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domingo, 5 de novembro de 2023

Integrantes do MST receberam policiais com 'violência' e constrangeram agentes com facões em manifestação no Paraná, diz promotora

By: INTERVALO DA NOTICIAS
Texto: G1/PR Imagem: Divulgação
Sete integrantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) foram denunciados pelo Ministério Público do Paraná (MP-PR) por renderem policiais militares (PMs) em uma manifestação em Guarapuava, na região central do estado. 
O caso aconteceu no dia 19 de outubro, na PR-170. Um vídeo gravado de dentro de um carro que passa pela rodovia naquele dia flagrou dois policiais sendo retirados do local, rendidos pelos braços, pelos manifestantes às margens da estrada.
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A denúncia da 10ª Promotoria de Justiça de Guarapuava é pelos crimes de associação criminosa, sequestro, constrangimento ilegal, lesão corporal, ameaça, resistência, desobediência e dano qualificado. 
A promotora Dunia Serpa Rampazzo afirma que três policiais militares foram ao local da manifestação cumprir uma ordem da Justiça que determinava a liberação da rodovia.  
"Contudo, foram recebidos com hostilidade e violência, sendo constrangidos com facões, foices e pedaços de pau. Tiveram seus braços imobilizados e foram conduzidos pelos manifestantes a se retirar do local sob ameaça de arma branca na região do pescoço. Em decorrência desses atos, sofreram lesão corporal e dano em seus pertences", afirma a promotora. 
O g1 tenta contato com a defesa dos denunciados. 
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De acordo com o Ministério Público, dois denunciados foram considerados líderes do grupo, foram presos preventivamente dois dias depois da manifestação, e continuam detidos.
A manifestação, segundo o MST, buscava a regularização fundiária de 14 comunidades camponesas localizadas nos municípios de Inácio Martins, Pinhão e Guarapuava , na região central do estado, e Reserva do Iguaçu, no sudoeste . 
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terça-feira, 4 de maio de 2021

Corpo de ativista LGBT, ligado ao MST, é encontrado carbonizado no Paraná

By: INTERVALO DA NOTICIAS
Texto: PORTAL BEM PARANA Imagem: Divulgação
O corpo de Lindolfo Kosmaski, 25 anos,  professor da rede estadual, ativista LGBT e do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST), foi encontrado carbonizado na noite do último sábado (1), no município de São João do Triunfo, na região dos Campos Gerais, no Paraná. Há suspeita de crime homofóbico.
Kosmaski foi candidato a vereador de São João do Triunfo em 2020, pelo PT. 
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Ativo nas atividades do movimento, principalmente do Coletivo LGBT Sem Terra e das Jornadas da Agroecologia, o militante frequentava o assentamento Contestado, na Lapa, na Região Metropolitana de Curitiba, onde participou da turma em Licenciatura em Educação no Campo na Escola Latino Americana de Agroecologia (ELAA), além de professor da rede estadual do Paraná, ele cursava mestrado na Universidade Federal do Paraná (UFPR), no programa Educação em Ciências e em Matemática.
Em nota, o MST  lamentou a morte de Kosmaski:  “Neste momento de dor, o MST estende toda solidariedade à família, amigos e exige que os órgãos competentes possam acelerar as investigações e encontrar os culpados desse crime hediondo. O MST destaca o seu compromisso de lutar por uma sociedade sem LGBTfobia e na construção de um mundo onde a vida e todas as formas de ser e amar sejam garantidas plenamente. O Sangue LGBT também é sangue Sem Terra.”
O presidente da APP-Sindicato, que representa professores e funcionários da rede estadual, Hermes Silva Leão, também se manifestou nas redes sociais. 
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"Em São João do Triunfo passamos a tarde com a família do nosso querido Lindolfo Kosmaski. O sofrimento é inenarrável. Nosso jovem professor PSS foi amarrado e seu carro (recém adquirido depois de muita luta) foi incendiado sem qualquer chance de defesa. Nossas lideranças locais preparam um ato a ser realizado no próximo sábado no local do crime. Estaremos acompanhando os trabalhos de investigação para que o/os responsáveis por essa barbárie sejam devidamente punidos", disse ele em postagem no Facebook. ".

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