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INTERVALO DA NOTICIAS
Texto: RADIO NAJUA – Imagem: DivulgaçãoA
Polícia Civil do Paraná, por meio da Delegacia de Imbituva prendeu na
noite desta quarta-feira um homem de 24 anos investigado pelo crime de
estupro de vulnerável. A ação ocorreu durante o cumprimento de mandado de prisão preventiva e mandado de busca e apreensão, expedidos pela Justiça.
De
acordo com a Polícia Civil, o investigado mantinha um relacionamento
com uma adolescente de apenas 13 anos, que se encontrava em situação de
extrema vulnerabilidade social e emocional. Em vídeo enviado à
imprensa, o delegado Hugo Fonseca deu detalhes a respeito da
investigação.
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“Apuramos que, desde julho de 2025, a menor vinha
apresentando um histórico de desaparecimentos frequentes de sua
residência para encontros com o investigado e consumo de entorpecentes.
Recentemente, ela passou a conviver maritalmente com o agressor, que
mesmo após ser advertido pela rede de proteção, insistiu na prática
criminosa. A gravidade do caso é confirmada por exames periciais. Um
laudo toxicológico recente comprovou o uso de substâncias ilícitas pela
vítima, apresentando resultado positivo para cocaína. Foram inúmeras as
tentativas do Conselho Tutelar para resgatá-la deste convívio, todas sem
sucesso devido à influência e à insistência do autor. Diante disso,
representamos pela prisão preventiva do investigado, que já se encontra à
disposição da Justiça, e simultaneamente cumprimos um mandado de busca e
apreensão da adolescente, que foi encaminhada para tratamento e
internamento para que se recupere do uso abusivo de entorpecentes”,
declarou o delegado.
O caso já vinha sendo acompanhado pelo Conselho Tutelar de Imbituva,
com apoio do CAPS e do CREAS, que realizaram diversas tentativas de
afastar a adolescente do convívio com o investigado.
No
início de janeiro de 2026, a situação se agravou quando a menor deixou
novamente a casa da família para morar com o homem, em uma residência
localizada na Vila Zezo, onde passou a se referir a ele como “marido”.
Segundo a Polícia Civil, o homem já havia sido formalmente orientado
em ocasiões anteriores sobre a ilegalidade da relação, mas ignorou as
determinações e continuou mantendo contato com a menor.
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A
avó da adolescente, responsável legal, relatou às autoridades que não
conseguia conter a neta, que se recusava a retornar para casa.
Diante
da gravidade dos fatos e da insistência do investigado em manter a
adolescente em situação de risco, a Polícia Civil solicitou à Justiça a
prisão preventiva, que foi cumprida nesta quarta-feira. A adolescente
foi resgatada, encaminhada para internação e tratamento especializado, e
receberá acompanhamento da rede de proteção, conforme prevê o Estatuto
da Criança e do Adolescente. O homem permanece preso à disposição da
Justiça, e o caso segue sob investigação.
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