quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

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Nove motivos para que você passe a usar a folha de mamão como remédio para várias doenças!



By: INTERVALO DA NOTICIAS
Texto: CURA PELA NATUREZA Imagem: Divulgação

Todo mundo sabe que mamão é uma fruta deliciosa e cheia de benefícios.
O que poucos sabem, porém, é que também podemos tirar muito proveito de suas folhas.
Isso mesmo!
Se o mamão é nutritivo e combate várias doenças digestivas, além de ser ótimo para os rins e para a pressão, também devemos considerar o poder de suas folhas.
As folhas de mamão têm excelentes propriedades antioxidantes e são ricas em minerais, como cálcio, potássio, sódio, ferro e manganês.
Já deu para perceber que não devem ser desperdiçadas, não é mesmo?
Vejas as vantagens:
- Produz plaquetas sanguíneas
A manutenção de um elevado número de plaquetas no sangue é muito importante após uma doença grave, como  dengue hemorrágica, que faz com que as plaquetas do sangue caiam para níveis perigosamente baixos.
Estudos provaram que o suco de folhas de mamão aumenta a produção de plaquetas sanguíneas.
- Ajuda o fígado
Isso acontece porque desintoxica o órgão, prevenindo de doenças como icterícia, cirrose hepática e câncer de fígado.
- Impede doenças
Por conter acetogenina, a folha de mamão pode ser usada para acabar com doenças graves, como malária, dengue e câncer.
Isso porque ela fortalece o sistema imunológico e combate invasores virais e bactérias ruins do corpo.
- Aumenta os níveis de energia
Consumir o suco da folha de mamão todos os dias ajuda a melhorar os níveis de energia e, por isso, pode até se beneficiar em casos de fadiga crônica.
- Melhora o sistema digestivo
As folhas de mamão contêm enzimas como papaína, protease e amilase, que são úteis para quebrar adequadamente as proteínas, carboidratos e ajudar na digestão.
Além disso, o suco de folhas de mamão é antimicrobial e antibacteriano.
Ou seja, pode reduzir a inflamação do revestimento do estômago e matar as bactérias nocivas, como a bactéria H. pylori.
- Minimiza a inflamação
A inflamação é um efeito colateral comum de doenças e alergias.
As propriedades anti-inflamatórias das folhas de mamão podem combater isso.
Outra boa notícia é que também é possível reduzir os efeitos secundários da quimioterapia.
- Reduz TPM
Beber o suco de folhas de mamão pode reduzir os sintomas da TPM e, possivelmente, regular o ciclo menstrual devido às propriedades de cura que equilibram os hormônios.
- Protege a saúde cardiovascular
Os poderosos antioxidantes das folhas de mamoeiro estimulam o sistema imunológico, melhoram significativamente a circulação sanguínea, dilatam os vasos e protegem a saúde do coração.
- Diminui os níveis de açúcar no sangue
O suco da folha de mamão melhora a absorção da insulina, que ajuda a regular os níveis de açúcar no sangue.
Há várias formas de tirar proveito das poderosas folhas, como através:
1.  Do suco
Misture as folhas de mamão (duas já é uma boa quantidade) no suco de seu preferência.
As folhas não devem ser muito novas nem muito velhas.
Mas atenção: o suco da folha de mamão é muito amargo e forte.
Comece com uma colher (sopa) por dia e não tome mais do que duas colheres.
2. Da infusão
Coloque cinco colheres (sopa) das folhas de mamão secas em um litros de água fervente.
Espere esfriar.
Feito isso, coe a mistura e beba em pequenas doses.
Importante!
Tanto o suco como o chá não devem ser consumidos por mais de sete dias seguidos.
Se quiser consumi-los por mais tempo, sempre dê pausas de uma semana.
E grávidas não devem tomá-lo, a não que haja autorização médica.

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Telexfree tem 22 denunciados pelo MPF-ES por suspeita de pirâmide



By: INTERVALO DA NOTICIAS
Texto: G1 Imagem: Bernardo Coutinho (A Gazeta)


O Ministério Público Federal do Espírito Santo (MPF/ES)  fez três denúncias envolvendo 22 pessoas ligadas à Telexfree no Brasil. Entre elas, os sócios Carlos Costa e Carlos Wanzeler, bem como a filha dele, Lyvia Mara Wanzeler, acusados de sonegar quase R$ 90 milhões.
Pelo crime de pirâmide financeira e de operação de instituição financeira clandestina, além dos três já mencionados, outras 19 pessoas são acusadas pelo MPF. São investidores, divulgadores e familiares dos sócios da empresa.
As acusações contra Carlos Costa, Carlos Wanzeler e a Lyvia Mara Wanzeler foram aceitas pela 1ª Vara Federal Criminal no dia 14 de fevereiro. O processo foi encaminhado para distribuição. As outras denúncias ainda estão sendo avaliadas pela Justiça Federal.
Procurada pelo G1, a Telexfree informou que que a defesa ainda não teve acesso formal às denúncias mencionadas pelo Ministério Público do Espírito Santo. No entanto, diante do que foi exposto, a empresa alega que elas são inconsistentes.
Denúncias
Segundo o MPF, as denúncias são os primeiros resultados de uma investigação conjunta com a Polícia Federal e a Receita Federal. Também houve compartilhamento de informações e de provas com as autoridades dos Estados Unidos, e com a Justiça e o Ministério Público do Acre.
O órgão explica que James Matthew Merril, sócio norte-americano da Telexfree, não está sendo denunciado no momento porque está negociando os termos de seu acordo de colaboração nos Estados Unidos e, posteriormente, os termos da internalização desse acordo pelas autoridades brasileiras.
O Ministério Público diz demonstrar, a partir das denúncias, que a Telexfree, além de ser um esquema híbrido de pirâmide e Ponzi, atuava como instituição financeira clandestina, porque captava, administrava e intermediava recursos de terceiros mediante processos fraudulentos.
Além da condenação dos acusados, o MPF/ES pede que a Justiça mantenha o arresto dos bens (dinheiro, carros, aeronave, imóveis, entre outros) obtido nas medidas cautelares e executado em julho de 2014, e, caso condenados, que determine a perda definitiva desses bens.
Sonegação
Carlos Costa, Carlos Wanzeler e Lyvia Wanzeler, na qualidade de sócios da Ympactus Comercial S.A, popularmente conhecida como Telexfree, foram denunciados por sonegação fiscal de R$ 89.776.156,45 no ano de 2012, por omitirem receitas e prestarem informações falsas à Receita Federal.
A fraude foi constatada após indícios de irregularidades na inscrição da empresa no Simples Nacional, um regime compartilhado de arrecadação, cobrança e fiscalização de tributos aplicável a microempresas e empresas de pequeno porte.
A receita da Telexfree ultrapassava o limite previsto pelo regime especial unificado de arrecadação de tributos e exercia uma atividade de intermediação de negócios, o que é proibido por lei.
Segundo as apurações, os mentores de todo o esquema sempre foram Carlos Costa e Carlos Wanzeler, que, respectivamente, no Brasil e nos Estados Unidos, compartilhavam todas as decisões administrativas e de condução do negócio. A influência dos dois sobre os funcionários permitiu que as ordens para a manutenção das atividades da rede Telexfree fossem cumpridas.
Agindo sucessivas vezes, os denunciados suprimiram e reduziram o Imposto de Renda Pessoa Jurídica, a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido, as Contribuições para programas de Financiamento da Seguridade Social (Cofins) e o Programa de Integração Social (PIS) mediante omissão de receitas e prestações de informações falsas nas declarações fiscais.
Para o Ministério Público Federal, o alto valor sonegado e a origem ilegítima das receitas omitidas evidenciam que a conduta dos acusados ocasionou grave dano à coletividade.  De acordo com o MPF/ES, o  valor da sonegação foi constituído definitivamente em agosto de 2016 e já está em processo de execução fiscal na Procuradoria da Fazenda Nacional (PFN).
Pelo crime de sonegação fiscal, com o agravante de dano à coletividade, os acusados podem pegar até 7 anos e meio de reclusão, se condenados à pena máxima, e multa.
A Telexfree informou que todos os tributos foram devidamente recolhidos e pagos, inclusive dentro da ação cível que tramita no Acre, e que a empresa pode comprovar a afirmação com documentos.
Pirâmide financeira
Todos os 22 denunciados foram acusados do crime de pirâmide, já que obtiveram ganhos ilícitos no esquema da Telexfree, mediante processo fraudulento, sob disfarce de marketing multinível. A pena para esse tipo de ilícito pode chegar a dois anos de detenção e multa.
No processo em que são denunciados Carlos Costa, Carlos Wanzeler e Lyvia Mara Wanzeler, os três são acusados de, entre novembro de 2012 e maio de 2014, emitir, oferecer e negociar valores mobiliários na forma de contratos de adesão da Telexfree, bem como a promessa de venda do empreendimento hoteleiro denominado Hotel Best Western Tijuca Telexfree.
De acordo com a denúncia, esses crimes estão caracterizados pela oportunidade de investimento, com expectativa de rentabilidade e capitalização, bem como pelo risco e remuneração dependentes exclusivamente dos esforços de terceiros, sem registro prévio de emissão e sem autorização da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), o que configura crime.
Os três sócios da Ympactus, no mesmo período, induziram e mantiveram em erro os investidores que aderiram aos contratos ofertados pela Telexfree, fazendo com que eles acreditassem que os valores por eles entregues gerariam retornos financeiros rápidos, fáceis e sem riscos.
Por esses dois últimos crimes, Costa, Wanzeler e Lyvia poderão ser condenados a 14 anos de reclusão e multa.
A respeito da acusação de sistema piramidal, a Telexfree fala que existem 759 mil páginas de utilização do serviço de voip pelos clientes. A empresa afirma que, para ser pirâmide, não pode existir um produto.
Instituição financeira clandestina
Os 22 denunciados são acusados de operar instituição financeira clandestina, inclusive de câmbio. A pena para esse crime é de reclusão de até quatro anos e multa.
As operações de crédito, incluindo remessa de divisas ao exterior e vice-versa, empréstimos, adiantamentos, pagamentos e quitações de dívidas, e até câmbio, eram feitas no backoffice da empresa.
A Telexfree cobrava, por exemplo, tarifas por cada transferência de crédito realizada entre contas-login, sem previsão contratual.
Ficou demonstrado que a Telexfree cedeu, por exemplo, por meio de mais de 12 mil operações financeiras, créditos manuais que, uma vez nas contas-login dos divulgadores, eram comercializados para terceiros.
As contrapartidas financeiras pelas cessões de crédito eram recebidas em contas pessoa-física ou pessoa-jurídica e repassadas aos sócios da empresa, com ganhos no câmbio, que eram cedidos em dólar e captados em reais, com cotações vantajosas para a Telexfree, de até quatro centavos maior que o câmbio do dia.
Segundo a denúncia, os recrutadores e denunciados, principalmente após o bloqueio das atividades da empresa, ocorrido em junho de 2013, possibilitaram que a pirâmide continuasse funcionando e serviram de “testa de ferro” para os mentores do esquema, colaborando para o funcionamento irregular da instituição financeira, à margem de qualquer controle do Sistema Financeiro Nacional.
O laudo pericial da EY (antiga Ernst & Young), feito na ação civil pública movida no Acre contra a empresa e compartilhada para utilização nas investigações feitas no Espírito Santo, mostra que 2% da população brasileira – cerca de 4 milhões de pessoas – foram cadastradas na Telexfree. Além disso, apenas 0,23% dos minutos disponibilizados pelo Voip, produto comercializado pela Telexfree, foi utilizado.
A empresa disse que as denúncias feitas pelo MPF/ES já estão esclarecidas em suas plataformas oficiais. A Telexfree  fala que não há instituição financeira clandestina, não houve evasão de divisas e remessa de valores, a não ser por sistema instituído e executado pelo Banco do Brasil. 
MATÉRIAS RELACIONADAS:
TelexFREE terá que devolver R$ 101 mil para divulgador.

MP do Acre orienta divulgador do TelexFREE não entrar com processo.

Decisão sobre Telexfree e BBOM não deve sair em 2013.

Ministro arquiva pedido de desbloqueio de bens da TelexFREE.

TelexFree pede na Justiça direito de resposta à Rede Globo.

Diretor da TelexFree propõe fórmula para ressarcir divulgadores.

Para fazer pressão, vendedor da TelexFREE se acorrenta no AC.

Telexfree internacional pede concordata nos EUA.

EUA afirmam que TelexFree é pirâmide e arrecadou US$ 1 bi no mundo.

Quem é o brasileiro que ajudou a fundar a TelexFREE nos EUA.

Telexfree é condenada a pagar R$ 3 mi por danos morais coletivos.

Promotora do caso TelexFree é encontrada morta com tiro na cabeça.

Milionário da Telexfree é encontrado morto.

Dono da Telexfree se declara culpado e pode ficar até 10 anos preso nos EUA.

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STF tira de Sergio Moro delação contra Sarney



By: INTERVALO DA NOTICIAS
Texto: UOL Imagem: Divulgação


O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal, sofreu nesta terça-feira sua primeira derrota como relator da Lava Jato. Por 4 votos a 1, a Segunda Turma do Supremo decidiu que o juiz Sergio Moro não poderá usar a delação de Sérgio Machado, ex-presidente da Transpetro, para investigar José Sarney. Por essa decisão, embora não disponha mais de mandato parlamentar, Sarney será processado em inquérito já aberto no Supremo, junto com os senadores Renan Calheiros e Romero Jucá, ambos detentores de foro privilegiado.
Antecessor de Fachin na relatoria da Lava Jato, o ministro Teori Zavascki, morto em acidente aéreo, havia compartilhado parte das informações sobre Sarney com o juiz da Lava Jato. A delação de Sérgio Machado fora subdividida em quatro blocos. Um deles resultara na abertura do inquérito contra os três pajés do PMDB no Supremo. Outros três desceram para Curitiba, por ordem de Teori. Sérgio Moro anexara os dados a um inquérito aberto na 13ª Vara Federal de Curitiba.
Na sua delação, Sérgio Machado dissera, por exemplo, que Sarney recebera R$ 18,5 milhões em propinas provenientes da Transpetro. Desse valor, R$ 16 milhões foram repassados em dinheiro vivo, acusara o delator. Os advogados de Sarney protocolaram no Supremo um recurso contra o envio de dados para Curitiba. Alegaram que Sarney não poderia ser investigado em duas jurisdições. E sustentaram que as acusações contra o ex-senador têm conexão com as imputações feitas contra Renan e Jucá.
Na sessão desta terça-feira, o ministro Fachin votou pelo indeferimento do recurso. Ele queria manter a decisão tomada no ano passado por Teori. Entretanto, os outros quatro integrantes da Segunda Turma votaram em sentido oposto. Deram razão aos advogados de Sarney os ministros Gilmar Mendes, Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski e Celso de Mello.
Um dos advogados de Sarney, Antonio Carlos de Almeida Castro, celebrou a decisão. “Como temos absoluta certeza de que a delação do Sérgio Machado é falsa, oportunista e falaciosa , será fácil demonstrar neste inquérito que o único crime foi cometido pelo delator, com a gravação criminosa, ilegal e imoral”, afirmou, referindo-se ao autogrampo usado pelo ex-presidente da Transpetro para gravar Sarney, Renan e Jucá.

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