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sexta-feira, 16 de fevereiro de 2024

Ministério da Agricultura registra dois casos de gripe aviária no Brasil

By: INTERVALO DA NOTICIAS
Texto: RIC MAIS – Imagem: Divulgação
O Ministério da Agricultura informou, em atualização na plataforma oficial, que dois novos focos de influenza aviária de alta patogenicidade (IAAP, vírus H5N1) em ave silvestre foram detectados no Brasil. 
Um dos focos é em uma ave caraúna em Rio Pardo, no Rio Grande do Sul, e o outro foi detectado em uma ave trinta-réis-boreal em Macaé, no Rio de Janeiro. No ano passado, o Paraná decretou emergência zoosanitária após identificar casos no estado. 
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No total, há 151 casos da doença em animais silvestres no País (sendo 147 em aves silvestres e quatro em leões-marinhos) e três focos em produção de subsistência, de criação doméstica, somando 154 ao todo.
De acordo com a pasta, há uma outra investigação em andamento, com coleta de amostra e sem resultado laboratorial conclusivo.
As notificações em aves silvestres e/ou de subsistência não comprometem o status do Brasil como país livre de IAAP e não trazem restrições ao comércio internacional de produtos avícolas brasileiros, conforme prevê a Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA).

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quinta-feira, 27 de julho de 2023

Paraná decreta emergência zoossanitária por 180 dias por conta da gripe aviária

By: INTERVALO DA NOTICIAS
Texto: G1/PR – Imagem: RPC
O governo do Paraná decretou nesta terça-feira (25) estado de emergência zoossanitária pelo prazo de 180 dias. 
De acordo com o governo, o objetivo é a proteção do setor avícola, além de agilizar o atendimento nos casos notificados de suspeita de influenza aviária de alta patogenicidade (H5N1) e ter acesso facilitado a recursos no combate à doença.
Em maio, o governo federal adotou a medida e orientou que decretos semelhantes fossem assinados pelos estados. Nesse ano, o Brasil mapeou ao menos 67 aves infectadas. 
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Além do Paraná, outros estados declararam a emergência, como Santa Catarina, Espírito Santo, Bahia, Mato Grosso do Sul e Tocantins. 
O Paraná é considerado o maior produtor e exportador de carne de frango do Brasil . Até o momento, no estado, segundo o governo, foram confirmados sete casos da doença.
Todos eles foram identificados em aves silvestres migratórias, o que, conforme o governo, está dentro do esperado, uma vez que há migração natural de pássaros entre os continentes em busca de alimentação e para reprodução.
Segundo a Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar ), medidas mais rigorosas de vigilância vem sendo implementadas desde 2022 diante do risco da doença no continente. 
Evitar que o H5N1 chegue às grandes granjas
Depois de circular por mais de 20 anos no mundo, a gripe aviária H5N1 teve o 1º caso registrado no Brasil no dia 15 de maio. Até agora, praticamente todos os casos foram em aves migratórias. 
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O foco, neste momento, é evitar que o H5N1 chegue às grandes granjas do Brasil, que é o principal exportador de carne de frango do mundo e o segundo maior produtor global, atrás dos EUA.
Isso porque a doença se espalha rapidamente entre os pássaros: de 2005 a abril de 2023, mais de 400 milhões de aves domésticas foram sacrificadas por causa da gripe aviária, em países da África, Ásia e Pacífico, Américas, Europa e Oriente Médio, diz a Organização Mundial de Saúde Animal (WOAH).
Até agora, além de aves migratórias, a gripe aviária atingiu aves de subsistência, ou seja, que são criadas para consumo próprio, em quintais ou pequenos sítios. Dois casos desse tipo foram registrados: um no Espírito Santo e outro em Santa Catarina. 

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