By: INTERVALO DA NOTICIAS
Texto: TERRA – Imagem: Divulgação
A menina do interior, filha de agricultores e que sempre sonhou em
estudar fora, viu que podia mudar sua trajetória de vida a partir de um
edital do programa federal Ciência sem Fronteiras (CsF).
Como não falava inglês
, decidiu que tentaria ser selecionada para o grupo de alunos que iria para Portugal.
No entanto, antes mesmo de comemorar, veio a notícia que mudaria tudo: o
programa tinha sofrido uma alteração e os alunos não poderiam mais ir
a Portugal. Eles seriam redirecionados para os Estados Unidos e
precisariam passar seis meses a mais para aprender o idioma. Em 2014,
sem falar nenhuma palavra em inglês, Marcela desembarcou em Tempe, no
Arizona.
O início foi muito difícil, conta ela. Não só pela língua e pela
dificuldade de comunicação, já que Marcela estava em um mundo
completamente diferente do qual havia saído. Tudo era motivo para
encantamento, mas ao mesmo tempo, as coisas pareciam muito inacessíveis.
Era preciso traçar um plano.
E assim foi: o primeiro passo foi fazer amigos. Marcela conheceu várias
pessoas e criou o Brazilian Club – um grupo com o objetivo de reunir
estudantes brasileiros da instituição e que existe até hoje.
Depois disso, começou a participar de um grupo de estudos em Cosmologia
e Astrofísica e estudou processamento de imagens. Um dia, recebeu um
e-mail do seu departamento na Universidade do Estado do Arizona
informando que estavam abertas as vagas para a escola de verão “Wolfram
Science”. “Foi o primeiro e-mail que eu consegui ler e entender tudo que
estava escrito”, relembra.
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