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INTERVALO DA NOTICIAS
Texto: JORNAL RAZAO – Imagem: DivulgaçãoUm crime que ultrapassa qualquer limite de crueldade abalou Santa Catarina e deixou Cunha Porã em estado de choque. Um adolescente de
apenas 15 anos foi brutalmente assassinado, decapitado e esquartejado no
distrito de Primeiro de Janeiro. Segundo a polícia, o homicídio estaria
ligado a uma dívida de drogas e terminou com uma cena descrita pelos
investigadores como uma das mais bárbaras já registradas na região.
Com o avanço das horas e a gravidade do caso, foi montada uma força
tarefa envolvendo Polícia Militar, Polícia Civil, Polícia Científica e
Corpo de Bombeiros Militar. As equipes concentraram esforços durante
todo o sábado para esclarecer o crime e localizar o que ainda faltava
para fechar a cena do homicídio.
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Por volta das 15h, após novas diligências, a cabeça do adolescente
foi encontrada enterrada a cerca de 60 centímetros de profundidade. A
localização confirmou a violência extrema empregada no assassinato e
reforçou a linha de investigação de execução planejada.
Durante o trabalho investigativo, quatro suspeitos foram
identificados. Dois deles foram presos em ações diretas da Polícia
Militar, enquanto os outros dois se apresentaram posteriormente na
Delegacia de Cunha Porã. Todos foram autuados por ocultação de cadáver e
também responderão por homicídio qualificado.
As investigações apontam duas possíveis motivações. A principal linha
indica que o crime estaria relacionado a uma dívida de drogas. Outra
hipótese considerada é uma discussão banal entre a vítima e um dos
autores, que teria evoluído para o assassinato. Ambas ainda seguem em
apuração.
O que mais revoltou os investigadores foi a informação de que, após o
crime, os autores teriam gravado vídeos e tirado fotos com a cabeça do
adolescente. O relato, confirmado durante as oitivas, evidencia o grau
de frieza e desumanidade envolvido no homicídio, segundo a própria
polícia.
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Com base no conjunto de provas reunidas ao longo do dia, os quatro
suspeitos foram encaminhados ao Presídio de Maravilha, onde permanecem à
disposição da Justiça. A Polícia Civil segue aprofundando as
investigações para esclarecer todos os detalhes e responsabilidades
desse crime que chocou Santa Catarina e deixou uma família destruída.
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