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quarta-feira, 25 de agosto de 2021

Brasil fecha o primeiro dia dos Jogos Paralímpicos com um ouro, uma prata e dois bronzes. Veja o resumo!

By: INTERVALO DA NOTICIAS
Texto: INTERVALO DA NOTICIAS – Imagem: Divulgação
No primeiro dia de competições dos Jogos Paralímpicos de Tóquio, os atletas brasileiros conquistaram quatro medalhas, todas na natação, no Centro Aquático. O destaque foi o paulista Gabriel Bandeira, ouro nos 100m borboleta da classe S14, com direito a recorde paralímpico. Gabriel Geraldo foi prata nos 100 costas da classe S2, Phelipe Rodrigues terminou em terceiro nos 50m livre da classe S10 e Daniel Dias faturou o bronze nos 200m livre da classe S5.
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Gabriel Bandeira, de 21 anos, venceu os 100m borboleta, pela classe S14 (para atletas com deficiência intelectual), com o tempo de 54s76, marca que também valeu o novo recorde paralímpico da prova. A prata ficou com Reece Dunn, da Grã-Bretanha (55s12), enquanto o australiano Benjamin Hance foi o medalha de bronze (56s90).
- Acho que dentro do possível, [o ouro foi] mais do que o esperado. Tivemos um imprevisto. Ficamos mais tempo dentro do quarto do que o esperado, sem poder treinar. Tenho mais cinco provas. Foi bom quebrar o gelo com ouro [risos] - disse Gabriel Bandeira, em entrevista ao SporTV.
Mais cedo, Gabriel Geraldo, de 19 anos, foi o primeiro medalhista do Brasil nos Jogos Paralímpicos de Tóquio. A prata do mineiro veio na prova dos 100m costas, na classe S2, com o tempo de 2min02s47. O ouro ficou com Alberto Abarza, do Chile (2min00s40), enquanto Vladimir Danilenko, do Comitê Paralímpico Russo, ganhou o bronze (2min02s74).
- Ficou um gostinho de quero mais, mas ainda tenho duas provas pela frente e vou em busca dessa tão sonhada medalha de ouro. A história do Gabriel Geraldo está só começando - finalizou o atleta.
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Quem também fez bonito foi Phelipe Rodrigues. O pernambucano conquistou o bronze nos 50m livre da classe S10. O nadador cravou 23s50, atrás do campeão Rowan Crothers (23s21), da Austrália, e de Maksym Krypak (23s33), da Ucrânia.
Esse foi o oitavo pódio paralímpico de Phelipe Rodrigues. Antes, ele já havia faturado cinco pratas e dois bronzes.
- Claro que o ouro era o que faltava, mas conseguir mais uma medalha é excepcional. Ainda mais depois de 12 meses de restrições [por causa da pandemia] - explicou Rodrigues.
E Daniel Dias segue quebrando marcas. Nadador paralímpico mais vencedor da história, o atleta, de 33 anos, conquistou a medalha de bronze nos 200m livre da classe S5. Esse é o 25º pódio em Paralimpíadas em sua carreira. A marca do brasileiro foi 2min38s61, atrás do italiano Francesco Bocciardo (ouro com 2min26s76, novo recorde paralímpico) e do espanhol Antoni Ponce (2min35s20).
- Foram cinco anos muito difíceis. A gente ficou sem treinar, enfrentou muita coisa. 
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Mas saber que minha família está me acompanhando, meus filhos, isso me deu força, independentemente do que está acontecendo aqui eu vou me divertir, vou chorar bastante. Meus últimos Jogos, então quero aproveitar cada momento - afirmou o atleta.
Desde as Paralimpíadas de 2008, em Pequim, na China, Daniel Dias sobe consecutivamente ao pódio. Já são 14 ouros, sete pratas e quatro bronzes.
Com informações do Portal Terra.
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Gabriel Araújo conquista a primeira medalha para o Brasil nos Jogos Paralímpicos de Tóquio

By: INTERVALO DA NOTICIAS
Texto: INTERVALO DA NOTICIAS – Imagem: Divulgação
Já tem medalha para o Brasil no primeiro dia de Jogos Paralímpicos de Tóquio! Na natação, Gabriel Araújo, de 19 anos, conquistou a medalha de prata nos 100m costas, na classe S2. 
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O nadador fez 2m02s47, atrás apenas do chileno Alberto Abarza, que ficou com o ouro. Vladimir Danilenko, do Comitê Paralímpico Russo, levou a medalha de bronze.
Assista AQUI.

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terça-feira, 3 de agosto de 2021

Ana Marcela Cunha é campeã olímpica Na maratona aquática em Tóquio

By: INTERVALO DA NOTICIAS
Texto: INTERVALO DA NOTICIAS – Imagem: Divulgação
A espera acabou. Depois de quatro ciclos olímpicos, Ana Marcela Cunha, de 29 anos, colocou em sua gigantesca galeria de conquistas uma medalha no maio evento esportivo do planeta. A baiana levou um ouro histórico na manhã desta quarta-feira em Tóquio (noite de terça no Brasil) nos 10km no Odaiba Marine Park com o tempo de 1h59min30s08.
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"Finalmente! Por mais nova que eu fui em 2008, esse é meu quarto ciclo olímpico. Vindo de uma frustração muito grande com uma não classificação, uma frustração no Rio. Acreditem nos seus sonhos"
- Quero agradecer ao meu clube, meus pais, minha namorada... Sonhava muito com uma medalha olímpica, mas representa muito ser campeã. Todos os brasileiros medalhistas me incentivaram muito, principalmente o Scheffer e o Bruno. É uma raia, uma chance, como eles dizem - disse a campeã olímpica assim que saiu da água.Ana Marcela liderou a prova praticamente de ponta a ponta. Se manteve no pelotão da frente, marcou as concorrentes e disparou para vencer com um corpo de vantagem. Dentro da água, a brasileira já sentia que dessa vez ninguém tiraria dela o lugar mais alto do pódio.
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- Falei com o Fernando (treinador) que para ganhar de mim iam ter que nadar muito. Eu sabia o quanto eu estava preparada, melhor do que Kazan, que foi um Mundial em que deitei e rolei.
Foi a segunda medalha do país em provas de maratona aquática nas Olimpíadas desde que o evento foi incluído em Pequim 2008. Em 2016, Poliana Okimoto havia levado o bronze no Rio de Janeiro.
Assista AQUI a chegada.
Com informações do G1.
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segunda-feira, 26 de julho de 2021

A 1ª medalha para a natação do Brasil é de bronze nas Olimpíadas

By: INTERVALO DA NOTICIAS
Texto: INTERVALO DA NOTICIAS – Imagem: Divulgação
Depois de passar em branco na Rio-2016, a natação brasileira voltou a ganhar uma medalha nos Jogos Olímpicos. Fernando Scheffer conquistou a medalha de bronze para o Brasil na na final dos 200m livre masculino, no Centro Aquático de Tóquio, nesta noite. Tom Dean conquistou o ouro e Duncan Scott a prata, garantindo a dobradinha da Grã-Bretanha na prova.
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Fernando foi competitivo desde o início e se manteve sempre entre os três primeiros, fechando a prova com um tempo de 1:44:66. O vencedor Dean fechou com tempo de 1:44:22 e seu compatriota Scott com 1:44:26.
O novo medalhista da natação brasileira falou da felicidade de tocar a borda da piscina e ver seu nome no telão.
- Só queria fazer minha prova, colocar na água tudo que treinei, nada feliz, cada braçada, aproveitando cada metro. É uma sensação muito especial, parece que estou sonhando ainda - afirmou Scheffer ao SporTV.
Com informações do Lance Net.

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