não é espaço para se atacar, alterar,
vilipendiar a lei eleitoral permanente”, afirma o deputado Chico
Alencar, do PSOL – RJ.
O governo acabou concordando com a liberação para os municípios endividados. O
plenário meio vazio não foi problema, muitos votaram remotamente. E foi
em um relâmpago, sem registro nominal no placar eletrônico. Os parlamentares derrubaram os vetos.
A Transparência Brasil afirma que as brechas incluídas em uma lei anual contrariam a duas leis permanentes.
“A Lei Eleitoral, inclusive, garante que as regras eleitorais devem ser
aprovadas um ano antes, para justamente evitar esse tipo de manobra. Mas
não parece que o Congresso está se importando muito com isso. E ela
também agride a Lei de Responsabilidade Fiscal, que proíbe que
municípios recebam recursos, transferências da União, mesmo se estiverem
endividados, porque isso representa um risco fiscal”, afirma Juliana
Sakai, diretora executiva da Transparência Brasil.
Continua depois da publicidade
O presidente Lula tem, agora, 48 horas para promulgar ou não a derrubada dos vetos aprovada pelo Congresso. Do
contrário, caberá ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre, sacramentar
a possibilidade de doações e de repasses aos municípios endividados.
PARTICIPE DO NOSSO GRUPO NO WHATSAPP.
GRUPO 2 - CLIQUE AQUI.
GRUPO 1 - CLIQUE AQUI.
GRUPO 4 - CLIQUE AQUI.
GRUPO - CLIQUE AQUI.
GRUPO 3 : CLIQUE AQUI.
GRUPO 5: CLIQUE AQUI.
GRUPO 6: CLIQUE AQUI.
CURTA AQUI NOSSA PÁGINA NO FACEBOOK
OS COMENTÁRIOS NÃO SÃO DE RESPONSABILIDADES DO INTERVALO DA NOTICIAS. OS COMENTÁRIOS IRÃO PARA ANALISE E SÓ SERÃO PUBLICADOS SE TIVEREM OS NOMES COMPLETOS.
FOTOS PODERÃO SER USADAS MEDIANTE AUTORIZAÇÃO OU CITAR A FONTE



Nenhum comentário:
Postar um comentário
Observação: somente um membro deste blog pode postar um comentário.