By: INTERVALO DA NOTICIAS
Texto: G1 – Imagem: Divulgação O Partido Social Democrático (PSD) oficializou neste domingo (26), em convenção realizada na sede do partido em São Paulo, a candidatura do ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado à Presidência da República. O presidente nacional da legenda, Gilberto Kassab, foi confirmado como candidato a vice.
"Eu não seria candidato se não fosse a coragem de Gilberto Kassab, que enfrentou todos aqueles que achavam que podiam calar o Brasil e que não teria mais nenhum candidato fora da polarização", afirmou Caiado no palco do evento, diante de militantes e partidários.
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No discurso, o candidato do PSD afirmou que, se eleito, vai confiscar os bens de homens que cometerem crime contra mulheres e entregá-los às vítimas. "Aquele agressor de mulher, aquele que violenta a mulher ou que pratica um feminicídio. Eu vou confiscar os bens dele e transferir para a mulher.”
Caiado vai disputar o Palácio do Planalto pela segunda vez. Nas eleições de 1989, terminou em 10º lugar, com 0,72% dos votos no primeiro turno. Em sua carreira política, foi deputado federal, senador e governador de Goiás por dois mandatos. Renunciou ao cargo em março para concorrer à Presidência.
Caiado vai disputar o Palácio do Planalto pela segunda vez. Nas eleições de 1989, terminou em 10º lugar, com 0,72% dos votos no primeiro turno. Em sua carreira política, foi deputado federal, senador e governador de Goiás por dois mandatos. Renunciou ao cargo em março para concorrer à Presidência.
Apesar da chapa 100% PSD, Caiado enfrenta dificuldades para unificar o partido em estados importantes. Em São Paulo, o partido apoia a reeleição de Tarcísio, que está com Flávio Bolsonaro. Em Minas Gerais, o governador Mateus Simões, do PSD, declarou apoio a Zema (Novo). No Rio de Janeiro e na Bahia, lideranças estaduais da legenda apoiam o presidente Lula. Com isso, a chapa pode ficar sem palanques próprios em alguns dos maiores colégios eleitorais do país.
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Caiado venceu disputa interna do PSD
Caiado lançou sua pré-candidatura à Presidência em abril de 2025, quando ainda estava no União Brasil. A formação da federação entre o partido e o Progressistas (PP), porém, ampliou a resistência ao projeto presidencial dentro do próprio grupo e levou o então governador a procurar outra legenda.
Em janeiro de 2026, Caiado anunciou a saída do União Brasil e a filiação ao PSD, que já tinha outros dois governadores interessados na candidatura: Ratinho Junior, do Paraná, e Eduardo Leite, do Rio Grande do Sul.
Ratinho desistiu para concluir o mandato, e Caiado venceu a disputa interna com Leite. Foi escolhido pela direção do partido em 30 de março e, no dia seguinte, deixou o governo de Goiás e entregou o cargo ao então vice, Daniel Vilela, do MDB.
Caiado lançou sua pré-candidatura à Presidência em abril de 2025, quando ainda estava no União Brasil. A formação da federação entre o partido e o Progressistas (PP), porém, ampliou a resistência ao projeto presidencial dentro do próprio grupo e levou o então governador a procurar outra legenda.
Em janeiro de 2026, Caiado anunciou a saída do União Brasil e a filiação ao PSD, que já tinha outros dois governadores interessados na candidatura: Ratinho Junior, do Paraná, e Eduardo Leite, do Rio Grande do Sul.
Ratinho desistiu para concluir o mandato, e Caiado venceu a disputa interna com Leite. Foi escolhido pela direção do partido em 30 de março e, no dia seguinte, deixou o governo de Goiás e entregou o cargo ao então vice, Daniel Vilela, do MDB.
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Ronaldo Caiado tem 76 anos, é médico ortopedista e produtor rural. Natural de Anápolis, em Goiás, iniciou sua atuação política como um dos fundadores da União Democrática Ruralista (UDR), entidade criada para representar proprietários rurais durante as discussões sobre a reforma agrária. Presidiu a organização entre 1986 e 1989.
Em 1989, na primeira eleição presidencial direta após a ditadura militar, disputou a Presidência pelo antigo Partido Social Democrático (PSD), legenda sem relação com o partido atual de mesmo nome.
Em 1989, na primeira eleição presidencial direta após a ditadura militar, disputou a Presidência pelo antigo Partido Social Democrático (PSD), legenda sem relação com o partido atual de mesmo nome.
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