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INTERVALO DA NOTICIAS
Texto: G1/PR – Imagem: Divulgação Ao todo, mais de 150 policiais atuaram visando cumprir 31 mandados de prisão e 32 de busca e apreensão.
Segundo a Polícia Civil do Paraná (PC-PR), que coordenou a operação, 23
pessoas foram presas e nos endereços dos suspeitos foram apreendidas 25
armas de fogo ilegais, diversos troféus de caça, 15 cães utilizados em
atividades de caça, pássaros silvestres, centenas de munições e carne de
caça.
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"Os animais resgatados apresentavam sinais de maus-tratos e serão
acolhidos pelo Instituto SOS 4 Patas para que recebam os cuidados
necessários", diz a corporação.
A ação contou com o apoio da Polícia Militar do Paraná (PMPR), da
Polícia Científica do Paraná (PCI-PR), do Instituto Chico Mendes de
Conservação da Biodiversidade (ICMBIO) e do Instituto Água e Terra
(IAT).
“Além da venda de armamentos e munições, verificamos que o grupo era
utilizado pelos membros para a divulgação e compartilhamento de fotos e
vídeos de caça ilegal de animais silvestres. [...] A operação visa
interromper o comércio de armamentos e coibir a prática da caça de
animais silvestres”, explica o delegado da PC-PR, Guilherme Dias.
A partir das informações repassadas, a corporação iniciou as
diligências, identificou as pessoas que integravam o canal e representou
pelas prisões, que foram autorizadas pela Justiça.
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Os 63 mandados judiciais foram cumpridos em 19 cidades diferentes, sendo na nossa região Imbituva e Guamiranga.
Cidades
Campo Largo (PR);
Coronel Vivida (PR);
Fernandes Pinheiro (PR);
Guamiranga (PR);
Guaratuba (PR);
Imbituva (PR);
Itaipulândia (PR);
Lapa (PR);
Mallet (PR);
Palmeira (PR);
Ponta Grossa (PR);
São João do Triunfo (PR);
São José dos Pinhais (PR);
Tijucas do Sul (PR);
União da Vitória (PR);
Rio dos Cedros (SC);
Brusque (SC);
Itajaí (SC);
Canarana (MT).
Coronel Vivida (PR);
Fernandes Pinheiro (PR);
Guamiranga (PR);
Guaratuba (PR);
Imbituva (PR);
Itaipulândia (PR);
Lapa (PR);
Mallet (PR);
Palmeira (PR);
Ponta Grossa (PR);
São João do Triunfo (PR);
São José dos Pinhais (PR);
Tijucas do Sul (PR);
União da Vitória (PR);
Rio dos Cedros (SC);
Brusque (SC);
Itajaí (SC);
Canarana (MT).
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Segundo a Polícia Civil, os principais animais caçados pelo grupo eram
veados, pacas e catetos (porcos do mato). As carnes eram principalmente
para consumo próprio, inclusive em eventos promovidos entre eles, mas
também eram vendidas. Em alguns casos, o preço do quilo chegava a R$
600.
A maioria dos suspeitos não têm registro das armas, que eram negociadas
livremente em um grupo de WhatsApp - assim como cães voltados ao uso em
caça.
A equipe de investigação destaca que se impressionou com a normalidade
com a qual eles tratavam os crimes, usando os próprios números de
telefone e outras informações pessoais nas negociações públicas.
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Nas mensagens, além de fazer negociações de armas e animais e marcar
encontros, os investigados também compartilhavam vídeos de caça ilegal,
exibiam os animais abatidos e trocavam dicas de técnicas de caça.
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