sexta-feira, 9 de junho de 2017

Idosa é assassinada e tem corpo jogado no Alagados em PG



By: INTERVALO DA NOTICIAS
Texto: A REDE Imagem: Divulgação


Quatro pessoas foram presas suspeitas de envolvimento no assassinato e na ocultação do cadáver de Zeni Pelissari Albrecht, de 76 anos. Ela foi morta em uma casa no Jardim Carvalho e o corpo foi encontrado na madrugada desta sexta-feira (9) na região do Alagados. Três mulheres e um homem foram levados para a delegacia suspeitos de planejar e executar o crime, segundo o delegado Maurício Souza da Luz. O carro usado para levar o corpo da vítima até o Alagados também foi apreendido.
A mulher, possivelmente, foi morta por asfixia e, em seguida, teve o corpo levado até a região do Alagados em uma tentativa de esconder o corpo. O crime foi motivado porque um dos envolvidos teria descoberto que a idosa guardava dinheiro dentro de casa.
De acordo com o delegado Maurício Souza da Luz, “todas as informações levam a acreditar que os quatro tiveram participação nesse crime, cada um com a sua função dentro dessa prática criminosa”. Segundo explica o delegado, as investigações começaram após a notícia do desaparecimento da idosa.
A autoridade policial explica ainda que eles devem responder por três crimes: latrocínio, ocultação de cadáver e associação criminosa, “já que se verificou que eles planejaram e se juntaram nessa residência vizinha à casa da vítima, cada um com sua missão”.
Versão dos suspeitos
As mulheres presas negam envolvimento no crime e acusam Adilson José de Mello, de 49 anos, conhecido como Zé, como responsável pelo assassinato. De acordo com Cíntia de Lima Dzazio, de 34 anos, ela estava na casa de sua mãe quando Zeni apareceu no local. ‘Zé’, um conhecido da família, estava na casa e agarrou a vítima pelo pescoço. “A Zeni foi lá levar ração pra minha mãe, ela sempre ajudava com comida e com ração, cuidava da minha mãe, que teve derrame e câncer”, explica.
Cíntia conta que assim que ele agarrou a idosa, pegou a chave da casa da vítima e pediu que ela fosse até a residência para ver “se tinha alguma coisa”. Quando ela abriu a porta, o alarme disparou e Cíntia decidiu voltar para a casa da mãe para devolver a chave. Segundo ela contou, logo em seguida ela voltou para o trabalho e só descobriu que Zeni tinha sido morta quando a polícia foi atrás dela, em seu local de trabalho.
Já Jocemara Ferreira, de 51 anos, conhecida como Jô, nega qualquer tipo de participação no crime e conta uma história parecida com a de Cíntia. Ela também disse que o autor do crime foi o homem identificado como Zé – a mulher dele teria descoberto que a vítima guardava R$ 200 mil em dinheiro em casa e isso teria motivado o crime. “Quando cheguei na casa [da vizinha de Zeni], ele [Zé] já tava torcendo o pescoço da velha, eu saí correndo pra sala”, relata. “Você fica sem ação, eu fiquei parada. Foi aonde ele fez o que fez pra ela, pegou um cobertor, enrolou, mas eu não vi direito, porque não fiquei perto”, completa.
A versão de Zé contesta tudo o que as mulheres argumentam. Ele confessa que levou o corpo até o Alagados, mas garante não ter envolvimento com o assassinato. Segundo ele, Cíntia ligou pedindo para que ele fizesse o transporte de uma cama e, quando ele chegou na casa, Jô mostrou a ele o corpo de Zeni. Elas pediram ajuda para que ele escondesse o corpo e o homem decidiu levar a idosa até o local mais isolado. Ainda conforme Zé, Cíntia e a mãe vinham planejando assaltar a idosa há algum tempo, desde que elas ficaram sabendo que Zeni guardava dinheiro em casa.

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