quinta-feira, 10 de setembro de 2026

Confira a quantidade de chuva em Prudentópolis no mês de agosto. Confira a bandeira tarifária da energia para mês de setembro

By: INTERVALO DA NOTICIAS
Texto: INTERVALO DA NOTICIAS Imagem: Élio Kohut (Intervalo da Noticias)
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onfira abaixo a quantidade de chuva em Prudentópolis em relação ao mês de agosto, com todos os detalhes abaixo. 
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Com uma quantidade de chuva maior em relação ao mês anterior, a energia elétrica ficará mais caro neste mês de setembro, sendo a bandeira tarifária amarela. 
Isso significa que haverá um custo adicional na conta de luz devido à diminuição das chuvas e acionamento de termoelétricas, com custo extra de R$ 1,885 a cada 100 kWh consumidos.
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Essa medição é através do Juarez Zaias, que todo dia faz a medição em relação a chuva na cidade.
Lembramos que a medição oficial é via a Defesa Civil, mas esses números não são divulgados pela mesma.
Já a quantidade de chuva no mês de agosto foi de 186mm de chuva.
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Lula sancionou o fim da ‘taxa das blusinhas’ em compras de até US$ 50

By: INTERVALO DA NOTICIAS
Texto: ICL NOTICIAS Imagem: Divulgação
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) assinou, nesta quinta-feira (10), a 24 dias do primeiro turno das eleições 2026, a sanção do projeto de lei que eliminou o imposto de importação de encomendas de até US$ 50 (cerca de R$ 254), conhecido como a taxa das blusinhas.
A cobrança de 20% foi encerrada por medida provisória em maio deste ano e oficializada com a aprovação da proposta pelo Congresso Nacional na primeira semana de setembro, durante o chamado esforço concentrado da Câmara e do Senado.
A aprovação foi uma importante vitória do governo Lula, que busca boas notícias em meio a uma corrida eleitoral apertada e com o cenário político afetado pela crise sem precedentes no STF (Supremo Tribunal Federal).
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Caso não tivesse sido votada, a tributação teria voltado a ser cobrada nesta semana. O fim da taxa das blusinhas foi alvo de divisão dentro do governo -uma ala defendia que a manutenção protegia o varejo nacional, enquanto outra via na cobrança uma penalização aos mais pobres, que têm mais restrições ao consumo.
No acordo costurado no Congresso para conter as pressões de setores da indústria e do varejo, que são contrários à isenção, foi prevista a criação de uma avaliação periódica dos impactos da isenção para as empresas brasileiras, que será feita a cada três meses, inicialmente, e depois a cada seis. Os resultados servirão para que o governo federal avalie projeto de mitigação do impacto e a possibilidade de alguma compensação futura.
Histórico da taxa
A taxa das blusinhas entrou em vigor em agosto de 2024. Enquanto estava em vigor, a Receita Federal arrecadou R$ 4,5 bilhões com o imposto de importação em compras de até US$ 50.
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A cobrança foi um desdobramento da tentativa do governo de conter fraudes na importação de pequenos volumes. A isenção de imposto de importação valia para remessas entre pessoas físicas e buscava livrar presentes da tributação federal.
Com a intensificação do comércio eletrônico e a popularização das plataformas internacionais, essa isenção passou a ser usada de maneira fraudulenta para evitar a cobrança do imposto em vendas por empresas.
A primeira sinalização do governo Lula foi a de acabar com a isenção, mas a reação negativa levou ao abandono do plano. Depois, o Congresso incluiu os 20% como um jabuti -como são chamadas as emendas de assuntos alheios ao tema de um projeto- ao texto do Mover (Programa Mobilidade Verde e Inovação) por pressão das varejistas.
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A lei assinada nesta quinta não altera a tributação cobrada pelos estados sobre essas encomendas. O ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) fica entre 17% e 20% e os governos estaduais têm autonomia para manter, reduzir ou zerar essa tributação.
No ano passado, um levantamento da LCA Consultoria Econômica apontou que, durante um ano, a taxa das blusinhas não mexeu na oferta de emprego nos setores protegidos e onerou as compras dos mais pobres, além de reduzir a arrecadação nos estados.

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Confira a previsão do tempo para Prudentópolis

By: INTERVALO DA NOTICIAS
Texto: INTERVALO DA NOTICIAS Imagem: Élio Kohut (Intervalo da Noticias)
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onfira a previsão do tempo para Prudentópolis, conforme o Jornal do Tempo.
A previsão poderá mudar a qualquer momento. Confira AQUI mais detalhes.
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- Sexta: Chuva forte de manhã e à noite. Aberturas de sol à tarde, com pancadas de chuva: 28mm: 18 ºC a 24 ºC
- Sábado: Sol com aumento de nuvens e pancadas de chuva no fim da manhã e à tarde. Noite chuvosa: 12mm: 16 ºC a 21 ºC

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Unicentro suspende as aulas em Prudentópolis e Irati para esta sexta (11)

By: INTERVALO DA NOTICIAS
Texto: INTERVALO DA NOTICIAS Imagem: Élio Kohut (Intervalo da Noticias)
Através de um comunicado na rede social, a Direção de Câmpus da Unicentro de Prudentópolis informou o cancelamento das aulas para esta sexta (11).
A suspensão foi deliberada para o período noturno de hoje e se estende para todos os turnos de amanhã.
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A administração destaca que a decisão vem devido aos alertas de tempestade e condições climáticas na regiãoO expediente administrativo permanece sem alterações.
O mesmo comunicado serve para os alunos de Irati.

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Acidente entre oito veículos deixou três feridos na BR-277

By: INTERVALO DA NOTICIAS
Texto: INTERVALO DA NOTICIAS Imagem: PRF
 
Um acidente envolvendo oito veículos deixou três pessoas feridas na manhã desta quarta (09), no km 174,9 da BR-277. A ocorrência foi registrada por volta das 11:40 hrs, em Porto Amazonas
Segundo informações da Polícia Rodoviária Federal (PRF), seis dos veículos envolvidos estavam parados na rodovia devido a obras no pavimento, em um trecho que operava no sistema Pare e Siga.
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De acordo com a PRF, um Fiat Uno saiu de um lote às margens da rodovia e tentou atravessar a BR-277 por um acesso irregular, em um ponto onde o cruzamento é proibido e há faixa dupla contínua amarela.
Ainda conforme a polícia, os veículos que estavam parados deixaram espaço para que o Uno atravessasse a pista. Durante a manobra, o motorista do carro não teria percebido a aproximação de uma Dodge Ram, que seguia no sentido contrário pela pista que estava liberada.
A caminhonete atingiu transversalmente o Uno. 
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Após a colisão, o motorista da Ram perdeu o controle da direção, arrastou o automóvel e atingiu os outros seis veículos que aguardavam a liberação do tráfego.
A PRF informou que três pessoas ficaram feridas. Até o momento, não foram repassados detalhes sobre a gravidade dos ferimentos ou para onde as vítimas foram encaminhadas.

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“Posteiro” pode elevar conta de luz em pelo menos R$ 2,4 bilhões

By: INTERVALO DA NOTICIAS
Texto: JORNAL EXTRA Imagem: Divulgação
Mudanças no Projeto de Lei (PL) 3.220/2019, que estabelece novas regras para o compartilhamento de postes entre distribuidoras de energia e empresas de telecomunicações, podem gerar impacto de pelo menos R$ 2,4 bilhões por ano na conta de luz dos brasileiros, estimam especialistas do setor. 
A proposta foi aprovada pelo Senado Federal em março, após anos de negociação entre os dois setores, e agora está em discussão na Câmara dos Deputados. Um dos pontos em debate é a possibilidade de criação de uma nova estrutura para administrar os postes, que ficou conhecida durante as tratativas como “posteiro”. 
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Atualmente, as distribuidoras de energia são responsáveis pela gestão dos mais de 53 milhões de postes existentes no país e compartilham essa infraestrutura com empresas de telefonia, internet e TV por assinatura. Parte da receita obtida com esse compartilhamento retorna aos consumidores por meio da modicidade tarifária, mecanismo que contribui para reduzir o valor das contas de energia.
Segundo dados da Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica (Abradee), as empresas de telecomunicações pagam cerca de R$ 4 bilhões por ano pelo uso dos postes. Desse total, aproximadamente R$ 2,4 bilhões são destinados à redução dos custos do serviço de distribuição de energia.
— A criação de uma nova estrutura para administrar os postes pode aumentar a conta de luz dos brasileiros. Estamos falando de uma atividade que já existe, que já funciona e que pode ser aprimorada sem a criação de mais uma camada de custos para a sociedade. Essa figura do posteiro não existe em nenhum país do mundo — afirma Patricia Audi, presidente da Abradee. 
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A preocupação com os efeitos econômicos de um novo intermediário também é apontada por especialistas. Para Joisa Dutra, doutora em Economia pela Fundação Getulio Vargas e ex-diretora da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), a criação de uma nova estrutura tende a acrescentar custos a um modelo que hoje destina parte de suas receitas à modicidade tarifária.
— Hoje, uma parte muito importante da receita que as distribuidoras arrecadam com esse compartilhamento do poste é canalizada para reduzir as tarifas dos consumidores. Se houver a necessidade de entrada desse outro agente, é óbvio que, além desses custos, ele vai querer uma margem. Com esse empilhamento de margens, não há como a conta do consumidor ficar menor — afirma Joisa.
Problema cresceu com a conectividade
A discussão ocorre em um momento em que a expansão dos serviços de telecomunicações tornou ainda mais urgente a organização dessa infraestrutura. 
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A ampliação da conectividade também aumentou a demanda pelo uso dos postes, tornando mais relevante a necessidade de organização e regularização dessa estrutura.
Outra questão que ajuda a dimensionar o desafio: segundo a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), há 19 mil empresas em atuação no Brasil. No entanto, apenas 4 mil delas têm contratos regulares com as distribuidoras de energia para o uso de postes, o que significa dizer que 15 mil operam clandestinamente perante as distribuidoras, estima a Abradee.
A expansão da conectividade também aumentou a ocupação dos postes. Cabos abandonados, instalações irregulares e fios baixos ou caídos se tornaram um problema frequente nas cidades, com impactos que vão além da poluição visual e podem comprometer a segurança da população e a operação das redes.
Somente em 2025, as distribuidoras retiraram mais de 2 mil toneladas de cabos irregulares dos postes, volume 117% superior ao registrado no ano anterior. 
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Entre 2024 e 2025, foram emitidas 4,3 milhões de notificações por ocupações sem autorização.
O texto aprovado no Senado busca enfrentar esse cenário ao estabelecer responsabilidades, criar mecanismos para regularizar ocupações e facilitar a identificação e a retirada de cabos abandonados.
A necessidade de uma solução é reconhecida também pelo setor de telecomunicações. Em posicionamento divulgado após a aprovação no Senado, a Conexis Brasil Digital, que representa empresas do setor, classificou o texto como “um avanço em prol de uma solução estrutural” para o uso desordenado e informal da infraestrutura de postes.
— O projeto aprovado pelos senadores é resultado de anos de diálogo e construção de consenso. Ele cria mecanismos para organizar os postes, retirar cabos abandonados, regularizar ocupações irregulares e aumentar a segurança para a população. Reabrir essa discussão agora pode atrasar uma solução que o país espera há anos — afirma Patricia Audi.
Quem responde pelos postes
Além da questão econômica, a criação de um novo agente traz uma discussão sobre responsabilidades. 
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Hoje, as distribuidoras são responsáveis pelos postes e contam com equipes técnicas espalhadas pelo país, capacitadas para realizar manutenção e atuar em situações de emergência.
Essa estrutura é particularmente importante durante eventos climáticos extremos. Quando chuvas, ventos fortes ou outros eventos provocam quedas ou danos aos postes, é preciso agir rapidamente para isolar riscos, recompor a infraestrutura e restabelecer o fornecimento de energia com segurança.
A criação de um novo agente responsável pela gestão dos postes acrescentaria uma nova relação a essa operação e exigiria definir com clareza quem responde pela infraestrutura em situações críticas.
O texto aprovado pelo Senado preserva a possibilidade de os proprietários decidirem se a gestão será realizada diretamente ou por empresas especializadas, sem impor um modelo único para todo o país.
Para Patricia Audi, o desafio é avançar na organização sem desmontar uma solução construída ao longo de anos pelos dois setores. 
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— O Brasil precisa de postes mais organizados, cidades mais seguras e regras claras para todos os agentes envolvidos. O texto aprovado pelo Senado atende a esses objetivos sem criar novos custos que acabarão recaindo sobre os consumidores.
O PL 3.220/2019 tramita em regime de urgência na Câmara dos Deputados, sob relatoria do deputado Juscelino Filho.
Os números dos postes

  • 53 milhões de postes existem no país
  • R$ 4 bilhões pagos por ano por empresas de telecomunicações pelo uso dos postes
  • R$ 2,4 bilhões destinados por ano à redução das tarifas de energia
  • 2 mil toneladas de cabos irregulares retiradas dos postes em 2025
  • 4,3 milhões de notificações por ocupações sem autorização emitidas entre 2024 e 2025
  • 19 mil empresas de telecomunicações em atuação no Brasil
"A criação de uma nova estrutura para administrar os postes pode aumentar a conta de luz dos brasileiros. Estamos falando de uma atividade que já existe, que já funciona e que pode ser aprimorada sem a criação de mais uma camada de custos para a sociedade", Patricia Audi, presidente da Abradee 

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IAT assume licenciamento da duplicação da BR-277 entre Prudentópolis até Foz do Iguaçu

By: INTERVALO DA NOTICIAS
Texto: RADIO CULTURA FOZ Imagem: Divulgação
O Instituto Água e Terra (IAT), órgão ligado à Secretaria de Estado do Desenvolvimento Sustentável do Paraná, assumiu o licenciamento ambiental das obras de ampliação da BR-277 entre Prudentópolis e Foz do Iguaçu. A mudança de responsabilidade foi autorizada pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e publicada nesta quinta-feira (3) no Diário Oficial da União.
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A medida permite que o processo de licenciamento da principal ligação rodoviária entre o centro-sul do Paraná e a região de fronteira avance dentro das regras ambientais do Estado. O trecho integra o Lote 6 da concessão das rodovias paranaenses, vencido pelo grupo EPR, com previsão de investimentos de aproximadamente R$ 20 bilhões.
Segundo o chefe da Divisão de Licenciamento Estratégico do IAT, Jean Carlos Helferich, o processo estava inicialmente sob responsabilidade do Ibama, que já havia elaborado um termo de referência para orientar os estudos ambientais da concessionária. “Esse trecho da BR-277 vai de Prudentópolis até Foz do Iguaçu. Inicialmente era competência do Ibama, que analisou e disponibilizou um termo de referência para elaboração do estudo de impacto ambiental para a concessionária. Pelo que temos conhecimento, os estudos estão em fase final”, explicou.
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Com a delegação, o IAT agora fará uma nova análise para definir quais estudos ambientais serão exigidos para a continuidade do processo. “Vamos analisar com base na legislação estadual se o melhor caminho será o EIA/RIMA ou estudos mais simplificados. Na sequência, vamos informar a concessionária sobre o enquadramento e emitir um termo de referência para elaboração dos estudos necessários”, afirmou Helferich.
O projeto prevê uma série de intervenções na BR-277, incluindo 462 quilômetros de duplicações, implantação de faixas adicionais, vias marginais, contornos, passarelas, passagens de fauna e estruturas de apoio aos usuários. Para o trecho que chega até Foz do Iguaçu, a expectativa é de melhorias na capacidade da rodovia, considerada estratégica para o transporte de cargas, turismo e integração da fronteira com o Paraguai e a Argentina.
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O representante do IAT destacou que as obras terão cronogramas diferentes conforme o contrato de concessão. Alguns serviços devem começar em prazo mais curto, enquanto intervenções maiores terão execução prevista ao longo dos próximos anos. “São diversos trechos e eles têm tempos diferentes pelo contrato de concessão. Alguns têm previsão de terceira faixa ou duplicação em um ano, outros em três, cinco ou até sete anos”, explicou.
A ampliação da BR-277 é uma das principais obras previstas para melhorar a infraestrutura logística do Paraná, especialmente no corredor que conecta Foz do Iguaçu aos demais polos econômicos do Estado.

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